O Sistema de Transporte integrado ao processo de Higiene acelera o Giro de leitos

Alguns de nossos clientes estão aproveitando o registro eletrônico da saída do paciente no momento o qual o transportador o retira do leito, para automaticamente acionar o time de Higiene.

Quando temos o cenário onde nosso cliente possui tanto o Sistema de Transporte, tanto o Voice Leitos, o processo fica transparente e conectado.

Nos Hospitais os quais possuem o Sistema de Transporte mais ainda não o Voice Leitos, notificamos o time de Higiene com os recursos que estiverem disponíveis. Como por exemplo Whatsapp, Aplicativo próprio de notificação, telefones etc.

Os transportadores (ou simplesmente maqueiros) desempenham um papel fundamental. São responsáveis por garantir a segurança e o conforto dos pacientes durante o transporte. Além disso, eles têm uma função crucial no controle de infecções e no cumprimento das normas de higiene.

Após um paciente receber alta médica ou ser transferido para outro local dentro do hospital, é essencial que o maqueiro notifique ou acione imediatamente o time de higiene. Com nosso Sistema viabilizamos isso, pois a própria realização da atividade serve para o acionamento da Higiene.

Os leitos hospitalares precisam ser prontamente limpos e desinfetados para receber um novo paciente. Esta comunicação sendo eficiente e automática garantem o recebimento desta informação ao time de higiene, garantindo assim que os procedimentos de limpeza sejam iniciados o mais rápido possível.

O controle de infecções é um aspecto crítico em ambientes hospitalares, pois as infecções adquiridas durante a internação podem ter graves consequências para a saúde dos pacientes. A rápida remoção de um paciente do leito e a notificação imediata ao time de higiene ajudam a minimizar os riscos de contaminação e a disseminação de doenças. Isso contribui para manter um ambiente limpo e seguro para todos os pacientes, visitantes e profissionais de saúde.

Além disso, a atuação eficiente do maqueiro com este acionamento automático ao time de higiene permite uma melhor organização e planejamento das atividades de limpeza. Os colaboradores responsáveis pela higienização dos leitos podem se programar de acordo com a demanda, otimizando seus recursos e garantindo uma resposta rápida e eficaz.

Assim colocamos uma inteligência no próprio processo e a simples realização das atividades já servem para acionar outras. Além disso o gerenciamento dos tempos e SLAs ficam na palma da mão de maneira on line e qualquer desvio é alertado.

Em resumo, a importância de um maqueiro em um hospital vai além do transporte de pacientes. Eles desempenham um papel crucial na prevenção de infecções e na manutenção de um ambiente seguro e higiênico. Ao avisar ou acionar o time de higiene assim que retiram um paciente do leito após ele estar liberado, os maqueiros contribuem diretamente para a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos no ambiente hospitalar.

Transporte Intra-Hospitalar: A Etapa Crucial na Jornada do Paciente

A Jornada do Paciente é um conceito que se refere a todos os passos que um paciente percorre desde o momento em que busca atendimento em um serviço de saúde até a sua alta médica. Essa jornada inclui diversas etapas, como triagem, diagnóstico, tratamento, internação e alta, e todas essas etapas estão interligadas entre si.

Uma das etapas que faz parte da jornada do paciente é o transporte intra-hospitalar, que se refere ao deslocamento do paciente dentro do hospital, seja para realizar exames, consultas, cirurgias ou transferências de um setor para outro. Esse transporte pode ser realizado de diversas maneiras, como macas, cadeiras de rodas, camas hospitalares e até mesmo em pé, dependendo das condições clínicas do paciente.

O transporte intra-hospitalar é uma etapa importante na jornada do paciente, pois pode afetar diretamente a experiência do paciente e a eficiência do serviço de saúde. Um transporte inadequado pode causar desconforto, dor, estresse e até mesmo complicações médicas, como quedas e lesões.

Por isso, é fundamental que as instituições de saúde tenham protocolos claros e bem definidos para o transporte intra-hospitalar, que incluam treinamento de equipes, uso adequado de equipamentos e tecnologias, planejamento das rotas de transporte, avaliação do estado clínico do paciente e comunicação efetiva entre as equipes envolvidas.

Além disso, é importante que o transporte intra-hospitalar seja visto como parte integrante da jornada do paciente, e não como um simples deslocamento de um ponto a outro. É preciso que a equipe de saúde esteja atenta às necessidades e preferências do paciente, respeitando sua dignidade, privacidade e segurança durante todo o processo.

Em resumo, a Jornada do Paciente e o transporte intra-hospitalar estão intimamente relacionados, e um transporte adequado e humanizado é fundamental para garantir uma experiência positiva e eficiente para o paciente.

Mais de 5 Milhões de transportes realizados

O Voice Transporte ultrapassou a marca de mais de 5 milhões de transportes realizados, e a com os novos projetos implantados recentemente, a previsão é que este número deve dobrar até o final do Ano.

Ter um transporte de pacientes eficiente em um hospital é de extrema importância, pois pode fazer a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Um transporte eficiente pode garantir que os pacientes sejam transferidos com segurança e rapidez de uma área para outra do hospital, sem causar qualquer desconforto ou atraso na assistência médica.

Os hospitais geralmente têm diferentes áreas de tratamento, como emergência, UTI, centro cirúrgico, laboratório e radiologia. Cada uma dessas áreas tem necessidades específicas de transporte de pacientes, e a falta de um sistema eficiente pode resultar em atrasos no atendimento e na realização de exames, bem como na transferência tardia para outras áreas do hospital.

Um transporte de pacientes eficiente também ajuda a melhorar a qualidade do atendimento ao paciente, permitindo que os profissionais de saúde tenham acesso rápido e seguro aos pacientes, independentemente da sua localização no hospital. Isso pode ser especialmente crítico em casos de emergência, quando minutos ou segundos podem fazer a diferença na vida de um paciente.

Além disso, um transporte de pacientes eficiente pode ajudar a reduzir o risco de lesões durante a transferência, tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. Um sistema adequado de transporte de pacientes também pode melhorar a eficiência operacional do hospital, permitindo que o pessoal médico se concentre em fornecer o melhor atendimento possível aos pacientes.

Em resumo, ter um transporte de pacientes eficiente em um hospital é fundamental para garantir a segurança e a qualidade do atendimento médico prestado aos pacientes. Isso pode ajudar a salvar vidas, prevenir lesões e melhorar a eficiência operacional do hospital como um todo.

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Outros Posts sobre Transporte

Transporte intra-hospitalar (TIH)

O transporte intra-hospitalar (TIH) refere-se ao deslocamento de pacientes dentro dos hospitais para a realização de exames, procedimentos cirúrgicos e transferências de unidades de baixa para alta complexidade ou vice-versa. 

O TIH dentro dos hospitais pode ser uma fonte importante de eventos adversos (EAs), principalmente para pacientes críticos. Nesses casos, não importa se a transferência é temporária (para a realização de um exame) ou de longo prazo (para uma nova unidade). Há riscos de traumas, complicações hemodinâmicas e de vias aéreas, além de outras alterações fisiológicas causadas por falhas de monitoramento, equipamentos e de comunicação entre setores. Por isso, os benefícios da movimentação do paciente devem ser maiores do que o potencial para danos. 

O ambiente organizacional, o uso inadequado ou a falta de tecnologia utilizada para o TIH no que se refere a aparelhos (bombas de infusão contínua, maca de transporte, monitores e dispositivos para o controle de sinais vitais e de gases sanguíneos) e a falta de comunicação entre os profissionais favorecem a ocorrência de erros e incidentes que podem agravar a situação clínica do paciente transportado.

O sucesso no TIH depende diretamente do planejamento e da atuação organizada da equipe multiprofissional, bem como da escolha de equipamentos adequados, que garantam a monitorização segura do paciente durante o deslocamento. Nesse âmbito, um aspecto importante no transporte do paciente é a comunicação prévia das informações necessárias entre a equipe que transporta o paciente e aquela que irá recepcioná-lo, de forma que não seja comprometida sua segurança e a continuidade dos cuidados de saúde seja reforçada.

Por essa razão, a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2004, criou o World Alliance for Patient Safety (Aliança Mundial para Segurança do Paciente) com o intuito de definir e identificar as prioridades no contexto da segurança do paciente, propondo medidas para reduzir os riscos e mitigar os EAs. O programa, composto por diversos países, busca definir questões prioritárias para a pesquisa na área de segurança do paciente que sejam de alta relevância para países em todos os níveis de desenvolvimento. Além disso, visa conscientizar e conquistar o compromisso político através de campanhas internacionais que reúnam recomendações destinadas a promover a segurança dos pacientes ao redor do mundo. 

Devido à importância do tema no cenário da saúde, em 2014, o Brasil instituiu o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) com o objetivo de qualificar o cuidado em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. 

O Voice Transporte

Nosso Sistema de Transporte, otimiza os processos de comunicação entre requisitante, central de transporte e transportadores, uma vez que as solicitações são registradas em sistema e disparadas de acordo com o disponibilidade visualizadas em tempo real. Dispensa o uso de planilhas em papel para controle e toda movimentação de pacientes, equipamentos ou insumos são coletados dados para geração de estatísticas e relatórios.

O transportador ou circulante é o colaborador responsável por levar o paciente de um lugar ao outro dentro das dependências do hospital, por exemplo, do pronto-socorro à sala de exames. Também são responsáveis por cuidados especiais com pacientes como mudança de decúbito e transporte de equipamentos e insumos.

Para que serve?

  • otimiza o fluxo operacional equipes
  • controlar fluxo de pessoas, pacientes e insumos
  • controlar prioridades e destinos nos transportes de equipamentos
  • controlar prioridades no transporte de pacientes graves
  • monitorar tempos de atividades dos transportadores
  • emissão de relatórios e estatísticas das equipe para medição de indicadores e aumento da qualidade
  • registro em sistema de todas as requisições de transporte

Como funciona?

O VOICE Transporte atua no gerenciamento e controle dos ramais móveis que estão de posse da equipe de transportadores.

Através do sistema web as requisições são solicitadas pela enfermagem e direcionadas à Central de Transportes, que por sua vez visualizam em tempo real a disponibilidade da equipe. 

Dependendo do Tipo de Movimentação, um fluxo é disparado* para os ramais móveis associados à atividade, perguntando e confirmando os passos do fluxo.

O QUE SÃO EVENTOS ADVERSOS (EAS)?

São incidentes ou circunstâncias que podem resultar ou que resultaram em dano desnecessário ao paciente.

Também podem ser definidos como toda ocorrência que resulta em dano não intencional ao usuário relacionado à saúde ou aos serviços fornecidos aos usuários. Há ainda riscos inerentes ao próprio transporte, os quais independem do tempo ou da distância percorrida, sobretudo a ausência de comunicação da equipe multidisciplinar envolvida e a falha de equipamentos.

EVIDÊNCIAS CLÍNICAS DO TIH

O transporte intra-hospitalar de pacientes críticos é uma rotina na maioria dos hospitais, sendo imprescindível que a garantia da segurança do paciente seja mantida durante todo o procedimento, pois envolve uma série de riscos. A razão básica para o transporte é a necessidade de cuidados adicionais não disponíveis no local onde o paciente se encontra, como a realização de testes diagnósticos, procedimentos terapêuticos ou transferência para outros setores ainda dentro do próprio ambiente hospitalar. A ocorrência de EAs nesse tipo de transporte varia de 30% a 80%, sendo as mais frequentes, as alterações da função cardiorrespiratória que resultam, principalmente, em instabilidade fisiológica com prejuízo na oxigenação tecidual. 

Estudos apontam que os principais EAs durante o transporte estão relacionados com: alterações do paciente (hemodinâmicas, respiratórias, neurológicas e gastrointestinais); relacionados à instituição (organização dos locais de partida e destino, realização precisa dos exames, dentre outros) e relacionados a equipamentos (desconexão, desposicionamento, oclusão, perda, tração dos dispositivos, extubação acidental, interrupção de drogas vasoativas, término de medicamentos, término da bateria, término do oxigênio e mau funcionamento dos equipamentos).

A falha dos equipamentos e dispositivos utilizados durante o transporte está entre os principais incidentes que interferem na segurança do paciente durante o transporte. Estudos mostram que, aproximadamente, 32 a 45% dos eventos ocorridos durante o deslocamento foram devido aos equipamentos e dispositivos utilizados, como perda da leitura do eletrocardiograma, falha do monitor, infiltração invertida do tecido subcutâneo e desconexão da infusão de drogas vasoativas e sedação. 

Já no que se refere aos equipamentos, o problema com alarmes e términos de bateria de monitores e bomba de infusão intravenosa contínua são os eventos mais prevalentes, ocorrendo também término do gás de oxigênio do cilindro e mau funcionamento do oxímetro de pulso. Um estudo mostrou que 60% desses eventos ocorreram em transportes eletivos, enquanto 40% aconteceram em emergenciais, demonstrando maior preparo e monitorização nas situações emergenciais e maior desatenção nas situações corriqueiras. Estar munido de materiais e equipamentos é uma forma segura de transportar os pacientes, pois durante o percurso podem apresentar intercorrências, precisando de rápida ação da equipe. Para isso, no momento do planejamento do transporte, é minimamente necessário, para monitorização adequada do paciente: monitor que apresenta os principais sinais vitais do paciente com qualidade. 

Todos os materiais de monitoramento devem estar em perfeito funcionamento, especialmente no que tange à bateria, a qual deve estar carregada o suficiente para cobrir todo o trajeto. É fundamental avaliar individualmente a necessidade do uso de materiais e equipamentos para o transporte de cada paciente, a fim de evitar a ausência ou falha no funcionamento.

Na literatura científica, os estudos que analisam a incidência geral de EAs decorrentes do TIH revelam números díspares, achado confirmado por dois estudos brasileiros. Em um dos estudos, publicado na Revista Brasileira de Terapia Intensiva (2019), 7,5% dos transportes de pacientes críticos registraram eventos clínicos (instabilidade hemodinâmica, insuficiência respiratória, alteração no nível de consciência) e 8% registraram eventos não-clínicos (falhas de comunicação, equipamentos, baterias).

Segundo a recomendação do American College of Critical Care Medicine, pelo conjunto de diretrizes elaborado em 2004, os pacientes críticos devem sempre ser transportados somente sob monitoramento contínuo.

Fontes:

 https://pebmed.com.br/transporte-intra-hospitalar-seguro-o-que-e-e-como-fazer/

Disponível em: https://www.segurancadopaciente.com.br/qualidade-assist/transporte-de-pacientes-intra-hospitalar-riscos-e-prevencao-de-eventos-adversos/

Disponível em: http://www.fhemig.mg.gov.br/index.php?preview=1&option=com_dropfiles&format=&task=frontfile.download&catid=1394&id=14439&Itemid=1000000000000

Disponível em: https://docs.bvsalud.org/biblioref/2019/12/1046436/8revisado-666-1499-1-ed.pdf

Disponível em: http://www.who.int/patientsafety/research/priorities

Veiga C, V et al. Adverse events during intrahospital transport of critically ill patients in a large hospitalRev Bras Ter Intensiva. 2019

Warren J et al. Guidelines for the inter- and intrahospital transport of critically ill patients. American College of Critical Care Medicine. Crit Care Med. 2004 Jan;32(1):256-62.

https://mahospitalar.com.br/noticia/carescape-one-seguranca-do-paciente-no-transporte-intra-hospitalar

Nossa solução de transporte foi destaque do Portal Hospitais

Na Revista Hospitais Brasil edição 101, nosso case de transporte intra hospitalar no Hospital São Camilo foi destaque em uma reportagem escrita pela Jornalista Luiza Mendonça. O Título da matéria foi:

Hospital São Camilo implanta sistema de transporte interno de pacientes

Para ver a matéria original clique aqui

Reprodução da Matéria:

Um processo logístico bem organizado pode trazer melhorias bastante relevantes para a gestão hospitalar e, conseqüentemente, para o atendimento aos pacientes. Embora seja uma prática comum, o transporte intra-hospitalar ainda é bastante temido. O planejamento, a participação de profissionais qualificados e o uso de equipamentos adequados de monitorização são considerados essenciais para um transporte seguro, sendo fundamentais para a diminuição de intercorrências durante o procedimento.

O detalhamento e a importância dada às etapas, aos papéis e às ações de todos os profissionais envolvidos indicam a relevância de atenção especial a esse tipo de procedimento e seus potenciais riscos. A ineficiência do processo de transportes pode impactar significativamente toda a operação de clínicas e hospitais. A garantia da eficiência da ação de transportar um paciente, sobretudo aquele em estado grave, passa pelo preparo da equipe e o adequado planejamento das fases envolvidas nesse processo.

Ainda que haja a possibilidade de complicações, muitas vezes é indispensável que pacientes sejam levados para outros setores dentro do hospital para a realização de testes diagnósticos. Também é preciso considerar o fato de que alguns desses setores inspiram maior preocupação devido à freqüência com que ocorrem complicações. Pode-se citar como exemplo a sala de tomografia, onde o paciente permanece sozinho por alguns momentos durante a realização do exame.

Os desafios dos processos hospitalares na organização demandam um nível crescente de automação e ferramentas de gerenciamento cada vez mais eficazes. Pensando nessas soluções, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo adotou em novembro de 2019 o sistema Voice de transporte interno de paciente, desenvolvido pela Voice Technology.

Chamado popularmente de “Uber do maqueiro”, o sistema foi desenvolvido para Android e permite que o funcionário solicite o transporte do paciente via Intranet, em uma página de Chamados de Transporte. A solução recebe, organiza e gerencia os chamados de acordo com níveis de criticidade e prioridade, disparando-os automaticamente para que os transportadores disponíveis aceitem a tarefa. Todo o processo é realizado via aplicativo, ficando registrado em Banco de Dados e no dashboard de acompanhamento, gerando indicadores on-line.

De acordo com o Diretor de TI da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fausto Demarchi, o principal benefício da implantação do sistema está relacionado à gestão dos fluxos e dos recursos humanos envolvidos neste processo. “Antes do uso da ferramenta, realizávamos a escala de nossos agentes de transportes de forma linear para os períodos da manhã e tarde, pois não tínhamos dados estatísticos sobre os horários de maiores demandas. Após um mês de uso, com a análise dos dados provenientes da solução, identificamos a oportunidade de otimização nestas escalas em aproximadamente 30%”, conta.

GESTÃO DE TRANSPORTE INTRA-HOSPITALAR

Sem dúvida, a logística hospitalar é crucial para manter os níveis de excelência de atendimento e gestão financeira eficaz. Um dos benefícios de ter os conceitos de logística implantados é a otimização de recursos, inclusive recursos humanos, reduzindo custos.

O transporte intra-hospitalar impacta diretamente no dia a dia da instituição e, por isso, comunicação e gerenciamento eficientes são fundamentais. A adoção de tecnologias adequadas aumenta a eficiência da gestão como um todo. O fluxo de informações entre setores fica mais ágil e a quantidade de trabalho administrativo realizado pela equipe de saúde diminui. Nota-se um aumento efetivo na produtividade em todos os setores do hospital, bem como uma significativa redução nas falhas humanas cometidas no preenchimento de dados e formulários de controle.

O processo de transporte intra-hospitalar pode ser dividido em três fases:

  • Preparo do paciente, equipamentos e materiais;
  • Transporte;
  • Regresso do paciente.

NÚMEROS CONFIRMAM A NECESSIDADE DE MELHORIA NO TRANSPORTE INTRA -HOSPITALAR

Estudo realizado em unidade de terapia intensiva neonatal avaliou 502 transportes intra-hospitalares com menores de 1 ano e 5 meses:

  • Foram identificadas alterações termorregulatórias em 17,8% dos pacientes, com destaque predominante para hipotermia;
  • Verificou-se ainda que 64% dos transportes intra-hospitalares objetivaram a realização de exames de diagnóstico por imagens, 42% o eletroencefalograma e 24% procedimentos cirúrgicos, entre outros;
  • A duração do transporte, em média, foi superior a uma hora, em todos os casos.

Em 2011, outro estudo avaliou 1.191 transportes intra-hospitalares durante 12 anos com crianças de até 1 ano de idade e que pesavam menos de dez quilos:

  • Evidenciou-se que mais de 27% dos transportes apresentaram intercorrências clínicas, entre estas 15,3% por hipotermia, 5,5% por hiperóxia, 4,2% por dessaturação, 4,2% por necessidade de aumentar o suporte ventilatório, 1,4% por hipertermia, 1,4% por hiperglicemia e 1% por apneia;
  • Em 6,6% dos transportes ocorreu mais de uma intercorrência.
  • Em todos os casos a duração do transporte foi, em média, superior a uma hora.

Fonte: Estudo “Polineuromiopatia do paciente crítico: uma revisão da literatura”, Brazilian Journal of Health and Biomedical Sciences (BJHBS) – Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ): bit.ly/2TgmQFb

COMO FUNCIONA

O sistema Voice atua na gestão de todo o tipo de transporte dentro do hospital, gerenciando e controlando os devices da equipe de transportadores, permitindo apontar em tempo real os índices de eventos adversos relacionados a esse procedimento. Baseado em solicitações de transporte mediante abertura de chamados via web, os processos podem ser agendados ou simplesmente imediatos.

A solução atende os protocolos e normas de atendimento, padronizando o transporte para nortear a prática e a segurança do paciente. Oferece também suporte humano e tecnológico para responder, de maneira direta e ágil, através da interação entre sistema e transportadores. Um fator decisivo é o mapeamento dos processos. Para cada tipo de transporte há um script definido e cada etapa é confirmada e medida, automatizando o controle e registrando tudo on-line, garantindo mais eficiência.

Ao chegar ao trabalho, cada transportador faz seu registro através de um aplicativo desenvolvido para Android no smartphone ou tablet da instituição. Por meio do sistema web, as requisições são solicitadas pela enfermagem e direcionadas à Central de Transportes, que por sua vez visualiza em tempo real a disponibilidade da equipe. Dependendo do tipo de movimentação, um fluxo é disparado para aparelhos móveis – tablets, smartphones, PABX – e o transportador é perguntado sobre a efetivação de cada etapa, confirmando os passos. Além disso, o responsável pela central pode escolher o melhor profissional para aquela atividade ou então deixar que o próprio sistema decida.

Como existem diversos tipos de transporte dentro de uma unidade, como por exemplo, transferência entre leitos, transferência para Centro Cirúrgico e realização de exames internos, os chamados são classificados por nível de urgência e, caso não haja transportadores disponíveis naquele momento, o próximo profissional livre receberá automaticamente o chamado com maior nível de urgência.

A Central de Transportes é equipada com uma tela web para preenchimento das solicitações, definindo prioridades, e as atividades são enfileiradas de acordo com elas. Pode-se acompanhar a fila de solicitação e os atendimentos on-line e também alterá-la em caso de necessidade.

Assim, toda a atividade do transportador é monitorada e registrada, permitindo que o gestor analise o andamento das solicitações e os indicadores de performance de sua equipe, possibilitando também a descoberta de novas formas de otimizar a logística hospitalar por meio de análise de metas. Os resultados podem ser filtrados por data, hora, período, tipo de transporte, transportador, entre outros, podendo ser exportados para arquivos no formato CSV.

Demarchi considera o planejamento e execução em conjunto com o fornecedor um fator diferencial na implantação do projeto na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

“Durante as primeiras semanas houve um acompanhamento in loco de coordenadores da Voice, que foi de extrema importância para o sucesso da aplicação da solução, pois, ao identificarmos oportunidades de melhorias, estas eram rapidamente endereçadas e concluídas”, finaliza o Diretor de TI.

Fatores que justificam a adoção de sistema de gerenciamento de equipe de transporte:

  • Insatisfação do paciente com a espera nos deslocamentos;
  • Sala cirúrgica parada aguardando a chegado do paciente;
  • Equipamentos de exame ociosos enquanto aguardam pelo paciente;
  • Alta hospitalar acompanhada por transportador;
  • Monitoramento pelo hospital da equipe de transportes;
  • Diversos deslocamentos internos de pacientes ou equipamentos sem controle;
  • SLAs para cumprimento de metas de deslocamentos;
  • Indicadores de produtividade.

Benefícios da adoção de sistemas de transporte:

  • Otimização do fluxo operacional de equipes;
  • Controle do fluxo de pessoas, pacientes e insumos;
  • Controle das prioridades e destinos nos transportes de equipamentos;
  • Controle das prioridades no transporte de pacientes graves;
  • Monitoramento dos tempos de atividades dos transportadores;
  • Emissão de relatórios e estatísticas das equipes para medição de indicadores e aumento da qualidade;
  • Registro em sistema de todas as requisições de transporte.

Saiba mais sobre o sistema de transporte: www.voicetechnology.com.br/voice-gestao-de-transportes

Sobre esta edição da Revista

A Edição 101 – Revista Hospitais Brasil, Trouxe o Caderno de Hotelaria e Facilities. Onde foi tratamos temas de grande importância para a gestão e o desenvolvimento das instituições de saúde: “em busca da eficiência”.

Marcelo Boeger, curador da revista, abordou o Gerenciamento de Processos e a Gestão das Pessoas como fatores que afetam diretamente a eficiência dos serviços nessas áreas…

Matéria originalmente publicada na Revista Hospitais Brasil edição 101, de janeiro/fevereiro de 2020. Para vê-la no original, acesse: portalhospitaisbrasil.com.br/edicao-101-revista-hospitais-brasil

Motivar as pessoas a fazer o bem (ou o certo) pelos outro …

Conceitos que aplicamos em nossas soluções

Em nossos sistemas, constantemente implementamos melhorias que a operação de nossos clientes demonstram serem necessárias e úteis. A cada dia conseguimos implementar desde pequenas sinalizações, a conceitos e processos e observamos que o desempenho das operações de nossos clientes evoluem.

Aproveitamos o conhecimento tácito de nossos clientes como uma fonte de inspiração e uma grande oportunidade de receber feed backs que transformam os processos e conseguimos dar melhores resultados ou mesmo garantir que uma atividade seja realizada.

Recentemente tivemos uma palestra no TED de Erez Yoeli sobre “Como motivar as pessoas a fazer o bem pelos outros” (How to motivate people to do good for others) e identificamos que usamos os conceitos indicados em todas nossas soluções.

Muitos dos bons princípios que aí estão…

Fazem parte dos produtos da Voice Technology…

O Ponto Forte dos nossos Sistemas é o de incentivar o colaborador a fazer o certo a fazer o bem…  Através da publicidade dos dados… Todos conseguem enxergar como seu trabalho é importares e como podem ajudar o grupo…

Na apresentação acima, alguns pontos foram destacados:

  • Visibilidade,
  • Eliminar desculpas,
  • Aumento do acompanhamento,
  • Informar expectativas,
  • Motivar as pessoas a fazer o bem (ou o correto)

Podemos aqui citar alguns exemplos onde aplicamos estes conceitos:

Visibilidade

Um dos grandes fatores de sucesso de nossos projetos é dar visibilidade aos dados. Envolver as equipes e todos o envolvidos. No post Gestão a vista! E o poder da publicidade dos dados exploramos bastantes este fator.

Exemplos de como o fator visibilidade é bem aplicado em nossos sistemas são nossas soluções de Gerenciamento de leitos e Controle do Setup das salas cirúrgicas. Temos exemplos nos quais nossos clientes colocam Televisores espalhados pelo Hospital com o Dashboard de controle. Assim fica explícito o trabalho do médico que deu a alta hospitalar, do enfermeiro quando dá liberação ao paciente e libera o leito, das higienizadoras, camareiras e supervisoras em todos processo de higiene e o de leito disponível.

Eliminar desculpas,

Um exemplo de eliminar desculpas que nosso sistema proporciona aos Gestores, É poder evidenciar a produtividade por cada colaborador. Poder mostrar a seu colaborador ou até equipe a produtividade. A seguir temos um gráfico onde é possível selecionar o período (de horas, dias ou meses… ) e mostramos a comparação de serviço realizado por cada um.

produtividade por colaborador

Este tipo de informação é disponível em todas as nossas soluções. Recebemos um depoimento de um cliente que pode reeducar alguns transportadores baseado nos

  • tempos de respostas registrado pelo sistema
  • e também em seus deslocamentos.

Este gestor acompanha os tempos, em nosso sistema de Transporte, e sempre que há algum colaborador que sai da média ela aplica o treinamento específico daquela etapa do serviço .

Aumento do acompanhamento:

Geramos registros on line das as atividades e temos diversas telas de acompanhamento, acredito que a mais explicita o aumento do acompanhamento é a tela de controle de execução das limpezas concorrentes. A seguir temos uma exemplo:

concorrente

Na tela acima é possível verificar se em quais leitos foram executadas as limpezas concorrentes. É possível acompanhar as execuções das limpezas concorrentes, quais não foram ainda realizados, quais não são para serem realizados pois estão em processo de desocupação. E todos os dados destas estão disponíveis em relatórios.

Informar expectativas,

Em todos os sistemas, nos preocupamos em informar a referência de como aquela etapa deve ser realizada.

Um dos exemplos mais marcantes, é nosso painel de acompanhamento do giro de leito:

painel

Nele a cada etapa sinalizamos com alarmes,

  • em verde: etapa está no tempo,
  • em amarelo: etapa está OK, mas chegando perto de estourar a meta
  • em vermelho: etapa estourou a meta

Motivar as pessoas a fazer o bem (ou o correto)

Todos estes fatores ajudam a indicar o caminho de como fazer corretamente as atividades. Parâmetros on line e disponíveis a todos os envolvidos além de engajarem a equipe no objetivo, repartem a responsabilidade da execução.

Fica explicitado o andamento da produtividade equipe, a realização dos resultados esperados e o envolvimento de todos.

Ajudamos com tecnologia que os recursos humanos sejam aplicados da forma mais inteligente, e assim os processos ficam mais simples e o entendimento de os porquê de cada atividade fica bem evidenciado.

Sobre Erez Yoeli

Pesquisador associado da Sloan School of Management do MIT , onde dirige a Equipe de Cooperação Aplicada (ACT). Sua pesquisa se concentra no altruísmo: entender como ele funciona e como promovê-lo. Ele colabora com governos, organizações sem fins lucrativos e empresas para aplicar as lições desta pesquisa para enfrentar desafios do mundo real, como aumentar a conservação de energia, melhorar a adesão aos antibióticos, reduzir o fumo em locais públicos e promover a filantropia.

Cofen publica nova norma para o transporte interno de pacientes

Nosso sistema de Gerenciamento de transporte pode ajudar na garantia desta regulação. Nele é possível termos as solicitações de transporte, o gerenciamento e a alocação do melhor profissional disponível para aquele tipo de transporte.

O uso em nossos clientes trouxe uma evolução e maturidade do sistema para garantir todos os procedimentos. Os formulários de solicitação garantem que as solicitações venham completas e de acordo. A alocação dos profissionais pode ser realizada de acordo com a disponibilidade e perfil do profissional.

Um dos fatores de sucesso de nossa solução, é o mapeamento dos processos de transporte, para cada tipo de transporte temos um script definido (fluxo) e cada etapa é confirmada e medida.

smartphonetransporteCom os aparelhos móveis o transportador é perguntado sobre a efetivação de cada etapa. Assim todo o processo é gerenciado, monitorado e claro otimizado!

Ao lado temos um exemplo da visualização do transportador.

Cada tipo de transporte tem um fluxo pré determinado e nossa solução automatiza este controle e registra tudo on line. Assim esta reestruturação dos processos traz mais agilidade e eficiência.

No vídeo a seguir temos uma demonstração das interfaces de nosso sistema de transporte:

Temos outros posts sobre o tema:

Leia a Resolução 588/2018 a seguir:

O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012.

  • CONSIDERANDO a Lei Nº 7.498/86, artigos 2º, 3º, 4º, 11, 12 e 13, e no Decreto Nº 94.406/87, artigos 1º, 3º, 8º, 10 e 11;
  • CONSIDERANDO o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem;
  • CONSIDERANDO a Resolução Cofen nº 358/2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem;
  • CONSIDERANDO a Resolução Cofen n 429/2012, que dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da enfermagem, independente do meio de suporte – tradicional ou eletrônico;
  • CONSIDERANDO a Resolução Cofen nº 543/2017, que dispõe sobre o Dimensionamento de Pessoal;
  • CONSIDERANDO a Portaria MS nº 2048/2002, que aprova o Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência;
  • CONSIDERANDO a Portaria GM/MS nº 529/2013 que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) com o objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional;
  • CONSIDERANDO a Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA RDC nº 36, de 6 de julho de 2000, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências;
  • CONSIDERANDO a necessidade de atingir o padrão de excelência do cuidado de enfermagem e favorecer a segurança do paciente, do profissional e da instituição de saúde;
  • CONSIDERANDO as possíveis intercorrências que põem em risco a integridade do paciente durante o transporte em ambiente interno aos serviços de saúde.

RESOLVE:

Art. 1º Aprovar a normatização de atuação da equipe de Enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde, nos termos do Anexo que é parte integrante da presente Resolução.

Parágrafo único. O Anexo de que trata o caput deste artigo contém as normas para atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde e está disponível no sítio de internet do Cofen (www.portalcofen.gov.br).

Art. 2º Os profissionais de Enfermagem participam do processo de transporte do paciente em ambiente interno aos serviços de saúde, obedecidas as recomendações insertas no anexo deste normativo.

Art. 3º O transporte do paciente hospitalizado faz parte das competências da equipe de enfermagem, devendo os serviços de saúde assegurar as condições necessárias para atuação do profissional responsável pela condução do meio (maca ou cadeira de rodas).

Art. 4º Todas as intercorrências e intervenções ocorridas durante o processo de transporte devem ser registradas no prontuário do paciente.

Art. 5º Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem.

Art. 6º Esta Resolução entra em vigor após a sua publicação em Diário Oficial da União, revogando as disposições em contrário, em especial a Resolução Cofen nº 376/2011.

 

ANEXO DE RESOLUÇÃO COFEN Nº 0588/2018

NORMAS PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE TRANSPORTE DE PACIENTES EM AMBIENTE INTERNO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE

  1. OBJETIVO

Estabelecer normas para a atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde, uma vez que a assistência de enfermagem faz-se necessária para garantir a segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde.

  1. REQUISITOS PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE TRANSPORTE SEGURO DE PACIENTES EM AMBIENTE INTERNO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE

2.1. ETAPAS DO TRANSPORTE:

2.1.1. Fase preparatória – Envolve a comunicação entre os locais de origem e destino; avaliação da condição atual do paciente; escolha da equipe que irá acompanhar o paciente; preparo dos equipamentos para o transporte. Nesta fase, a comunicação entre os setores é muito importante, antes da saída do paciente da unidade de origem. Essa comunicação deve considerar as informações sobre a situação clínica do paciente, continuidade da assistência de Enfermagem e liberação do setor de destino para o recebimento do mesmo.

Incumbe ao Enfermeiro da Unidade de origem:

  1. avaliar o estado geral do paciente;
  2. antecipar possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
  3. conferir a provisão de equipamentos necessários à assistência durante o transporte;
  4. prever necessidade de vigilância e intervenção terapêutica durante o transporte;
  5. avaliar distância a percorrer, possíveis obstáculos e tempo a ser despendido até o destino;
  6. selecionar o meio de transporte que atenda as necessidades de segurança do paciente;
  7. definir o(s) profissional(is) de Enfermagem que assistirá(ão) o paciente durante o transporte;
  8. realizar comunicação entre a Unidade de origem e a Unidade receptora do paciente.

Incumbe ao Técnico e/ou Auxiliar de Enfermagem da Unidade de origem:

  1. prestar assistência de enfermagem durante o transporte do paciente, considerando a legislação em vigor e processo de assistência de enfermagem previstos pelo Enfermeiro;
  2. atuar na prevenção de possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
  3. comunicar ao Enfermeiro toda e qualquer intercorrência ou complicação ocorrida durante o transporte, assim como proceder com o registro no prontuário.

Incumbe ao Atendente de Enfermagem da Unidade de origem:

a) auxiliar a equipe de enfermagem no transporte de clientes de baixo risco;

b) preparar macas e cadeiras de rodas.

2.1.2. Fase de transferência – É o transporte propriamente dito. Objetiva manter a integridade do paciente até o retorno ao seu local de origem. Compreende desde a mobilização do paciente do leito da Unidade de origem para o meio de transporte, até sua retirada do meio de transporte para o leito da Unidade receptora, incluindo:

a) monitorar o nível de consciência e as funções vitais, de acordo com o estado geral do paciente;

b) manter a conexão de tubos endotraqueais, sondas vesicais e nasogástricas, drenos torácicos e cateteres endovenosos, garantindo o suporte hemodinâmico, ventilatório e medicamentoso ao paciente;

c) utilizar medidas de proteção (grades, cintos de segurança, entre outras) para assegurar a integridade física do paciente; e

d) redobrar a vigilância nos casos de transporte de pacientes instáveis, obesos, inquietos, idosos, prematuros, crianças, politraumatizados, sob sedação.

2.1.3. Fase de estabilização pós-transporte – Observação contínua, da estabilidade clínica do paciente transportado, considerando que instabilidades hemodinâmicas podem ocorrer entre 30 minutos a 1 hora após o final do transporte.

2.2. DEFINIÇÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM

Por envolver a garantia da segurança do paciente, é mister compreender que o transporte do mesmo, carece de assistência contínua e que necessita da equipe de enfermagem, durante todo o seu processo. Para isso, deve-se assegurar a atuação de profissionais em quantitativo suficiente de acordo com o grau de complexidade que o caso requeira.

2.2.1. CONDUÇÃO DA MACA OU CADEIRA DE RODAS

Não compete aos profissionais de Enfermagem a condução do meio (maca e/ou cadeira de rodas) em que o paciente está sendo transportado.

2.2.2. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DURANTE O TRANSPORTE DO PACIENTE

A designação do profissional de enfermagem que prestará assistência ao paciente durante o transporte, deve considerar o nível de complexidade da assistência requerida:

I – Paciente de cuidados mínimos (PCM): paciente estável sob o ponto de vista clínico  e de enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas;

II – Paciente de cuidados intermediários (PCI): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;

III – Paciente de cuidados de alta dependência (PCAD): paciente crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clinico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;

IV – Paciente de cuidados semi-intensivos (PCSI): paciente passível de instabilidade das funções vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada;

V – Paciente de cuidados intensivos (PCIt): paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.

Para mais informações, acesse

 

Tecnologias na Saúde

Muitos adjetivos são aplicados sobre a adoção da tecnologia no ambiente da Saúde: inteligência, segurança, transparência, economia, eficiência…

Além de benefícios diretos, a adoção de soluções de tecnologia de produtividade nos Hospitais, também é capaz de gerar benefícios indiretos aos pacientes e até diretos aos próprios profissionais de saúde.

IMG_7040Em nosso artigo sobre Gestão a vista! O poder da publicidade dos dados! , fica explícito que além dos impactos diretos de nossas soluções, podemos potencializar estes efeitos quando estes são divulgados e abertos.

A adoção de painéis e Dashboards com informações vivas (on line e atualizadas de acordo com o andamento do trabalho) incluem e engajam os profissionais.

Ao lado um exemplo de como um de nossos clientes monitora e deixa público e visível para todos os envolvidos o andamento do giro do leito.

Aqui no Blog, já publicamos palestra sobre Tecnologias na Hotelaria Hospitalar, ministrada no I Simpósio de Hotelaria Hospitalar da Zona da Mata, nesta palestra fica bem exemplificado que conceitos e tecnologias já aplicados em nosso dia a dia, são aplicados com muito sucesso em diversos processos hospitalares.

Os mesmos conceitos de aplicativos com o Waze ou Uber são muito bem aplicados em soluções para Logística Hospitalar e Gerenciamento de leitos.

codigoazulsmartphone

O poder da mobilidade dos tabletes e smartphones, são bem explorados nas aplicações de Checklists Hospitalar.

Com a tecnologia é possível descomplicar processos e isto simplifica a gestão de muitas atividades. Desde o gerenciamento de leitos, ao controle da montagem e desmontagem das salas cirúrgicas, dos acionamentos e gerenciamento dos transportes

robo digitaEm uma clínica ou em um Centro de ambulatórios ou exames, o índice de faltas é um fator que derruba a rentabilidade da prestação de serviço médico.

Temos diversos cases de sucesso onde com inteligência, uso de robôs e integração, conseguimos proporcionar índices muito melhores e que elevaram a rentabilidade das operações. Um exemplo é Hospital São Bernardo, também temos já publicado aqui no Blog outros depoimentos dos Hospitais São Camilo e Clínica LottenEyes no post: Confirmação de Consultas e Exames

O uso da tecnologia focada em gestão e eficiência permite ao profissional da saúde focar em seu principal objetivo – o atendimento do paciente.

Em um Centro Cirúrgico temos processos complexos que envolvem pessoas, conhecimentos históricos, formas de organização, estratégias de trabalho, métodos, técnicas e procedimentos, utilização de equipamentos e instalações físicas para produção e obtenção de bens e serviços.

telaccMais eficiência no gerenciamento das equipes que trabalham no Giro da Sala é o objetivo de nossa aplicação.

Automatizamos os procedimentos envolvidos na preparação de uma cirurgia, tanto na desmontagem e montagem da sala para próxima cirurgia.

Tornamos menos burocrático e mais inteligente esse processo.

Tudo isso facilita a comunicação entre as equipes envolvidas e traz eficiência na gestão hospitalar, já que com os dados reunidos é possível extrair indicadores que servem de subsídio para a avaliação da qualidade e da produtividade.

Damos controle e melhor previsibilidade das salas, assim ajudamos os profissionais envolvidos na segurança do paciente. Dados on line proporcionam maior inteligência nas tomadas de decisão, com o processo mais limpo e visível, o trabalho flui muito melhor e os profissionais do Centro Cirúrgico podem se focar em sua atividade principal de cuidar de vidas.

Quer saber mais ?  Entre em contato.

ou envie e-mail para comercial@voicetechnology.com.br

Tecnologia para os Hospitais da Rede SUS! O porquê não ?

É recorrente a pergunta de como viabilizar nossa tecnologia em Hospitais Públicos ou aqueles não públicos mas que atendem a Rede SUS.

Por este motivo escrevemos este post com algumas observações que poderão ajudar na evolução  dos projetos.

Aqui no Blog, já falamos um pouco sobre este assunto no Post: O Desafio de implantar tecnologias novas nos Hospitais Públicos.

Um dos benefícios mais críticos de quando aplicamos nossos produtos, é a garantia de trabalhar em dados reais.

Como utilizamos registro eletrônico e on line das atividades e em neste momento já indicamos a próxima atividade e medimos cada passo. Garantimos que a informação é real.

Fazendo uma analogia com a atividade de dirigir um carro.

Sem a tecnologia É como dirigir sem painel.

  • Sem saber se o carro tem gasolina, a operação pode parar a qualquer momento por falta de “combustível’ ;
  • sem saber qual a temperatura, pode-se extrapolar e fundir o motor …
  • Sem saber a velocidade, com certeza haverá muitas multas ou situações de perigo…
  • Sem saber o desempenho de consumo, haverá desperdícios …

Sem nossa tecnologia nas atividades de gerenciamento de leitos, transporte, controle da montagem das salas cirúrgicas, nas checagens de ambiente …

Os gestores dirigem no escuro!

Ter uma operação mais enxuta e com desempenho otimizado não pode ser considerado luxo.

No Gerenciamento de Leitos

A eficiência necessária nos hospitais, só será atingida com o auxilio de tecnologia. Assim garantir que o desempenho da operação esteja sempre na capacidade máxima de atendimento.

Uma afirmação que podemos fazer aos Hospitais que não usam nossa tecnologia no Gerenciamento de leitos, é que se o Gerenciamento de leitos está bom, com certeza está sendo feito da maneira mais cara. E hoje em dia ser dispendioso e ter operações onerosas é um desperdício cruel.

As ferramentas tecnológicas ajudam na transparência. Um fator de sucesso de nossos projeto é a publicidade interna dos dados. É comum chegarmos em nossos clientes e o desempenho do trabalho está on line em uma(ou mais) tela de TV na parede.

O simples fato de dar publicidade a dados de desempenho do trabalho, provoca um ajuste mútuo na equipe. Na tela a seguir temos um exemplo de acompanhamento on line do processo de higienização dos leitos, da para visualizar o status de cada leito, em qual etapa ele se encontra, quem está trabalhando nele e quais são os tempos …

Em cada etapa do processo. É definido metas! os leitos os quais estão hachurados em verde é que estão dentro da meta, os em amarelo estão em atenção e os em vermelho já extrapolaram a meta. Com estes alarmes é possível identificar assim que aparecem os gargalos e agir !

painel

No post, O Papel da Hotelaria Hospitalar na Gestão de Leitos, ilustramos bem o poder deste controle e fazemos uma comparação com painéis de um Aeroporto.

Outro ponto decisivo, é a otimização dos recursos.

Nos casos de mão de obra terceirizada:  Como as alocações são dinâmicas e em tempo real, é possível averiguar as entregas e até atendimentos dos SLAs acordados. A grande maioria de nossos clientes já assumem o costume de utilizar estes controles e até conseguem renegociações contratuais favoráveis .

O ganho do giro do leito é fundamental principalmente em instituições que sofrem com superlotação ou ocupações altas. O custo de uma “não internação” pode custar muito para sociedade, muitas vezes até com a vida de um cidadão.

Temos casos de redução do tempo de indisponibilidade dos leitos

  • de 2 horas e 48 minutos em média
  • reduzindo para 1 hora e 10 minutos em média.

Este caso citado é de um Hospital de 360 leitos e o ganho de disponibilidade do recurso foi fundamental para este Hospital.

Temos outro exemplo já citado aqui no Blog, “A Receita do Einstein“,  que no Hospital Albert Einstein uma consultoria externa calculou o ganho que o Hospital teve e afirmou que o impacto do ganho do giro do leito é como se o Hospital estivesse construido outra unidade de 62 leitos.

Este tipo de ganho, não pode ser ignorado pela rede SUS. No cenário de Déficit de leitos este ganho pode possibilitar o atendimento com menos investimentos de construção de unidades e em alguns casos, com a mesma estrutura atual se esta estiver otimizada.

Atenção nas atividades de transportes

Existem estudos que apontam que a operação de transportes intra hospitalar são responsáveis por até 40% dos desperdícios em um Hospital.

No post já falamos bastante sobre os ganhos na atividade de transporte e até temos um vídeo demonstrativo do uso de nossa ferramenta.smartphonetransporte

A implantação destas ferramentas é importantíssimo para o controle. Gera indicadores on line e dispõe em paineis e relatórios o desempenho. Além do mais. é possível garantir o atendimento aos protocolos de transportes, pois todos os transportem só acontecem seguindo o processo controlado passo a passo eletronicamente pelo sistema.

Processos críticos de acionamentos e priorização de atendimentos

Nossos acionamentos de códigos de emergências (código azul, código amarelo, código laranja etc. ) trazem aos Hospitais um ganho de eficiência exatamente nos processos mais críticos de atendimentos.acionamentos codigos

Os acionamentos são realizados eletronicamente, as respostas são registradas e tudo fica rastreável para auditoria externas ou internas.

Um exemplo da Rede SUS que implantou esta tecnologia é o O HMVSC – Hospital Municipal Vila Santa Catarina na cidade de São Paulo. Outro exemplo, também da Rede SUS é o AME Jardim dos Prados.

Em processos de qualidade

Eliminar processos manuais e controles em planilhas em papel é um fator de ganho de produtividade importante. Fora o fato da confiabilidade dos dados.

Em todos nossos produtos voltados para a área de saúde tem isto como foco!

Em especial temos o Checklist Hospitalar automatizado por tablets. Que possibilita o registro on line das verificações dos lugares ou leitos .

Se o Hospital tem acreditação ou pensar em ter

medalhaNossas aplicações oferecem dados de relatórios que eliminam o retrabalho normalmente realizado por analistas manualmente.

Estes dados e indicadores resultantes destes saem automaticamente e com a garantia de ser dados reais e consolidados.

 

Logística Hospitalar! Nosso sistema de Gestão de transporte traz conceitos modernos e eficientes para dentro do Hospital.

transportehospitalarA ineficiência do processo de transportes pode impactar significativamente toda a operação de clínicas e hospitais.

Um processo logístico bem organizado pode trazer melhorias bastante relevantes para a gestão hospitalar e, consequentemente, para o atendimento aos pacientes.

Nós desenvolvemos uma solução de transporte Hospitalar que leva em conta, conceitos positivos da Logística Hospitalar e também atende os protocolos e normas da área de atendimento a pacientes.

Um dos benefícios de ter os conceitos de logística hospitalar implantados é a otimização de recursos (inclusive os Recursos Humanos). E assim a conquista de redução de custos.

Dos conceitos básicos de logística: uma gestão eficiente de estoque permite o giro na quantidade e nos momentos certos, bem como reduz significativamente a necessidade de infraestrutura física para a guarda de medicamentos, materiais e insumos.

smartphonetransporteUm dos fatores de sucesso de nossa solução, é o mapeamento dos processos de transporte, para cada tipo de transporte temos um script definido (fluxo) e cada etapa é confirmada e medida.

Com os aparelhos móveis o transportador é perguntado sobre a efetivação de cada etapa. Assim todo o processo é gerenciado, monitorado e claro otimizado!

Ao lado temos um exemplo da visualização do transportador.

Cada tipo de transporte tem um fluxo pré determinado e nossa solução automatiza este controle e registra tudo on line. Assim esta reestruturação dos processos traz mais agilidade e eficiência.

O centro de Distribuição dos transporte, é equipado com uma tela Web e através do preenchimento desta em cada solicitação, é garantido as prioridades. A seguir temos um exemplo do cadastro de uma solicitação de transporte. Como tudo já está mapeado, o solicitante somente tem o trabalho de ir clicando nos itens do formulário (e escrever observações quando necessário).

teladeaberturadechamadotransporteAs atividades são enfileiradas de a acordo com as prioridades. E on line pode-se acompanhar a fila de solicitação e os atendimentos a esta.

teladefiladetransporteSe por acaso alguma novidade aconteça, é possível alterar a fila. Veja um exemplo ao lado da tela de acompanhamento.

É possível o responsável pela regulação dos transporte, escolher os transportadores ou então deixar o próprio sistema decidir.

Tudo é automatizado. Praticamente nosso portal recebe os pedidos, encaminha e controle o andamento. Os transportes são atendidos corretamente e com controle de tudo.

Nota-se um aumento efetivo na produtividade em todos os setores do hospital, bem como uma significativa redução nas falhas humanas cometidas no preenchimento de dados e formulários de controle.

A adoção de tecnologias adequadas, aumentam a eficiência da gestão hospitalar como um todo. O fluxo de informações entre setores se agiliza e a quantidade de trabalho administrativo realizado pela equipe de saúde diminui.

A implementação de novos processos ou mesmo ajustes na operação é fácil. Alterando a lógica no portal automaticamente todos receberão os novos passo a passo de cada tipo de transporte.

Como tudo é registrado on line. Tudo é rastreável. É possível controlar todas as movimentações. Esse processo, além de contribuir para uma gestão de falhas, também auxilia saber exatamente de onde o material veio, por onde passou e quais foram suas aplicações e destino.

É fácil acompanhar indicadores de desempenho. Possibilita a monitoração constante. Deixa explícito como as metas vêm sendo atingidas e possibilita a descoberta de novas formas de otimizar a logística hospitalar por meio da análise desses indicadores.

Todo o time é envolvido! O desempenho e as metas de performance fica transparente e tem publicidade na área.

Sem dúvida, o transporte e a logística hospitalar são cruciais para manter os níveis de excelência de atendimento e uma gestão financeira eficaz nas instituições de saúde.

No vídeo a seguir temos uma rápida demonstração das interfaces:

Fontes :

em 11 de Julho de 2017