Estamos no Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots

Estamos listados na edição deste ano do Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots.

Esta é a quinta edição do Mapa, que já se tornou uma referência no mercado brasileiro e serve de fonte de informação para quem pesquisa e se interessa pelo tema.

O exemplar da revista está disponível para download do público no site do Mobile Time.

Como destaque é como somos umas das empresas pioneiras a desenvolver solução para a Vertical Saúde.

Nossa solução de transporte foi destaque do Portal Hospitais

Na Revista Hospitais Brasil edição 101, nosso case de transporte intra hospitalar no Hospital São Camilo foi destaque em uma reportagem escrita pela Jornalista Luiza Mendonça. O Título da matéria foi:

Hospital São Camilo implanta sistema de transporte interno de pacientes

Para ver a matéria original clique aqui

Reprodução da Matéria:

Um processo logístico bem organizado pode trazer melhorias bastante relevantes para a gestão hospitalar e, conseqüentemente, para o atendimento aos pacientes. Embora seja uma prática comum, o transporte intra-hospitalar ainda é bastante temido. O planejamento, a participação de profissionais qualificados e o uso de equipamentos adequados de monitorização são considerados essenciais para um transporte seguro, sendo fundamentais para a diminuição de intercorrências durante o procedimento.

O detalhamento e a importância dada às etapas, aos papéis e às ações de todos os profissionais envolvidos indicam a relevância de atenção especial a esse tipo de procedimento e seus potenciais riscos. A ineficiência do processo de transportes pode impactar significativamente toda a operação de clínicas e hospitais. A garantia da eficiência da ação de transportar um paciente, sobretudo aquele em estado grave, passa pelo preparo da equipe e o adequado planejamento das fases envolvidas nesse processo.

Ainda que haja a possibilidade de complicações, muitas vezes é indispensável que pacientes sejam levados para outros setores dentro do hospital para a realização de testes diagnósticos. Também é preciso considerar o fato de que alguns desses setores inspiram maior preocupação devido à freqüência com que ocorrem complicações. Pode-se citar como exemplo a sala de tomografia, onde o paciente permanece sozinho por alguns momentos durante a realização do exame.

Os desafios dos processos hospitalares na organização demandam um nível crescente de automação e ferramentas de gerenciamento cada vez mais eficazes. Pensando nessas soluções, a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo adotou em novembro de 2019 o sistema Voice de transporte interno de paciente, desenvolvido pela Voice Technology.

Chamado popularmente de “Uber do maqueiro”, o sistema foi desenvolvido para Android e permite que o funcionário solicite o transporte do paciente via Intranet, em uma página de Chamados de Transporte. A solução recebe, organiza e gerencia os chamados de acordo com níveis de criticidade e prioridade, disparando-os automaticamente para que os transportadores disponíveis aceitem a tarefa. Todo o processo é realizado via aplicativo, ficando registrado em Banco de Dados e no dashboard de acompanhamento, gerando indicadores on-line.

De acordo com o Diretor de TI da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Fausto Demarchi, o principal benefício da implantação do sistema está relacionado à gestão dos fluxos e dos recursos humanos envolvidos neste processo. “Antes do uso da ferramenta, realizávamos a escala de nossos agentes de transportes de forma linear para os períodos da manhã e tarde, pois não tínhamos dados estatísticos sobre os horários de maiores demandas. Após um mês de uso, com a análise dos dados provenientes da solução, identificamos a oportunidade de otimização nestas escalas em aproximadamente 30%”, conta.

GESTÃO DE TRANSPORTE INTRA-HOSPITALAR

Sem dúvida, a logística hospitalar é crucial para manter os níveis de excelência de atendimento e gestão financeira eficaz. Um dos benefícios de ter os conceitos de logística implantados é a otimização de recursos, inclusive recursos humanos, reduzindo custos.

O transporte intra-hospitalar impacta diretamente no dia a dia da instituição e, por isso, comunicação e gerenciamento eficientes são fundamentais. A adoção de tecnologias adequadas aumenta a eficiência da gestão como um todo. O fluxo de informações entre setores fica mais ágil e a quantidade de trabalho administrativo realizado pela equipe de saúde diminui. Nota-se um aumento efetivo na produtividade em todos os setores do hospital, bem como uma significativa redução nas falhas humanas cometidas no preenchimento de dados e formulários de controle.

O processo de transporte intra-hospitalar pode ser dividido em três fases:

  • Preparo do paciente, equipamentos e materiais;
  • Transporte;
  • Regresso do paciente.

NÚMEROS CONFIRMAM A NECESSIDADE DE MELHORIA NO TRANSPORTE INTRA -HOSPITALAR

Estudo realizado em unidade de terapia intensiva neonatal avaliou 502 transportes intra-hospitalares com menores de 1 ano e 5 meses:

  • Foram identificadas alterações termorregulatórias em 17,8% dos pacientes, com destaque predominante para hipotermia;
  • Verificou-se ainda que 64% dos transportes intra-hospitalares objetivaram a realização de exames de diagnóstico por imagens, 42% o eletroencefalograma e 24% procedimentos cirúrgicos, entre outros;
  • A duração do transporte, em média, foi superior a uma hora, em todos os casos.

Em 2011, outro estudo avaliou 1.191 transportes intra-hospitalares durante 12 anos com crianças de até 1 ano de idade e que pesavam menos de dez quilos:

  • Evidenciou-se que mais de 27% dos transportes apresentaram intercorrências clínicas, entre estas 15,3% por hipotermia, 5,5% por hiperóxia, 4,2% por dessaturação, 4,2% por necessidade de aumentar o suporte ventilatório, 1,4% por hipertermia, 1,4% por hiperglicemia e 1% por apneia;
  • Em 6,6% dos transportes ocorreu mais de uma intercorrência.
  • Em todos os casos a duração do transporte foi, em média, superior a uma hora.

Fonte: Estudo “Polineuromiopatia do paciente crítico: uma revisão da literatura”, Brazilian Journal of Health and Biomedical Sciences (BJHBS) – Revista Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ): bit.ly/2TgmQFb

COMO FUNCIONA

O sistema Voice atua na gestão de todo o tipo de transporte dentro do hospital, gerenciando e controlando os devices da equipe de transportadores, permitindo apontar em tempo real os índices de eventos adversos relacionados a esse procedimento. Baseado em solicitações de transporte mediante abertura de chamados via web, os processos podem ser agendados ou simplesmente imediatos.

A solução atende os protocolos e normas de atendimento, padronizando o transporte para nortear a prática e a segurança do paciente. Oferece também suporte humano e tecnológico para responder, de maneira direta e ágil, através da interação entre sistema e transportadores. Um fator decisivo é o mapeamento dos processos. Para cada tipo de transporte há um script definido e cada etapa é confirmada e medida, automatizando o controle e registrando tudo on-line, garantindo mais eficiência.

Ao chegar ao trabalho, cada transportador faz seu registro através de um aplicativo desenvolvido para Android no smartphone ou tablet da instituição. Por meio do sistema web, as requisições são solicitadas pela enfermagem e direcionadas à Central de Transportes, que por sua vez visualiza em tempo real a disponibilidade da equipe. Dependendo do tipo de movimentação, um fluxo é disparado para aparelhos móveis – tablets, smartphones, PABX – e o transportador é perguntado sobre a efetivação de cada etapa, confirmando os passos. Além disso, o responsável pela central pode escolher o melhor profissional para aquela atividade ou então deixar que o próprio sistema decida.

Como existem diversos tipos de transporte dentro de uma unidade, como por exemplo, transferência entre leitos, transferência para Centro Cirúrgico e realização de exames internos, os chamados são classificados por nível de urgência e, caso não haja transportadores disponíveis naquele momento, o próximo profissional livre receberá automaticamente o chamado com maior nível de urgência.

A Central de Transportes é equipada com uma tela web para preenchimento das solicitações, definindo prioridades, e as atividades são enfileiradas de acordo com elas. Pode-se acompanhar a fila de solicitação e os atendimentos on-line e também alterá-la em caso de necessidade.

Assim, toda a atividade do transportador é monitorada e registrada, permitindo que o gestor analise o andamento das solicitações e os indicadores de performance de sua equipe, possibilitando também a descoberta de novas formas de otimizar a logística hospitalar por meio de análise de metas. Os resultados podem ser filtrados por data, hora, período, tipo de transporte, transportador, entre outros, podendo ser exportados para arquivos no formato CSV.

Demarchi considera o planejamento e execução em conjunto com o fornecedor um fator diferencial na implantação do projeto na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

“Durante as primeiras semanas houve um acompanhamento in loco de coordenadores da Voice, que foi de extrema importância para o sucesso da aplicação da solução, pois, ao identificarmos oportunidades de melhorias, estas eram rapidamente endereçadas e concluídas”, finaliza o Diretor de TI.

Fatores que justificam a adoção de sistema de gerenciamento de equipe de transporte:

  • Insatisfação do paciente com a espera nos deslocamentos;
  • Sala cirúrgica parada aguardando a chegado do paciente;
  • Equipamentos de exame ociosos enquanto aguardam pelo paciente;
  • Alta hospitalar acompanhada por transportador;
  • Monitoramento pelo hospital da equipe de transportes;
  • Diversos deslocamentos internos de pacientes ou equipamentos sem controle;
  • SLAs para cumprimento de metas de deslocamentos;
  • Indicadores de produtividade.

Benefícios da adoção de sistemas de transporte:

  • Otimização do fluxo operacional de equipes;
  • Controle do fluxo de pessoas, pacientes e insumos;
  • Controle das prioridades e destinos nos transportes de equipamentos;
  • Controle das prioridades no transporte de pacientes graves;
  • Monitoramento dos tempos de atividades dos transportadores;
  • Emissão de relatórios e estatísticas das equipes para medição de indicadores e aumento da qualidade;
  • Registro em sistema de todas as requisições de transporte.

Saiba mais sobre o sistema de transporte: www.voicetechnology.com.br/voice-gestao-de-transportes

Sobre esta edição da Revista

A Edição 101 – Revista Hospitais Brasil, Trouxe o Caderno de Hotelaria e Facilities. Onde foi tratamos temas de grande importância para a gestão e o desenvolvimento das instituições de saúde: “em busca da eficiência”.

Marcelo Boeger, curador da revista, abordou o Gerenciamento de Processos e a Gestão das Pessoas como fatores que afetam diretamente a eficiência dos serviços nessas áreas…

Matéria originalmente publicada na Revista Hospitais Brasil edição 101, de janeiro/fevereiro de 2020. Para vê-la no original, acesse: portalhospitaisbrasil.com.br/edicao-101-revista-hospitais-brasil

Se você pudesse falar algo para a Hotelaria, o que você falaria ?

Tantas coisas eu diria à ela mas outras duas são minha prioridade.

1 – Incorpore a tecnologia no seu dia a dia. E para isso, indico a Voice Technology
2 – Obrigada por tudo o que você proporcionou na minha vida.

Em relação a ela ser necessária, já escrevi alguns artigos citando os benefícios dela quando implantada nos hospitais. Inclusive no meu livro “Descomplicando a Hotelaria Hospitalar” também discorro sobre o assunto.

Precisa de consultoria na área de Hotelaria Hospitalar? Entre em contato comigo através do e-mail: baleottirenata@gmail.com

Sobre Renata

Renata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Autora do Livro “Descomplicando a Hotelaria Hositalar”

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

Outros artigos de Renata:

O Gerenciamento de Leitos, salva vidas !

artigo de Renata Baleotti

Dentro de um hospital muita coisa pode mudar de uma hora para a outra. Nem tudo é previsível.

Leito parado é sinômino de custo.

A falta de leitos pode, por exemplo, cancelar cirurgias eletivas, o que prejudica o paciente e a instituição.

O eficaz gerenciamento de leitos é extremamente necessário não traz somente benefícios para a instituição. Ele salva vidas!

A Hotelaria tem um papel fundamental junto com a assistência nesse processo. Quando uma instituição tem um Departamento de Hotelaria, com gestor responsável pelos vários setores de apoio, estes passam a ser integrados e, consequentemente, a comunicação e tomadas de decisão se tornam mais rápidas e eficientes.

O uso da tecnologia no gerenciamento de leitos é um grande aliado. A Voice Technology possui uma solução de apoio às áreas de Internação, Hotelaria e Governança Hospitalar, permitindo visão global dos processos de limpeza e agiliza a liberação de leitos. 

Sobre Renata

Renata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Autora do Livro “Descomplicando a Hotelaria Hositalar”

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

Outros artigos de Renata:

Lançamento do livro “Descomplicando a Hotelaria Hospitalar” de Renata Baleotti

Descomplicando a Hotelaria Hospitalar é um livro que relata a visão de Renata Baleotti sobre a Hotelaria Hospitalar de uma maneira simplificada e de acordo com sua experiência na área da saúde.

É um livro em que busco inspirar e encorajar gestores da área a implantar, nos hospitais, esse conceito que transforma, para melhor, não somente a vida do cliente de saúde, mas também as instituições. Renata

Sobre Renata

Renata Baleotti

Renata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

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VII Simpósio Carioca de Hotelaria Hospitalar – On line e gratuito

A Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro, apresenta o “VII Simpósio Carioca de Hotelaria Hospitalar”. 25 de setembro, sexta feira, das 10h às 16h.

Mais uma excelente oportunidade de conhecimento na Hotelaria Hospitalar !

Participação de

  • Marcelo Boeger,
  • Flávia Favero,
  • Prof.kristian gomes ,
  • Ivonete Melo,
  • Maria Helena Peraccini ,
  • vania Garrido,
  • osmar.teverao.
  • Melissa Muller,
  • Jociane

25 de setembro, sexta feira, das 10h às 16h. Acesse pelo link:https://www.youtube.com/watch?v=L793Ge7_6v0

Primeiro Hospital de Curitiba inicia Gerenciamento de Leitos com Voice

No Hospital São Vicente em Curitiba, o Grupo Morhena iniciou sua operação de terceirização de limpeza e dentro de seu pacote de serviços entregou o Sistema de Gerenciamento de leitos da Voice.

O Voice neste projeto está integrado com o Sistema MV e com a plataforma da Avaya.

Consultora de Hotelaria Hospitalar

O Voice atua beneficamente na Higienização Hospitalar e no Gerenciamento de Leitos. É fundamental para dar transparência de informações e na gestão de pessoas e processos,

A implantação foi liderada pela consultora em Hotelaria Hospitalar Ana Augusta Blumer Salotti , que neste projeto foi contratada pelo Grupo Morhena para toda implantação de seu serviço terceirizado na área de Hotelaria e garantia de que as melhores práticas estão sendo aplicadas.

Segundo Ana Augusta :

“O Sistema VOICE nos ajuda a controlar, gerir e melhorar o processo como um todo, tanto por meio das informações geradas em tempo real, quanto por meio de uma espécie de fiscalização do desempenho de cada pessoa e cada área envolvida no processo. Dessa forma temos subsídios para alcançar melhores resultados como consequência.”

No vídeo a seguir, temos um depoimento da Consultora Ana onde ela interage em suas redes sociais durante a implantação:

Um destaque deste projeto é que além do Gerenciamento de leitos, implantamos o controle da programação das Higiene terminal de diversas outras áreas do Hospital. Em uma tela dá para ver tudo que está planejado, realizado e se atrasar alarmado …

A seguir algumas telas,

  • uma onde é realizada a programação direta no Voice,
  • outra tela onde toda as programações são visualizadas no calendário ,
  • e outra do Dashboard de gerenciamento on line…

Temos o compromisso do Grupo Morhena e da Ana Augusta, aproveitar esta implantação e publicar em breve um artigo detalhando os ganhos operacionais que o Voice está proporcionando ao Hospital São Vicente.

Devido a Pandemia fizemos a capacitação remota dos colaboradores com o apoio de material visual como vídeos e aulas on line. Durante a ativação, respeitando os protocolos de segurança reforçamos o uso do sistema para as equipes internas na semana passada. A seguir algumas fotos onde temos o Sócio da Voice Marcius Wada e a consultora Ana Augusta.

Sobre o Hospital São Vicente-Funef

Fundado em 1939, o Hospital São Vicente tem ampla atuação no transplante de fígado e rim, e nas áreas de Oncologia e Cirurgia. De alta complexidade, atende diversas especialidades clínicas e cirúrgicas, sempre com foco na qualidade e no tratamento humanizado. Desde 2002, a instituição é gerida pela Fundação de Estudos das Doenças do Fígado Koutoulas Ribeiro (FUNEF).

Sua estrutura conta com Pronto Atendimento, Centro Médico, Centro Cirúrgico, Exames, UTI, Unidades de Internação e Centro de Especialidades. O programa de Residência Médica credenciado pelo MEC nas especialidades de Cirurgia Geral, Cirurgia Digestiva, Cancerologia Cirúrgica e Radiologia.

Mais informações: 

Hospital São Vicente – Funef Rua Vicente Machado, 401 – Centro – Curitiba/PR – (41) 3111-3000

Sobre o Grupo Morena

O Grupo Morhena atua nos setores de limpeza, coleta e logística.

Trabalha com a terceirização de multi serviços; com coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos sólidos; engenharia, logística ambiental e locação de máquinas e equipamentos para limpeza predial e urbana.

Fundado em 1979, o grupo possui em seu quadro de profissionais cerca de 3.000 colaboradores, atuando em mais de 260 municípios espalhados em todo Brasil.

Uma trajetória em contínuo desenvolvimento, alinhada com o compromisso com a qualidade, a transparência, com o respeito ao meio ambiente, com a saúde e segurança dos seus colaboradores e comunidade.

Descomplicando a Hotelaria Hospitalar

Se fosse pra eu escrever um livro, esse seria o título

Primeiro porque o termo “Hotelaria Hospitalar” ainda soa estranho para muitos. Inclusive para gestores de saúde. 

Mas de estranho não tem nada. A Hotelaria é como se fosse a peça que falta num quebra-cabeças. 

Ela se encaixa tão perfeitamente bem que o completa. 

Tantas perguntas já foram à mim direcionadas quando falo com o que eu trabalho. A expressão no rosto das pessoas, espantadas, como se algo fora do comum.

Mas não é. Hospital é um tipo de hospedagem. Tudo bem!! Aquele tipo que a gente não deseja e nem procura em agências de viagens. Porém, algumas vezes necessárias.

Por isso, a importância de gestores de saúde entenderem que é preciso… completarem seus quebra-cabeças.

Sobre a autora

Renata Baleotti

Renata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

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