Importância do Gerenciamento de leitos Voice para Hospitais usuários MV

É recorrente a pergunta sobre integração com MV !

Este post foi feito especialmente para ilustrar como nosso Gerenciamento de leitos agrega aos Hospitais usuários do Sistema MV.

Vital para alcançar a eficácia nas internações, o gerenciamento de leitos é um processo chave de um hospital, promove a utilização dos leitos disponíveis em sua capacidade máxima.

Incorporar uma metodologia de gerenciamento de leitos hospitalares eficaz vem se tornando fundamental. Investir em processos e ferramentas para agilizar o processo de internação é algo essencial para maximizar resultados.

Criar e acompanhar indicadores de desempenho são atividades fundamentais para uma gestão eficiente na Saúde. Métricas garantem que os resultados traçados no planejamento estratégico sejam alcançados. Permite à organização agir em tempo real diante dos desafios.

Mesmo com um software excelente de Gestão Hospitalar, ainda há lacunas manuais as quais não são cobertas. Nosso sistema é complementar, e consegue cobrir estas lacunas no gerenciamento de leitos. Temos diversos casos de sucesso nos quais transformamos a produtividade de Hospitais os quais já eram usuários do Sistema MV.

temposgirodeleitoanoanoA implantação do Sistema MV já gera alguns benefícios à Gestão de leitos, um de nossos clientes registrou a evolução ano a ano dos indicadores de giro de leito e fica explícito o impacto que cada sistema.

Estes dados são muito esclarecedores e servem como referência para os Gestores. No artigo O que mudou com a utilização do Voice, temos mais detalhes deste caso.

Alguns Hospitais que são referência no mercado brasileiro possuem o gerenciamento de leitos da Voice integrado com o MV, dentre eles destacamos alguns:

  • Hospital 9 de Julho,
  • Congregação Santa Catarina (Hospital Santa Catarina, Casa de Saúde São José, Santa Tereza etc.)
  • Hospital Anchieta,
  • Unimed Volta Redonda,
  • Hospital Moinhos de Vento,
  • Hospitais São Camilo (Pompéia, Santana e Ipiranga)
  • Unimed Fortaleza,

Moinhos de Vento

moinhos no congresso de hotelaria

O Hospital Moinhos de Vento já participou de alguns congressos e simpósios onde apresentou seus resultados com o Voice:

O Moinhos também foi destaque do Site Hotelaria Hospitalar.

Hospital Anchieta (DF)

O Hospital Anchieta também já era usuário do Sistema MV, e depois da implantação do Voice teve ganhos muito expressivos.

No vídeo a seguir temos um trecho da entrevista de Izabela Moreira ao Site Hotelaria Hospitalar onde deixou claro que com o Voice:

  • conseguiu maior eficiência nos processos,
  • com a metodologia do sistema possibilitou engajar toda a equipe,
  • teve a melhoria no tempo de giro de leito, eliminando em média 4 horas que o leito ficava aguardando inicio de limpeza,
  • aumento da eficácia e melhoria do giro do leito,
  • possibilitou incutir a liberação de leito mais ágil,

Link da entrevista na integra

Este Hospital já apresentou seus resultados em Congressos e Simpósios. Na III Jornada de Hotelaria Hospitalar do DF e GO , Izabela demonstrou o Case em Gerenciamento de leitos e destacou o uso da tecnologia. Mostrou como se beneficiou da integração entre Voice e MV.  Mostrou vários painéis vivos de acompanhamento que proporcionam o controle em tempo real.

No final de sua palestra, Izabela demonstrou os ganhos no giro do leito que teve com a implantação do Voice:IMG_8323.JPG

  • Tempo de espera:
    • de 4 hs 46m 20s
    • para 1h 27m 25s
  • Tempo de deslocamento
    • de 7m 55s
    • para 8m 14s
  • Tempo de Higiene
    • de 1h 0m 47s
    • para 52m 26s
  • Tempo de supervisão
    • de 36m 29m
    • para 16m 54s
  • Tempo total:
    • de 6hs 31m 35s
    • para 1h 54m 02s

Hospital Unimed Volta Redonda

O Hospital Unimed Volta Redonda é um exemplo de Hospital que sempre investe em tecnologia . Uma evidência disto é por ele ser um dos primeiros Hospitais com qualificação de Hospital Digital na América Latina, tendo o Himss ERAM 7 (nível máximo). Temos nosso sistema desde a criação do Hospital e ele foi o sistema de integração oficial com a MV.

A Unimed é um bom exemplo em que nosso sistema dá indicadores adicionais a operação. Recentemente o Hospital refez seu processo de terceirização de limpeza e aproveitou os indicadores on line de nosso sistema para colocar estes como SLA no contrato.

Na tela a seguir, o indicador de Porcentagem de execução das limpezas concorrentes realizadas antes do meio dia.

Porcentagem de limpezas concorrentes realizadas

Os relatórios agregam valores aos nossos processos pois direcionam nossas estratégias. Foi um ganho para o setor e para geração de resultados. Hoje, deixamos de atuar diante de percepções e monitoramos de fato cada etapa do processo.

Jéssyca Moreira

Líder de Hospitalidade da Unimed Volta Redonda

Dentre os diversos controles que se transformam em gerenciamento do resultado do terceiro, temos o relatório a seguir que demonstra quantas Limpezas terminais foram realizadas na meta e quantas não.

telanameta

Outra ação que nosso sistema proporcionou, foi ter on line a produção de cada trabalhador. Os melhores são premiados ! No mês passado as 3 que melhor desempenharam na limpeza concorrente e as que melhor desempenharam na limpeza terminal foram premiadas com um dia de Beleza.

Veja um exemplo deste relatório:

relatorioconcorrentesranking

 

 

Hospital 9 de julho

O pioneiro com uso de nosso sistema integrado ao MV,  este é um dos Hospitais que estão mais avançados no controle de seus processos. Ao entrar na sala de Hotelaria chama atenção que todos acompanham o Voice, o engajamento envolve todos e é impressionante como até os funcionários da prestadora de serviço são envolvidos.

No Hospital 9 de Julho, o processo de Gestão de leitos cresceu e hoje somos o sistema mandatório de manutenção. Os acionamentos são realizados pelo Voice.

Hospitais da Congregação Santa Catarina

Hospital Santa Catarina

Atualmente abrange 5 Hospitais da Congregação:

  • Santa Catarina (SP),
  • Casa São José Humaita (RJ),
  • Santa Teresa de Petrópolis,
  • Nossa Senhora da Conceição em Três Rios e
  • São José de Teresópolis,

Inicialmente instalamos no Hospital Santa Catarina e depois de um tempo em produção, o corporativo da rede decidiu que nosso produto deverá ser padrão em todos os 16 Hospitais. Gradativamente estamos implantando um a um.

tranformacaosantacatarinaUm fato relevante foi que a partir da primeira instalação, todas as outras foram acontecendo em conjunto do projeto Transformação, e o Voice é implantado junto com o Soul MV.

“Quando a gente começa a se apoiar em tecnologia, os saltos passam a ser exponenciais e a gente não está acostumado com isso na Saúde”,

comenta Vinícius Oliveira,

diretor corporativo de Operações da Associação Congregação de Santa Catarina

Nosso Gerenciamento de leitos é a ferramenta padrão que equipará todos os Hospitais da Congregação. E isso por proporcionar controles e gerenciamento dos processos de liberação de leito inexistentes nos Sistemas de Gestão Hospitalares.

 

Fontes:

HUMANIZAÇÃO , deve ser tratado como uma “PÉROLA”…Por ser extremamente dura, a pérola é muito resistente, e simboliza a força e a durabilidade.

ostrasfabricamperolasO termo atendimento humanizado se tornou, para algumas pessoas, espécie de clichê na área de saúde. Infelizmente, muito se fala mas pouco se prática.

Como reconhecer um serviço prestado de acordo com esses valores nas instituições de saúde?

Primeiramente, é importante entender o que significa ter um atendimento humanizado.

Quando um paciente entra pela porta da instituição, ele normalmente está (ou suspeita estar) com algum problema de saúde, certo?

Podemos inferir, portanto, que ele está frágil e inseguro. A forma com que ele é recebido, desde o primeiro contato com pessoal do atendimento, faz toda a diferença!

O Projeto de Humanização Hospitalar foi criado em maio de 2000 pelo Ministério da Saúde. O intuito era promover uma nova cultura de atendimento na saúde que apoiasse as melhorias na qualidade e eficiência dos serviços prestados.

Diretrizes do atendimento Humanizado

De acordo com o Ministério da Saúde, a humanização deve permanecer como uma diretriz transversal que favorece:

  • A troca e construção de saberes;
  • O diálogo entre profissionais;
  • O trabalho em equipe;
  • Consideração às necessidades;
  • Desejos e interesses dos diferentes protagonistas do campo da saúde.

De acordo com o Ministério da saúde, a humanização da assistência, é o aumento do grau de co-responsabilidade na produção de saúde e das mudanças na cultura da atenção aos pacientes e gestão dos processos de trabalho.

  • Memorabilidade (facilidade de ser lembrado pelo paciente);
  • Benefícios para todos os envolvidos, inclusive colaboradores;
  • Contribui para a eficácia do cuidado ao paciente;
  • Forte relação com a ética;
  • Fidelização, facilidade em ganhar a confiança do paciente.
O atendimento humanizado é lembrado
Com certeza você já ouviu falar, sobre:
“ _Eu gosto de ir a determinado hospital, porque lá, eu me sinto acolhido”.

Ingrid Schuch

Ingrid-SchuchConsultora e Especialista em apresentar diagnóstico e soluções para projetos de implantação da Hotelaria em Hospitais, com referência em Hospitais privados e Públicos de Porto Alegre e SP.

Atua como Docente na Faculdade Castelli – Canela, RS(na Graduação de Hotelaria e Hospitalidade). Coordenadora do Curso de Extensão de Hotelaria Hospitalar na Fundatec- POA, também atua como Docente na Universidade La Salle Business Scholl- Canoas, RS Curso de MBA Gestão em Saúde, na disciplina de Hotelaria e  Hospitalidade em Serviços de Saúde.

Robôs são realidade para atendimento nos Hospitais

Participamos da Hospitalar 2019 (maior feira do setor da América Latina). Ficamos no Stand temático da própria organização, o Facilities Innovation.

Levamos o Robô para demonstrar o potencial de absorvermos atividades nos Hospitais  possibilitando mais disponibilidade e eficiência em diversos processos atuais.

No vídeo a seguir o Professor Marcelo Boeger, explica um pouco sobre este espaço da Feira Hospitalar e um dos próprios Robôs (neste caso a Plug) falando um pouco de seu potencial na área de saúde:

No Stand a Plug, sabia informar sobre tudo que estava exposto, os visitantes poderiam perguntar sobre qualquer item ou solução, segue respondendo sobre Gerenciamento de leitos.

Saímos de Feira Hospitalar com solicitações de Hospitais de todo país. Cada projeto, exigirá  integrações e automações diferentes. Uma aplicação que foi solicitada por alguns e acreditamos que tem grande potencial, que é fazer o “checkin” para procedimentos agendados. Muito parecido com o papel o qual estes Robos já estão praticando nos Hotéis (de Concierge). No vídeo a seguir temos uma reportagem do Jornal da Cultura que mostra um destes em ação:

Double-1Durante a feira, levamos um segundo Robô, o Double.

Que permite o controle remoto de todas suas funções: andar, virar, filmar e transmitir. Com ele é possível efetuar uma telepresença. Queremos usá-lo para aumentar o acompanhamento dos médicos aos pacientes, aumentando as oportunidades de interação e não limitando apenas aos momentos de presença física.

Outra utilidade que vislumbramos é o uso deste para possibilitar uma telepresença dos familiares em unidades de isolamento. Através de qualquer interface web, é possível comandar o Double e navegar. Demonstramos durante a feira o uso dele, e visitamos os stands vizinhos e comandamos passeios deste Robô a distância.

Atenção até das Televisões:

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A participação da Plug foi um dos destaques do Facilities Innovation, durante a feira alguns veículos de mídia tradicional se interessaram . Dentre eles recebemos equipes das Televisões Record e Globo.

Ao lado temos um dos sócios da Voice, Marcius Wada  concedendo uma entrevista para TV Globo. Durante a matéria gravada a Plug obedeceu comandos, respondeu informações e ajudou nos deslocamento do Stand.

Nas mídias sociais

Muita gente pedia uma foto com a Plug. No instagram vimos diversas fotos da Plug. A própria organização da feira publicou o seguinte post:

Participação da Plug no Congresso

A Pulg também participou do Congresso de facilities, no vídeo a seguir temos ela demonstrando suas habilidades em dança:

Outros links sobre a participação da Plug:

Galeria de Fotos

 

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Sobre a Hospitalar

Hotelaria Hospitalar! E se os Hospitais fossem classificados por estrelas ?

E se os Hospitais fossem classificados por estrelas ?

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Artigo de Renata Baleotti
Em meu texto anterior eu falei sobre o quanto eu considero que a Hotelaria Hospitalar é possível para todos. Hoje venho novamente reforçar a ideia que na qual acredito muito.
Há alguns anos o Ministério do Turismo desenvolveu o SBClass, um Sistema Brasileiro de Classificação de Meios de Hospedagem. Hoje está suspenso para novas classificações. Porém a lista de estabelecimentos classificados estará vigente até a data de validade dos certificados.
Esse sistema foi criado para aumentar a competitividade, organizar o setor e estabelecer um padrão nos serviços de hospedagem.
A classificação é baseada em requisitos mínimos de infraestrutura, serviços e sustentabilidade . Meios de hospedagem mais simples com  classificação duas estrelas podem, por exemplo, proporcionar experiências excelentes aos seus hóspedes. Por que não? Depende muito dos gestores.
A hotelaria convencional é um tipo de serviço com relação comercial, sim. Porém a hotelaria adaptada em hospitais não precisa necessariamente se basear nesse cenário de competitividade e, excluir de forma não intencional hospitais públicos dessa realidade que só traz vantagens para as instituições, se for bem gerida, claro.
Sabemos que investimentos em tecnologia e infraestrutura trazem retornos muito importantes para os hospitais. Mas há outros caminhos que podem ser seguidos. Afinal há simplicidade e sucesso na hotelaria convencional.
Gostaria de encorajar hospitais a implantar a hotelaria. Oferecer o mínimo de serviços porém  humanizados fazem uma diferença enorme na experiência do cliente.
A criação de um setor de Hotelaria melhora processos e fluxos, reduz custos, otimiza o setor assistencial e ainda proporciona bem-estar, conforto e segurança. Investir em mudanças na cultura organizacional da instituição gera  benefícios por menores que sejam.
E toda melhoria na área da saúde quem sempre ganha é o ser humano. Por que não podemos usufruir de hospitais públicos melhores?
Por que a Hotelaria só tem que ser implantada em hospitais onde há mercado competitivo?
Acredito muito na Hotelaria em hospitais públicos. Só depende de atitude e gestão. A rede pública pode e deve buscar boas soluções em hotelaria para oferecer um sistema de saúde melhor ao usuário.

Sobre Renata Baleotti

Renata BaleottiRenata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

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Hotelaria Hospitalar – Quando a arte de cuidar se encontra com a arte de servir

hotelariahospitalarrenata baleotti

A Hotelaria Hospitalar para alguns hospitais ainda é vista como um objetivo longe de ser alcançado.

Mas esse pensamento pode mudar quando gestores entenderem a essência da Hotelaria e absorverem características dela condizentes com a realidade de suas instituições.

A implantação de tecnologia e mudanças arquitetônicos, por exemplo, podem estar distantes para muitos hospitais no Brasil. São fatores importantes quando se pensa em conforto, bem-estar e segurança. Sim. Não se pode negar. Porém não são os únicos caminhos. Ações simples de humanização podem ser acolhedoras tanto quanto e ter impactos positivos na experiência do cliente.

Um olhar, um sorriso, uma palavra… gestos que demostram empatia e que são essenciais no dia a dia do cliente dentro dos hospitais.

A Hotelaria Hospitalar não deve ser somente vista como serviços que surgiram para, além de atender a expectativa do cliente, a sobrevivência dos hospitais particulares no mercado. A Hotelaria Hospitalar é maior que isso. Ela surge para benefício de todos. Ela é possível sim em qualquer lugar. Só depende dos gestores.

Quando a arte de cuidar se encontra com a arte de servir e juntas com a criatividade e empatia os maiores beneficiados são os serem humanos. Tanto aquele que dá quanto aquele que recebe.

Sobre Renata Baleotti

Renata BaleottiRenata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

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Importância das certificações na área hospitalar

Qualidade é geralmente considerada um conceito subjetivo que não poderia ser definida concretamente, mensurada, ou avaliada.

Mas, no mundo dos negócios, e no ramo hospitalar principalmente, qualidade é considerada um valor. Já a busca por qualidade é considerada um processo. Com múltiplas tarefas, dinâmico e contínuo. Ele necessita de indicadores , medidas e de parâmetros que permitam mensurar os resultados e ajustar as áreas que necessitem de atenção.

Instituições que comprovam estar melhorando sua qualidade de atendimento, processos e tecnologia tem os melhores desempenhos do mercado, e trazem mais resultados para seus investidores.

certificações

Certificações Hospitalares

As ferramentas de avaliação dos níveis de qualidade são as Certificações e as Acreditações.

Elas nada mais são do que conjuntos de regulamentações e regras oficiais definidos que garantem que aquela instituição atende aos mais altos padrões de qualidade e segurança nos serviços e processos.

Para isso, existem ferramentas de avaliação que vão garantir que uma instituição está no caminho certo na busca pela qualidade.

Acreditação: reconhecimento formal (por uma autoridade acreditada) acerca da competência de um hospital para desenvolver tarefas específicas, de acordo com critério pré-definidos. São, em geral, fruto de um intenso envolvimento da comunidade científica, técnica ou clínica,que busca definir as melhores práticas na gestão da qualidade e na segurança do paciente. Na Acreditação o escopo é definido pela Norma de Acreditação.  As acreditações possuem caráter mais técnico e menos procedimental do que as certificações.  São feitas por profissionais que conhecem a área médica em profundidade.

Algumas das principais acreditações na área de saúde são:

​Certificação: procedimento por meio do qual um organismo imparcial de notório reconhecimento público atesta por escrito que os produtos, processos ou sistemas de qualidade de uma instituição estão de acordo com requisitos especificados (Exemplo: normas de certificação ISO). É a empresa que define o escopo do que será mensurado (ou seja, se serão todos os processos da empresa submetidos à valoração ou apenas parte deles).

Nós da Voice iremos lançar um programa de certificação de empresas nos processos que envolvam nossas soluções.

Teremos Certificação que envolve cada solução nossa.  A primeira Certificação será para Gerenciamento de leitos e Checklist.

Lançamento do livro – Gestão com indicadores em Hotelaria Hospitalar – 21 de Maio

livrofarias

Na Hospitalar haverá o lançamento do livro: “Gestão com indicadores em Hotelaria Hospitalar – Métodos, processos, tendências e propostas”

Dentre os autores temos o

marceloboeger

O Professor Marcelo Boeger, 

Presidente da Sociedade Latino-Americana de Hotelaria Hospitalar (SLAHH) e consultor da Hospitalidade Consultoria 

 

roberto fariasO Professor Roberto Farias

Professor docenteMrh Gestão de Pessoas e Serviços
Presidente -Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar Regional Ceará
Consultoria em Hotelaria Hospitalar – Centro de Estudo e Pesquisa em Hospitalidade e Hotelaria Hospitalar

domenico caruso

Domenico Caruso

Gerente de Operações do HCOR

 

djair picchiai

Djair Picchiai 
Doutor at EAESP-FGV

 

O verdadeiro papel dos líderes por Marcelo Boeger

Matéria retirado do perfil do linkedin de:

Marcelo Boeger Consultor e Gestor em Hotelaria e Facilities na Hospitalidade Consultoria

Marcelo BoegerPresidente da Sociedade Latino Americana de Hotelaria Hospitalar e Vice-Presidente da AMTSBE – Associação Mundial de Turismo de Saúde e Bem-Estar.

– Mestre em Planejamento Ambiental pela Universidade Ibero Americana
– Mestre em Gestão da Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi.
– Coordenador e professor do curso de especialização do Hospital
Albert Einstein e professor convidado nos cursos de MBA em Gestão da
Saúde e Infecção Hospitalar (INESP) e Fundação UNIMED.
– Líder e fundador do Grupo de Excelência em Hotelaria do Conselho Regional de Administração de São Paulo;
– Sócio e Consultor da Empresa Hospitallidade Consultoria e autor de
diversos livros, entre eles:
· Liderança em 5 Atos, Editora Yendis, 2012 (co-autor) 2a. edição.
· Manual de Especialização em Hotelaria Hospitalar do Hospital Albert
Einstein, Ed.Manole,2011 (organizador)
· Hotelaria Hospitalar, Gestão em Hospitalidade e Humanização- 3ª.
edição – ed. Senac, 2011 (autor).

 

Artigo publicado no Jornal TodoDia, de Americana/Campinas – SP, sobre o verdadeiro papel dos líderes nas instituições de saúde. 

Link da Matéria Original

Marcelo Boeger explica a Síndrome de Boreout nas instituições de saúde

Por Marcelo Boeger* (repost da matéria da Revista InfraConteúdo publicado em 25 de março de 2019

As instituições hospitalares já conhecem os resultados da Síndrome de Burnout, na eficiência e na falta de humanização dos serviços, principalmente entre as equipes assistenciais. Ela caracteriza-se pela exaustão emocional, despersonalização e esgotamento gerado por forte estresse causado pela natureza do próprio trabalho que desempenha associado às condições em que suas atividades se desenvolvem.

 

O que poucos falam é sobre uma outra síndrome, que acomete as instituições de forma invisível e onerosa, a chamada “Síndrome de Boreout”, em que o colaborador não se identifica com aquilo que faz, atua mal e vagarosamente, apresentando resultados de baixo desempenho, usando seu tempo para assuntos pessoais – de forma discreta para garantir seu status quo, não ser identificado e manter a estabilidade de seu emprego, embora deteste as tarefas a serem desempenhadas -, quando possível, se escondendo atrás de reuniões intermináveis, comissões que o mantem longe de suas atividades originais e prefere atuar dentro das tarefas desenhadas sem metas e sem resultados claros ou mensuráveis.

O Boreout, pode ser caracterizado pelo sentimento de subutilização do colaborador, sua indiferença em relação aos resultados corporativos e enorme aborrecimento ao executar as tarefas de sua responsabilidade. As consequências são sempre sérias para a empresa. Pode afetar toda sua equipe de trabalho e até o cliente, devido à baixa produtividade, chegando em alguns casos mais extremos à sabotagem aos processos, atenção seletiva, absenteísmo e desumanização.

Alguns sintomas são clássicos: desânimo, depressão, ansiedade, tendências de isolamento, sensação de esgotamento físico e emocional, sabotagem ao processo, sofrimento e ansiedade diária antes de ir ao trabalho. A euforia em esperar diariamente o horário de fim da jornada e a escolha em não ser lembrado por sua liderança para realização de suas atividades, uma preguiça constante e a fuga de suas responsabilidades são facilmente identificáveis a um olhar mais atento.

Para reconhecer os sintomas e criar atividades mais desafiadoras e motivadoras, a liderança necessita mapear seus processos e criar parâmetros de mensuração de desempenho para que possa identificar baixa produtividade, problemas no ambiente de trabalho e tomar providências junto as suas equipes. São eles:

 Reconhecer o clima existente entre todos e monitorar o desempenho individual de cada colaborador.

 Criar um canal de comunicação entre os colaboradores e seus gestores ou mesmo com a área de Recursos Humanos (RH) pode ser um bom instrumento de captação e obtenção de informações sobre o clima organizacional. O RH pode, sem dúvida, ajudar na instrumentalização deste desempenho, mas este ainda é de responsabilidade da liderança imediata, que está junto, diariamente, de sua equipe e atua de forma direta.

 Sensibilizar essas lideranças para os sintomas, suas causas e consequências pode ser útil para os resultados.

 Ajudá-los a ter uma leitura do ambiente de trabalho, por meio de indicadores comportamentais pode ajudar a reconhecer estes problemas mais rapidamente para tomar providências, antes que sejam irreversíveis e se incorpore na cultura de toda uma equipe de trabalho.

Sentimento de baixo reconhecimento ou de não pertencimento são emblemáticos e um combustível excelente para que a Boreout exista. Quando a Boreout afeta profissionais de contato direto com o cliente, cuja atividade exige maior dedicação emocional e abnegação, normalmente os resultados são sentidos na avaliação do próprio cliente. Na área de Saúde, pode ser visto como aspectos de desumanização, baixo interesse nas atividades, morosidade na realização das tarefas e procrastinação.

A Boreout é resultado de um distanciamento do colaborador com o trabalho, por não ver mais sentido naquela ocupação, ou as vezes, pode acontecer por se sentir superqualificado para aquelas tarefas ou por não se identificar com aquilo que a empresa desenvolve ou produz – em suas metas e visões corporativas. Pode também se sentir pouco valorizado pelo baixo salário que recebe, quando comparado com o potencial que imagina ter, frustrando-se por ter que se submeter a atividades tão pouco desafiadoras.

 

Marcelo Boeger

Consultor e Gestor em Hotelaria e Facilities na Hospitalidade Consultoria

Marcelo BoegerAdministrador de Empresas, Coordenador e Professor do curso de especialização em hotelaria hospitalar do Hospital Albert Einstein (IIEPAE). Mestre em Planejamento em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Ibero Americano (Unibero), Mestre em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi. Sócio e Consultor da empresa Hospitallidade Consultoria. Autor de diversos livros, entre eles: Liderança em 5 atos – ferramentas práticas para gestores em instituições de saúde (Yendis, 2012); Hotelaria hospitalar – Manuais de especialização Hospital Albert Einstein (Manole, 2011); e Hotelaria hospitalar – gestão em hospitalidade e humanização (2ª ed., Senac, 2012).