Curso de Gerenciamento de Leitos do Professor Marcelo Boeger em Salvador

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Acontecerá em Salvador (BA) , nos dias 25 e 26 de outubro, no Sotero Hotel o Curso de Gerenciamento de leitos com o Professor Marcelo Boeger.

O curso é organizado pela empresa Crescer de Salvador.

Inscrições: https://www.sympla.com.br/curso-de-gerenciamento-de-leitos__592147

Outras informações:  71 9 9699-8837  – Virginia Di Tullio – contato@crescerba.com.br

DESCRIÇÃO DO CURSO

Este curso visa oferecer as ferramentas necessárias que um hospital deve ter para gerenciar seus leitos da melhor maneira possível.

  • Otimizando a disponibilidade;
  • maximizando a ocupação dos leitos;
  • reduzindo o tempo de espera do paciente, agendamento cirúrgico, transferência interna de pacientes, manutenção;
  • aumentando o custo-benefício do hospital;
  • e aumentando o faturamento porque reduz os custos com capacidade ociosa de pessoal, infraestrutura, e desperdiço de tempo.

PÚBLICO ALVO 

Administradores hospitalares, Gestores da hotelaria hospitalar, Enfermeiros, Médicos e outros profissionais da área da saúde que desejam adquirir conhecimentos nessa área.

CONTEÚDO 

Bases para Implantação de Gerenciamento de Leitos:

– Conceito, Cenário, Raciocínio Sistêmico, Importância da Arquitetura Hospitalar para o Gerenciamento de Leitos, Premissas dos Ambientes de Serviços.

Problemas que Interferem no Gerenciamento de Leitos.

  • Gargalos no Gerenciamento de Leitos, Alertas de Altas, Serviços que influenciam a Falta de Leitos.
  • Ciclo de Serviços – Fluxo de Serviços no Gerenciamento de Leitos.

Outros Setores demandantes de Volume de Pacientes.

  • Pronto Socorro, SADT,
  • Centro Cirúrgico,
  • Hospedagem,
  • Alta,
  • Desospitalização de Pacientes Crônicos.

Principais Indicadores da Hotelaria Hospitalar.

– Indicadores de funcionamento do hospital, Indicadores por dia e tipo de paciente, Indicadores de Set Up, Indicadores de higiene, Indicadores de controle de infecção hospitalar.
Variabilidade da Demanda e seu Impacto nos Resultados.
– Implantação do Setor de Gerenciamento de Leitos, Prevenindo Atrasos, Pontos Críticos, Conhecendo e Reduzindo a Variabilidade.

METODOLOGIA

Aula expositiva dialogada, multimídia, interação aluno-professor, oficina com exercícios em sala de aula com estudos de casos e uso intensivo de recursos audiovisuais. Bons Estudos!

OBJETIVOS:

– Maximizar qualidade para o paciente e seus familiares,
– Reduzir o tempo de espera,
– Promover maior segurança assistencial,
– Gerar maior conforto a pacientes e familiares,
– Reduzir custos para Instituição,
– Reduzir transferências desnecessárias,
– Ajustar dimensionamento das equipes,
– Planejar adequadamente as atividades,
– Favorecer o fluxo da assistência,
– Determinar o paciente certo no leito necessário às suas condições em uma permanência adequada (a menor necessária para o diagnóstico e terapêutica).

Sobre o PROFESSOR: MARCELO BOEGER

imagem_release_1700843boeger* Presidente da Sociedade Latino-americana de Hotelaria Hospitalar.
* Diretor da Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar.
* Coordenador e professor MBA em Hotelaria Hospitalar do Centro de        Educação em Saúde Abram Szajman do Hospital Albert Einstein.
* Mestre em Planejamento Ambiental pela Unibero.
* Mestre em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi.
* Consultor na área de Hotelaria Hospitalar e Gerenciamento de Leitos para hospitais.

Livros Publicados:
* Liderança em 5 Atos, Editora Yendis, 2014, 2ª edição (coautor).
* Hotelaria Hospitalar, Gestão em Hospitalidade e Humanização, 2ª edição Ed. Senac, 2012 (autor).
* Manual de Especialização em Hotelaria Hospitalar do Hospital Albert Einstein, Ed. Manole, 2011 (organizador).

Sobre a Crescer

logo-crescer A Crescer é especializada em Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas, a CRESCER acredita, incentiva e pratica a capacitação constante. E através de um conceito moderno, a CRESCER integra empresas e seus principais diferenciais competitivos: os colaboradores.

A frente da Crescer, está a executiva Ana Virginia Gomes Di Tullio

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Virginia Di Tulio

Empreendedora e Intra empreendedora com elevada experiência, bom relacionamento, versátil, comunicação eficaz e transparente, disponível para apoiar pessoas e construir ambientes de trabalho positivos. Mais de 20 anos de experiência em algumas empresas da área de saúde, atuando em projetos importantes e exercendo papéis na área estratégica, comercial e operacional, com visão sistêmica e de busca constante na melhoria continua de processos de trabalhos com foco nos resultados da organização. Em paralelo, por cerca de 15 anos, tem ensinado em várias instituições de ensino nos cursos de graduação e pós graduação, além de inúmeras palestras em âmbito estadual e nacional. Atualmente desenvolve Treinamentos e Capacitações na Empresa Crescer .

 

Sistema de saúde & Hotelaria Hospitalar

Screenshot from 2019-07-01 10-02-40O sistema de saúde é definido como um sistema complexo, sendo dinâmico, não existe um único ponto de controle, os comportamentos são imprevisíveis e incontroláveis, e as necessidades das partes não são homogêneas.

Segundo Marcel Proust, as verdadeiras descobertas não consistem em visualizar novas terras, mas em ver com novos olhos. Partindo deste pensamento podemos falar de Hotelaria dentro dos hospitais, o que é muito mais além do que estrutura. A Hotelaria Hospitalar consiste em Serviços aos clientes, Humanização no atendimento, Departamentalização, Gerenciamento e Hospitalidade.

Se sabemos que o sistema de saúde é complexo, teremos que ter processos bem definidos nas unidades hospitalares para poder gerir toda a estrutura, já pensou que a Hotelaria pode ser o caminho?

Para falar de Serviços ao Cliente, precisamos entender quem são eles. Para a Hotelaria o paciente não é mais denominado desta forma, este hoje é cliente de saúde, o qual tem expectativas além do atendimento a saúde. Atendemos além deste cliente os seus familiares e visitas, os quais buscam mais conforto nas unidades e distração.

Segundo Fadi Taraboulsi entendemos por cliente de saúde é toda e qualquer pessoa que entra em contato com o hospital para adquirir serviço médico-hospitalar, ou simplesmente solicitar uma informação. Tendo esta visão de cliente podemos desenvolver produtos e serviços para deixá-los mais confortáveis no ambiente, o qual não escolherem estar.

Vimos que nesse sistema a necessidade das partes não são homogêneas, e a grande conquista da Hotelaria é a Humanização, a qual é a grande descoberta da tecnologia moderna. A Hotelaria traz em seu seio a humanização das pessoas e do seu ambiente hospitalar, ela deve ser a mão amiga que se estende para romper com os paradigmas.

A Departamentalização na hotelaria, trata-se de dividir os seus setores: Recepção e Hospedagem, A & B (Alimentos e bebidas), Governança (higienização e arrumação dos quartos), Lavanderia, Coleta de Resíduos, Lazer e bem estar; entre outros que podem ser adaptados conforme a unidade.

O Gerenciamento das atividades operacionais ficam por conta da Hotelaria, onde tem a responsabilidade de entender os fluxos de atendimento, criar fluxogramas, supervisionar e criar melhorias nos processos.

A Hospitalidade esta se tornando parâmetro para a mensuração da qualidade de produtos e serviços, para recuperar a prática da cortesia e acolhimento. Nas unidades hospitalares além da cura o que nosso cliente de saúde mais busca é o acolhimento, no momento de enfermidade. Assim a hospitalidade está presente na Hotelaria auxiliando no ato de receber. Hospitalidade implica Humanização e valorização das relações interpessoais nas organizações.

Abraçar a Hotelaria pode representar a sobrevivência da instituição de saúde, não causa pânico e nem medo, requer somente uma percepção para transformar os comportamentos em condutas, e as atividades em processos. Vamos adquirir o pensamento de Proust e ter novos olhares para as nossas instituições.

 

Sobre Lediana

ledianaLediana Pais é propietária da L Pais Consultoria.

L Pais Consultoria é especialista na área da saúde, dedicada ao mapeamento de processos internos, capaz de identificar oportunidades para promover melhoria continua. Com a aplicação de técnicas e metodologia de gestão para Excelência Operacional e Hotelaria Hospitalar, está no mercado para reduzir desperdícios nos processos internos da sua estrutura.

Lediana é Formada em Hotelaria pela Castelli Escola Superior de Hotelaria, pós-graduada em Administração Executiva pela FGV, especialização em Hotelaria Hospitalar pelo Albert Einstein Faculdade Israelita de Ciências da Saúde, curso Sistema Brasileiro para Avaliadores pela ONA, pós-graduada em Excelência Operacional na Área da Saúde pelo Albert Einstein Faculdade Israelita de Ciências da Saúde, e Green Belt  em utilização da metodologia Lean Six Sigma.

Nós, hoteleiros hospitalares, somos responsáveis por processos desde o agendamento cirúrgico até a alta do cliente. Lediana Pais

 

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Importância do Gerenciamento de leitos Voice para Hospitais usuários MV

É recorrente a pergunta sobre integração com MV !

Este post foi feito especialmente para ilustrar como nosso Gerenciamento de leitos agrega aos Hospitais usuários do Sistema MV.

Vital para alcançar a eficácia nas internações, o gerenciamento de leitos é um processo chave de um hospital, promove a utilização dos leitos disponíveis em sua capacidade máxima.

Incorporar uma metodologia de gerenciamento de leitos hospitalares eficaz vem se tornando fundamental. Investir em processos e ferramentas para agilizar o processo de internação é algo essencial para maximizar resultados.

Criar e acompanhar indicadores de desempenho são atividades fundamentais para uma gestão eficiente na Saúde. Métricas garantem que os resultados traçados no planejamento estratégico sejam alcançados. Permite à organização agir em tempo real diante dos desafios.

Mesmo com um software excelente de Gestão Hospitalar, ainda há lacunas manuais as quais não são cobertas. Nosso sistema é complementar, e consegue cobrir estas lacunas no gerenciamento de leitos. Temos diversos casos de sucesso nos quais transformamos a produtividade de Hospitais os quais já eram usuários do Sistema MV.

temposgirodeleitoanoanoA implantação do Sistema MV já gera alguns benefícios à Gestão de leitos, um de nossos clientes registrou a evolução ano a ano dos indicadores de giro de leito e fica explícito o impacto que cada sistema.

Estes dados são muito esclarecedores e servem como referência para os Gestores. No artigo O que mudou com a utilização do Voice, temos mais detalhes deste caso.

Alguns Hospitais que são referência no mercado brasileiro possuem o gerenciamento de leitos da Voice integrado com o MV, dentre eles destacamos alguns:

  • Hospital 9 de Julho,
  • Congregação Santa Catarina (Hospital Santa Catarina, Casa de Saúde São José, Santa Tereza etc.)
  • Hospital Anchieta,
  • Unimed Volta Redonda,
  • Hospital Moinhos de Vento,
  • Hospitais São Camilo (Pompéia, Santana e Ipiranga)
  • Unimed Fortaleza,

Moinhos de Vento

moinhos no congresso de hotelaria

O Hospital Moinhos de Vento já participou de alguns congressos e simpósios onde apresentou seus resultados com o Voice:

O Moinhos também foi destaque do Site Hotelaria Hospitalar.

Hospital Anchieta (DF)

O Hospital Anchieta também já era usuário do Sistema MV, e depois da implantação do Voice teve ganhos muito expressivos.

No vídeo a seguir temos um trecho da entrevista de Izabela Moreira ao Site Hotelaria Hospitalar onde deixou claro que com o Voice:

  • conseguiu maior eficiência nos processos,
  • com a metodologia do sistema possibilitou engajar toda a equipe,
  • teve a melhoria no tempo de giro de leito, eliminando em média 4 horas que o leito ficava aguardando inicio de limpeza,
  • aumento da eficácia e melhoria do giro do leito,
  • possibilitou incutir a liberação de leito mais ágil,

Link da entrevista na integra

Este Hospital já apresentou seus resultados em Congressos e Simpósios. Na III Jornada de Hotelaria Hospitalar do DF e GO , Izabela demonstrou o Case em Gerenciamento de leitos e destacou o uso da tecnologia. Mostrou como se beneficiou da integração entre Voice e MV.  Mostrou vários painéis vivos de acompanhamento que proporcionam o controle em tempo real.

No final de sua palestra, Izabela demonstrou os ganhos no giro do leito que teve com a implantação do Voice:IMG_8323.JPG

  • Tempo de espera:
    • de 4 hs 46m 20s
    • para 1h 27m 25s
  • Tempo de deslocamento
    • de 7m 55s
    • para 8m 14s
  • Tempo de Higiene
    • de 1h 0m 47s
    • para 52m 26s
  • Tempo de supervisão
    • de 36m 29m
    • para 16m 54s
  • Tempo total:
    • de 6hs 31m 35s
    • para 1h 54m 02s

Hospital Unimed Volta Redonda

O Hospital Unimed Volta Redonda é um exemplo de Hospital que sempre investe em tecnologia . Uma evidência disto é por ele ser um dos primeiros Hospitais com qualificação de Hospital Digital na América Latina, tendo o Himss ERAM 7 (nível máximo). Temos nosso sistema desde a criação do Hospital e ele foi o sistema de integração oficial com a MV.

A Unimed é um bom exemplo em que nosso sistema dá indicadores adicionais a operação. Recentemente o Hospital refez seu processo de terceirização de limpeza e aproveitou os indicadores on line de nosso sistema para colocar estes como SLA no contrato.

Na tela a seguir, o indicador de Porcentagem de execução das limpezas concorrentes realizadas antes do meio dia.

Porcentagem de limpezas concorrentes realizadas

Os relatórios agregam valores aos nossos processos pois direcionam nossas estratégias. Foi um ganho para o setor e para geração de resultados. Hoje, deixamos de atuar diante de percepções e monitoramos de fato cada etapa do processo.

Jéssyca Moreira

Líder de Hospitalidade da Unimed Volta Redonda

Dentre os diversos controles que se transformam em gerenciamento do resultado do terceiro, temos o relatório a seguir que demonstra quantas Limpezas terminais foram realizadas na meta e quantas não.

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Outra ação que nosso sistema proporcionou, foi ter on line a produção de cada trabalhador. Os melhores são premiados ! No mês passado as 3 que melhor desempenharam na limpeza concorrente e as que melhor desempenharam na limpeza terminal foram premiadas com um dia de Beleza.

Veja um exemplo deste relatório:

relatorioconcorrentesranking

 

 

Hospital 9 de julho

O pioneiro com uso de nosso sistema integrado ao MV,  este é um dos Hospitais que estão mais avançados no controle de seus processos. Ao entrar na sala de Hotelaria chama atenção que todos acompanham o Voice, o engajamento envolve todos e é impressionante como até os funcionários da prestadora de serviço são envolvidos.

No Hospital 9 de Julho, o processo de Gestão de leitos cresceu e hoje somos o sistema mandatório de manutenção. Os acionamentos são realizados pelo Voice.

Hospitais da Congregação Santa Catarina

Hospital Santa Catarina

Atualmente abrange 5 Hospitais da Congregação:

  • Santa Catarina (SP),
  • Casa São José Humaita (RJ),
  • Santa Teresa de Petrópolis,
  • Nossa Senhora da Conceição em Três Rios e
  • São José de Teresópolis,

Inicialmente instalamos no Hospital Santa Catarina e depois de um tempo em produção, o corporativo da rede decidiu que nosso produto deverá ser padrão em todos os 16 Hospitais. Gradativamente estamos implantando um a um.

tranformacaosantacatarinaUm fato relevante foi que a partir da primeira instalação, todas as outras foram acontecendo em conjunto do projeto Transformação, e o Voice é implantado junto com o Soul MV.

“Quando a gente começa a se apoiar em tecnologia, os saltos passam a ser exponenciais e a gente não está acostumado com isso na Saúde”,

comenta Vinícius Oliveira,

diretor corporativo de Operações da Associação Congregação de Santa Catarina

Nosso Gerenciamento de leitos é a ferramenta padrão que equipará todos os Hospitais da Congregação. E isso por proporcionar controles e gerenciamento dos processos de liberação de leito inexistentes nos Sistemas de Gestão Hospitalares.

 

Fontes:

Engajamento dos profissionais ajudam no giro de leitos

Nossa tecnologia está ajudando o Hospital Monte Sinai a engajar diversos profissionais no Giro de Leito. Desde Executivos, Médicos, Enfermeiros até a lavanderia…

O Hospital Monte Sinai (Juiz de Fora), já é usuário de nossa solução de gerenciamento de leitos há mais de 2 anos,

Após os primeiros ganhos operacionais que nosso sistema proporcionou, os profissionais de Hotelaria focaram em oportunidades que envolviam e engajavam outras áreas na melhoria do Giro do leito.

Segundo Saulo Moura, Supervisor de Hotelaria do Hospital, para poder ter este foco foi realizado a contratação de um profissional focado na melhoria dos processos. Com a chegada de Mila Vaccarini foi possível explorar as informações dos relatórios, visualizações e painéis on line.

milavaccariniJá estávamos com o trabalho do pessoal da Higiene e limpeza e camareiras com excelente desempenho, mas precisávamos evoluir em alguns gargalos que envolviam outros profissionais, e alguns destes nem sabiam o impacto que tinham no giro do leito.

Com o engajamento destes outros profissionais o trabalho da higiene e limpeza e camareiras teve uma maior exposição e um excelente resultado no Giro do leito.

Mila Vaccarini – Analista de Hotelaria

Assim as oportunidades e gargalos foram sendo explorados uma a uma.

saulomouraO segredo do sucesso é envolver todos os personagens que compõem o giro do leito…

médicos, enfermeiros, internação, camareiras e profissionais de higiene e limpeza…

Saulo Moura – Supervisor de Hotelaria

Os primeiros profissionais incluídos neste engajamento foram da Enfermagem. O enfermeiro no momento que retira o paciente, dentro do próprio quarto pega o telefone e registra saída real do paciente. Assim o leito já entra na fila da limpeza terminal e os enfermeiros ganham um tempo extra para poder realizar os registros no sistema hospitalar, no caso deles o Totvs.

O engajamento da enfermagem é um dos fatores de maior impacto. Eles visualizam os leitos em alta médica e tem como meta agilizar a saída dos pacientes. Isso deu um dinamismo na rotatividade e giro dos leitos.  Em todos os andares do Hospital há TVs com o painel do giro de leito.

Fica registrado e público para todos ! É público para todos os envolvidos desde a hora em que os Médicos já deram alta hospitalar e todos se enxergam no processo e em conhecem todas as fases.

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Os executivos do Hospital (Diretores e Gerentes) em suas salas, tem acompanhamento on line do giro de leito.

Na foto ao lado temos um exemplo de como estes executivos acompanham:

  • todo o andamento do giro de leito,
  • as limpezas terminais,
  • as limpezas concorrentes
  • e também do Dashboard de ocupação on line do Hospital.

Foi identificado que em alguns momentos, o gargalo no giro do leito era no momento da montagem do enxoval.

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As camareiras subiam com um carrinho abastecido com os kits e quando estes acabavam tinham que se deslocar até a lavanderia para abastecer de novos kits.

Por motivos de controle o Hospital não optou por ter estoques satélites ou intermediários e optou por colocar um monitor do fluxo do giro de leito dentro da lavanderia (foto ao lado).

Assim o próprio pessoal da lavanderia acompanha on line o trabalho das Camareiras e quando elas vão chegando no limite de abastecimento eles mesmos sobem com um novo carrinho abastecido. Esse engajamento eliminou tempo precioso no giro de leito e deu ao Hospital um ganho muito expressivo.

Abaixo segue algumas fotos da lavanderia e a tela de acompanhamento on line.

 

Os novos ganhos em números

Segundo Saulo, o trabalho da hotelaria está proporcionando reduções de custo e uma melhor eficiência.

Neste período o Hospital está em um processo de reforma e modernização das instalações. Antes do início das reformas, o Hospital estava com 160 apartamentos em operação, e eles não estavam conseguindo atender toda a demanda .

Após as ações de engajamento e aproveitamento das oportunidades, e com apenas 117 apartamentos operacionais, o Hospital está com uma eficiência muito maior. Mesmo com a redução dos leitos, foi mantido a média de cirurgias e o número total de internações aumentou (principalmente nas emergências).

A taxa de ocupação está entre 85 e 95% durante a semana com picos de 100% ao longo do dia

Saulo Moura – Supervisor de Hotelaria

Melhorias no Hospital não param !

Todo este trabalho foi realizado durante a entrega de novos recursos e instalações . Foi inaugurada a nova maternidade.

O Segundo e terceiro andares estão em reforma, estes somam 44 leitos e o ganho do giro de leito está garantindo ao Hospital a mesma capacidade de atendimento.

Sobre o Hospital:

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Referência para 150 municípios inclusive de outros estados, hoje, o Monte Sinai é um hospital moderno. Conceito máximo em estrutura física. Pioneiro em recursos avançados na área de diagnóstico e procedimentos médico-hospitalares.

A estrutura arquitetônica tem características marcantes. As áreas destinadas aos serviços de assistência à saúde e de apoio diagnóstico e terapia, atendem totalmente às normas técnicas para projetos de estabelecimentos de saúde. O prédio que abriga o setor de internação, dispõe de área de circulação exclusiva para visitantes, interligando todos os andares. Além de conforto aos visitantes, o modelo mantém privacidade para o trabalho de médicos e funcionários, que circulam por área de serviço exclusiva, minimizando riscos de infecção e agilizando o atendimento.

São 300 leitos, entre apartamentos, suítes e alojamentos conjuntos para atendimento a planos de enfermaria individualizados. Unidades de Terapia Intensiva Adulto e NeoNatal e Unidade Coronariana somando 53 leitos, o Hospital ainda conta com Emergência, com plantão nas especialidades de Clínica Médica, Ortopedia/Traumatologia, Pediatria e Cardiologia.

ACESSOS AO HOSPITAL

Pacientes e visitantes do atendimento eletivo passaram a ter acesso ao Hospital Monte Sinai pelo Lobby da portaria localizada na Avenida Presidente Itamar Franco (antiga Av. Independência).

O Lobby comporta o Sinai Conforto, o setor de admissão e check out. Uma cafeteria também compõe o espaço.

Quer saber mais do Hospital ? Veja o vídeo institucional deles:

Fontes:

Hotelaria Hospitalar e Facilities: o diferencial no setor de saúde

Reproduzimos aqui neste post trechos da palestra do Professor Marcelo Boeger na última feira Hospitalar. O texto é do Professor e o link original se encontra nas fontes.

Marcelo Boeger, Presidente da Sociedade Latino-Americana de Hotelaria Hospitalar (SLAHH) e consultor da Hospitalidade Consultoria 

boeger_hotelaria_hospitalarMelhoria de desempenho da equipe, redução de custos, prestação de serviço de primeira…

A otimização de resultados por meio de pessoas e processos é o sonho de consumo de todo e qualquer gestor, independentemente do tamanho e do ramo do negócio.

Sempre há ajustes que podem e devem ser feitos para fomentar a produtividade e a rentabilidade.

Inclusive de instituições particulares e públicas da área da saúde, como hospitais, prontos-socorros, clínicas etc., que passam por problemas sérios de “saúde financeira, reflexos da conjuntura econômica e crise política que assola o País.

A gestão das áreas de hotelaria e facilities a cada ano vem se aprimorando e agrega tecnologia, ciência, conforto e segurança na hospitalidade, oferecendo qualidade, valor e satisfação para o cliente. Este segmento tem a função de contribuir no aprimoramento do sistema hospitalar, que deve ser o resultado de processos, trabalho e valores.

Desde 1999, ano em que passei a atuar no setor de hotelaria e facilities, a reclamação mais recorrente do paciente refere-se à demora no atendimento e também à falta de leito, que muitas vezes é liberado com muita lentidão. Essas falhas geralmente são frutos de uma inércia operacional e administrativa que envolvem pessoas sem metas claras, rotinas de serviços em desarmonia, ambientes e fluxos de pacientes mal resolvidos. Resultado: todos saem perdendo: o cliente final, os colaboradores, os médicos e o hospital.

facilities_innovationDo piso, passando pelas paredes e pelo mobiliário com dificuldade de higienização e secagem, até o horário em que são servidas as refeições, a maior parte da rotina de hotelaria interfere no “giro do leito”, isto é, quantas vezes o mesmo leito gira em um período, que é diretamente afetado pelo Tempo Médio de Permanência e pelo tempo entre a saída do paciente e a ocupação do mesmo leito por novo paciente. Alguns hospitais já conseguem reduzir esse tempo – o que reflete positivamente o faturamento no final do mês – conscientizando que todos os envolvidos fazem parte de um mesmo mecanismo: quando um trava, todo o time para, pois é uma meta compartilhada que deve envolver toda a equipe, fechando o elo.

Aproveitando o uso do leito com inteligência de processos

Essa corrida contra o relógio vem ocorrendo principalmente nos últimos anos, quando as instituições de saúde perceberam que, quando a área de hotelaria e facilities atua de forma estratégica em diferentes níveis de serviço – da diretoria ao operacional, passando pela gerência e coordenação –, tudo flui de maneira mais rápida e eficiente, reduzindo o tempo de permanência no ambiente da saúde e, ao mesmo tempo, otimizando monetariamente todo o processo.

Os hospitais são instituições complexas de serem administradas e a despeito de seus esforços, carecem de uma estrutura física e humana menos traumática ao paciente, podendo tornar a hospitalidade como um agente fomentador de calor humano, acolhimento, em contraste com a frieza do ambiente hospitalar. É possível evitar, por exemplo, que pacientes clinicamente aptos para ter alta fiquem internados por burocracias ou má gestão das tarefas clínicas. Também se pode escolher o tipo de cirurgia que será feita em determinados horários e dias da semana visando à disponibilidade de leitos.

Tudo pode ser mais bem gerenciado observando-se atentamente o próprio fluxo do hospital para estabelecer novas rotinas que favoreçam a realização de todos os serviços – da troca de uma lâmpada à compra de lençóis, passando pela escala de cirurgias. Com os reais números de quanto custa cada setor do hospital na mão, é possível realizar estudos para propor a escala de folga dos funcionários, o momento adequado para fazer a manutenção de um quarto, participação nos resultados para aqueles que atendem essas metas, entre outras benfeitorias.

Quando toda a engrenagem funciona bem, o paciente, mesmo não percebendo todos os pormenores, “registra” que viveu uma experiência positiva, em que “tudo ocorreu bem”, pois se sentiu seguro e confortável diante do atendimento prestado – sobretudo pelas pessoas que o acompanharam durante a estadia – com competência e agilidade. E isso já é mais do que suficiente para fidelizá-lo e gerar um desfecho positivo ao mesmo.

Portanto, a hotelaria hospitalar é um conjunto de processos, serviços e procedimentos, desde a arquitetura, instalações, equipamentos até os recursos humanos.

 Projeto arquitetônico a favor da fluidez na rotina hospitalar

Um bom projeto de arquitetura hospitalar é meio caminho andado para garantir que a logística de hotelaria e facilities funcione bem. Vai muito além da escolha de revestimentos, móveis e adornos. Começa com a criação de espaços, áreas de circulação e fluxos que sirvam de apoio no dia a dia clínico.

O depósito de material de limpeza, a copa, o expurgo, a rouparia, o abrigo de resíduos temporário, por exemplo, tem de estar estrategicamente alocado para não só atender normas e legislação, mas também para reduzir fluxos desnecessários, reduzir o uso de elevadores, gerenciar o fluxo de pacientes, seus acompanhantes, colaboradores e médicos.

Esse raciocínio vale para decidir onde manter um local para guardar o enxoval ou ainda montar uma miniestrutura na copa para abastecimento de utensílios e alimentos. Todos esses cuidados otimizam sobretudo o desempenho de todos os profissionais hoteleiros, que se sentem mais produtivos, porque conseguem concretizar as tarefas com mais assertividade – o retrabalho é sempre desmotivador e caro.

Uma arquitetura hospitalar, em harmonia com a área de facilities, entrega soluções mensuráveis, em médio e longo prazo, que refletem em todo e qualquer custo da operação diária de um hospital.

Apartamento na Feira Hospitalar:

vitrine de todo o processo de um hospital

Recentemente, em parceria com a acr arquitetura, a Grau Engenharia e a Senzi Lighting, participei da 25ª edição da Hospitalar apresentando um apartamento de internação, que foi usado para demonstrar algumas dinâmicas relacionadas a facilities. Atores simularam situações cotidianas de um hospital que puderam ser acompanhadas pelos visitantes em uma arquibancada estrategicamente locada.

O projeto agregou o que há de mais moderno em design, conforto e tendências, inclusive tecnológicas, como na área de iluminação e na plataforma de comunicação. Teve aspectos realistas e outros conceituais, além de apresentar inovações em revestimentos. Na ocasião, fiz palestras sobre produtos que reduzem custos e melhoram a eficiência e a segurança do paciente em hospitais, clínicas e laboratórios.

Por meio desse estande, mostrou-se que o apartamento de internação é uma pequena e importante parte de um universo muito grande, uma vitrine que reflete se os processos internos de um hospital estão ou não funcionando de forma eficaz e produtiva em todos os setores.

Demonstrações realistas

As demonstrações aconteceram no Quarto Hospitalar Modelo.

“Projetamos um quarto hospitalar com o objetivo de ser o mais humanizado possível. O espaço é bem conceitual, o que possibilita que o público veja com clareza o que será demonstrado dentro dele, mas também é um local onde se pode observar diversas tendências em tecnologias, design, novos materiais e mobiliário, por exemplo”,

explicou Antônio Carlos Rodrigues,

arquiteto titular da ACR Arquitetura, escritório especializado em saúde.

 

Fontes:

em 10 de Novembro de 2018

Marcelo Boeger, 

Presidente da Sociedade Latino-Americana de Hotelaria Hospitalar (SLAHH) e consultor da Hospitalidade Consultoria 

 

Como foi o III Fórum de Hotelaria Hospitalar do Norte e Nordeste Hospitalmed 2018

Aconteceu em Recife (Pernambuco) o III Forum de Hotelaria Hospitalar do Norte e Nordeste do Brasil dentro da Feira HospitalMed, foi um sucesso contando com mais de 150 pessoas.

Na palestra de Inovações na Liberação de Leitos o Engenheiro Luiz Roberto (Beto) discursou por 30 minutos e detalhou as melhores práticas na liberação e giro de leito hospitalar. Em sua palestra, o Beto, falou desde as novas tecnologias como Robôs, Internet das Coisas, mas também como a melhor tecnologia (em sua visão) para girar um leito. Assista na íntegra a palestra abaixo:

O evento contou com grandes nomes da Hotelaria Hospitalar do Brasil, veja abaixo a programação completa do evento

 

p_20181003_144219.jpgMarcelo Boeger deu as boas vindas e explicou um pouco da evolução da Hotelaria Hospitalar no Brasil, destacou que em meados do ano 2000 poucas pessoas sabiam o que era Hotelaria Hospitalar, que não havia um cargo de gerência, que não tinham uma sala e que a Hotelaria não tinha voz, no entanto, passados 18 anos a Hotelaria se tornou uma grande área dentro da instituição e que agora participa da estratégia do Hospital.

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Na sequência Lauro Miquelin – CEO da L+M, destacou as inovações na Hotelaria Hospitalar, comentou das mudanças recentes na composição dos Hospitais como por exemplo grandes grupos Hospitalares, diferentes formas de contratação como por exemplo, produtos comprados como serviços etc.

 

 

A palestra do Eng. Marcelo Tilio diretor da Evolutix foi baseada em Hospital Inteligente e apresentou uma ferramenta de automação do quarto voltado para o paciente, como por exemplo, controlar a TV, a cortina, o ar condicionado e chamar o time de enfermagem por um tablet.

Após as palestras iniciais, ocorreram 2 debates, o primeiro foi discutido a sustentabilidade e apresentando o case de sucesso de economia de água do Hospital Unimed Fortaleza pelo Sr. Huelington Rocha Sampaio e moderado pelo CEO da W-Energy Sr. Wagner Carvalho.

O segundo debate foi moderado pelo Eng. Mauricio Almendro Diretor do Grupo Verzani&Sandrini e apresentado o case de controle de acesso do Patrimônio de 2 grandes Hospitais, Unimed Americana e Unimed Recife.

Já a ultima palestra do dia foi conduzida pela Coordenadora de Operações do Hospital HCOR de SP a Sra. Katia de Assis. Sua fala foi baseada na Inovação e Redução de custos na Higiene Hospitalar. Katia demonstrou a aplicação de máquinas em substituição as limpezas convencionais e se mostrou super eficiente em alguns setores como por exemplo, nas áreas comuns. Um grande benefício destacado pela coordenadora é que a máquina carrega sua própria água e depois de lavar já seca, não sendo necessário balde e depois rodo para enxugar. Além de veloz a máquina trás o benefício ergonômico e econômico para a instituição, abaixo segue detalhe da máquina utilizada no Hospital HCOR.

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Abaixo seguem algumas fotos do evento:

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Gestão de leitos – Unimed Petrópolis

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flavia_favero-e1529969384753.jpgNeste Post publicamos a palestra de Flávia Fávero :

  • Responsável pela Hotelaria Hospitalar da Unimed Petrópolis-RJ
  • Presidente da Sociedade de Hotelaria do Estado do Rio de Janeiro

que palestrou com o tema:

GESTÃO DE LEITOS – COMO EU FAÇO?

unimedpetropolisInicialmente, Flávia apresentou o Hospital.

Citou a missão do Hospital:

Prestar assistência em saúde com humanização, qualidade, segurança e efetividade aos clientes.

Na sequência mostrou o Hospital em números:

  • 504 funcionários e mais 193 de empresas parceiras;
  • 87 leitos, (67 internações gerais, 20 em UTI’s ),
  • 5 salas cirúrgicas;
  • Taxa de ocupação de 83%;
  • média de permanência de 5,45 dias;
  • Realizamos em média por mês em 2018:  5223 atendimentos no pronto atendimento;
  • 406 internações;
  • 354 cirurgias.

Para entrar no assunto de Gestão de leitos , Flávia citou 3 definições que para ela são importantíssima:

” É a utilização dos leitos disponíveis em sua capacidade máxima dentro dos critérios técnicos definidos pela instituição, visando a diminuição da espera para internação, transferências externas e satisfação de nossos clientes pacientes e clientes médicos. “

Alexandra Reis – Gerente Operacional da AACD
Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar

Citou também Boeger:

“O giro de leitos, seria mais eficiente se as altas fossem dadas antes das 10 horas.

Os equipamentos da assistência fossem retirados do quarto de imediato, para iniciar a terminal e os utensílios existentes no quarto fossem rapidamente consertados.”

Marcelo Boeger Presidente da Sociedade Latino Americana de Hotelaria Hospitalar

Sócio Diretor da Hospitalidade Consultoria para Meios de Hospedagem.

Coordenador e Professor da Pós Hotelaria Hospitalar do Einstein

E por último, apresentou a definição de seu profissional de linha de frente, um plantonista que em sua simplicidade descreveu bem a questão:

“ Se o médico der alta cedo e o paciente for embora, liberamos a nossa parte o mais rápido possível, para higiene limpar e em seguida a rouparia arrumar…assim o leito é liberado para o próximo paciente.”

Celso Gonçalves – Plantonista do setor de
manutenção do Hospital Unimed

Na sequencia , Flávia expôs todas as áreas e atividades ligadas diretamente na Gestão de leitos, e fez um breve relato de cada uma:

  • Nutrição,
  • Estacionamento,
  • Controle de pragas,
  • portaria,
  • Higienização e resíduos
  • Governança,
  • Lavanderia,
  • Recepção,
  • Manutenção…

Ainda nesta descrição, salientou que para o bem estar e segurança do paciente, o processo de gestão de leitos tem que estar bem integrado com os seguintes profissionais diferentes no Hospital:

  • Nutrição,
  • Administração,
  • Serviço de Higienização,
  • Governança,
  • Lavanderia,
  • Manutenção,
  • Enfermagem,
  • Equipe médica,
  • Recepção,

Depois falou um pouco sobre o processo em si:

Processo de gestão de leitos

fluxoliberacao

Flávia, também mostrou o fluxo de liberação da Unidade de internação.ou

 

Baseado na figura ao lado, demonstrou a sequencia de atividades deste fluxo.

Que se inicia na recepção, que aciona Higiene, que antes de liberar realiza um checklist.

Sendo:

Checklist ok: Leito liberado

Checklist não ok: encaminha para providencias (Higiene ou Estrutura).

Anomalia resolvida: volta ao checklist .

Não resolvida: segue interdição do leito.

Flávia então entrou em detalhes de suas atividades na busca da melhoria continua em sua gestão de leitos.  Detalhou as ações, atividades e conquistas, explicando ponto a ponto a lista a seguir:

  • Ênfase no foco no cliente e maior envolvimento da alta direção
  • Ter Política de Gestão de Leitos
  • Ter Procedimentos descritos e estruturados
  • Informação confiável
  • Melhorar a interação e a comunicação das equipes
  • Ponto de partida em 2013…
  • Início do stand up final de 2014
  • Nova rodada de melhorias nos processos em 2015
  • Janeiro de 2016 – ONA I
  • Melhor apuração dos dados e ações de melhorias
  • Recertificação do Selo ONA I – 2017
  • Início da criação da Comissão de Gestão de Leitos – 2018
  • Medir, avaliar, discutir dados, indicadores e ações.

Flávia ainda detalhou o que cada área colaborou para o processo de Gestão de leitos:

Enfermagem:

  • Maior Envolvimento da equipe de enfermagem
  • Boletim três vezes em 24 horas do Pronto Atendimento
  • Boletim diário dos setores fechados
  • Definição de leitos / distribuição de Pacientes junto a equipe da internação
  • Envolvimento nos fluxos e criação de novos processos
  • Planos de ação para melhoria contínua
  • Plano de alta
  • Comunicação / orientação aos pacientes e familiares
  • Gerenciamento de leitos de pacientes de longa permanência – Interface com SCIH

Manutenção:

  • Envolvimento quanto a liberação das acomodações
  • Realização do Checklist de inspeção estrutural
  • Mensurar os subtempos referentes a manutenção imediata
  • Mensurar o subtempo referente a interdição da acomodação

Recepção:

  • Definição de prioridades
  • Cancelamento/Liberação do Mapa Cirúrgico
  • Protocolo de agendamento de cirurgias
  • Boletim duas vezes em 24h informando os leitos disponíveis
  • Treinamento
  • Procedimentos
  • Interação com o SCIH – Avaliando os Pacientes em Precaução
  • Equipe Pró ativa

Rouparia:

Mensageiro / Auxiliar de Hotelaria

  • Condução do cliente ao leito “Check in”, ao centro cirúrgico. Sinalização do cliente na SU e apoio a esse paciente.
  • “Check out”
  • Condução de acompanhantes após alta de setores fechados.
  • Verificação diária das altas e previsões, alinhada a recepção, higienização e manutenção.

Camareira

  • Envolvimento com a equipe de higiene.
  • Maior interface com clientes internos e externo.
  • Retorno ao mensageiro.

Higienização:

  • Equipe orientada e pró ativa em relação a gestão de leitos.
  • Mudança no fluxo de liberação da UI.
  • Remanejamento da equipe de apoio para terminais.
  • Indicadores – Com análise crítica e planos de ação definidos.
  • Auxílio do papel – Lançamento dos dados em Excel e a geração desses dados.
  • Melhoria na comunicação

Cafés literários:

Como uma das atividades de engajamento, Flávia citou eventos internos com seus colaboradores, onde eles eram convidados para um café onde trocavam idéias de melhorias e coletava oportunidades a serem exploradas: A seguir fotos dos últimos cafés literários (2017/18):

Considerações finais da palestra:

A gestão adequada de leitos é um processo crítico para a garantia da sustentabilidade de qualquer Instituição hospitalar.

O desconhecimento do perfil assistencial/epidemiológico da Instituição, o pouco giro de leitos, o tempo médio de permanência alto, a super ocupação e consequente falta de leitos são problemas ainda muito comuns na maioria dos hospitais, trazendo como consequência o aumento do risco assistencial, a insatisfação dos clientes, sobrecarga e estresse para os funcionários e a perda financeira quando um leito fica parado.

O Gerenciamento de leitos é um processo complexo, e de responsabilidade multidisciplinar (Hotelaria, Administração, Médico, Enfermagem, Nutrição, etc).

e por final mostrou o,

resultado de uma pesquisa de satisfação:

recomendacaounimed

Flávia disponibilizou  para download a apresentação na integra a qual utilizou.

Contém além das informações do post, os resultados conquistados.