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O Conselho Federal de Medicina anunciou oficialmente no dia 7 de fevereiro, a Resolução 2.227/2018, que define e disciplina a telemedicina como forma de prestação de serviços médicos mediados por tecnologias. Entre outras novidades, os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de assistência à distância. A regulamentação entrará em vigor em três meses.
A Agência Brasil divulgou alguns tópicos da resolução, cujo texto estabelece a telemedicina como exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde, podendo ser realizada em tempo real ou off-line.
Por meio de nota, o conselho avaliou que as possibilidades que se abrem com a mudança normativa são “substanciais”, mas precisam ser utilizadas por médicos, pacientes e gestores “com obediência plena” às recomendações. No âmbito da saúde pública, o órgão considera a inovação “revolucionária” ao permitir a construção de linhas de cuidado remoto, por meio de plataformas digitais.
“Além de levar saúde de qualidade a cidades do interior do Brasil, que nem sempre conseguem atrair médicos, a telemedicina também beneficia grandes centros, pois reduz o estrangulamento no sistema convencional causado pela grande demanda, ocasionada pela migração de pacientes em busca de tratamento”,
destacou o CFM.
A resolução deve ser publicada esta semana no Diário Oficial da União.
Sigilo médico
Para assegurar o sigilo médico, o texto estabelece que todos os atendimentos deverão ser gravados e guardados, com envio de um relatório ao paciente. Outro ponto destacado é a concordância e autorização expressa do paciente ou representante legal − por meio de consentimento informado, livre e esclarecido, por escrito e assinado – sobre a transmissão ou gravação de imagens e dados.
Teleconsulta
A teleconsulta é definida pela norma como consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos. A primeira consulta deve ser presencial, mas, no caso de comunidades geograficamente remotas, como florestas e plataformas de petróleo, pode ser virtual, desde que o paciente seja acompanhado por um profissional de saúde.
Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada a realização de consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias. No caso de prescrição médica à distância, a resolução fixa que o documento deverá conter identificação do médico, incluindo nome, número do registro e endereço, identificação e dados do paciente, além de data, hora e assinatura digital do médico.
Telediagnóstico
A emissão de laudo ou parecer de exames, por meio de gráficos, imagens e dados enviados pela internet é definida pela resolução como telediagnóstico. O procedimento deve ser realizado por médico com Registro de Qualificação de Especialista na área relacionada ao procedimento.
Teleinterconsulta
A teleinterconsulta ocorre quando há troca de informações e opiniões entre médicos, com ou sem a presença do paciente, para auxílio diagnóstico ou terapêutico, clínico ou cirúrgico. É muito comum, segundo o CFM, quando um médico de Família e Comunidade precisa ouvir a opinião de outro especialista sobre determinado problema do paciente.
Telecirurgia
Na telecirurgia, o procedimento é feito por um robô, manipulado por um médico que está em outro local. A resolução estabelece, no entanto, que um médico, com a mesma habilitação do cirurgião remoto, participe do procedimento no local, ao lado do paciente, para garantir que a cirurgia tenha continuidade caso haja alguma intercorrência, como uma queda de energia.
A teleconferência de ato cirúrgico, por videotransmissão síncrona, também é permitida pela norma, desde que o grupo receptor das imagens, dados e áudios seja formado por médicos.
Teletriagem
A teletriagem médica acontece quando o médico faz uma avaliação, à distância, dos sintomas apresentados para a definição e o direcionamento do paciente ao tipo adequado de assistência necessária.
Teleorientação e teleconsultoria
A teleorientação permite a declaração de saúde para a contratação ou adesão a plano de saúde. Já na teleconsultoria, médicos, gestores e profissionais de saúde poderão trocar informações sobre procedimentos e ações de saúde.
Telemonitoramento
Por fim, o telemonitoramento, muito comum, de acordo com o conselho, em casas de repouso para idosos, vai permitir que um médico avalie as condições de saúde dos residentes, evitando idas desnecessárias a unidades de pronto-socorro. O médico remoto poderá, por exemplo, averiguar se uma febre de um paciente que já é acompanhada por ele merece uma ida ao hospital.
Segurança
Para garantir a segurança das informações, o texto estabelece que os dados e imagens dos pacientes devem trafegar na internet com infraestrutura que assegure guarda, manuseio, integridade, veracidade, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional das informações.
Empresas voltadas a atividades na área de telemedicina, seja de assistência ou educação continuada a distância, também deverão cumprir os termos da resolução. Será obrigatório o registro da empresa no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina da jurisdição, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico regularmente inscrito.
Quando se tratar de prestador de serviços pessoa física, deve se tratar de médico devidamente habilitado junto ao conselho e caberá a ele estabelecer vigilância constante e avaliação das técnicas de telemedicina no que se refere à qualidade da atenção, relação médico-paciente e preservação do sigilo profissional.
Nota oficial
Até então prevalece a recomendação do CFM divulgado no site da entidade, que reproduzimos abaixo:
Com o objetivo de esclarecer informações publicadas recentemente nas redes sociais, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nota em que enfatiza ser “vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente”.
A íntegra da nota pode ser lida abaixo.
NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE ATENDIMENTO A DISTÂNCIA
Com relação a informações que têm circulado em redes sociais, o Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público esclarecer que:
1- O atendimento presencial e direto do médico em relação ao paciente é regra para a boa prática médica, conforme dispõe o artigo 37 do Código de Ética Médica: “É vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente após cessar o impedimento”.
2- O CFM, como ente autorizado a disciplinar o exercício da medicina, entende que o exame médico presencial é a forma eficaz e segura de se realizar o diagnóstico e o tratamento de doenças;
3- Sob qualquer circunstância, o CFM reitera que denúncias de desrespeito às suas normas serão apuradas e, se confirmadas as irregularidades, os médicos implicados podem ser submetidos a processo ético-profissional.
Atento a sua responsabilidade, o Plenário do CFM, com o suporte de especialistas, monitora a evolução da ciência na perspectiva de que eventuais avanços sejam incorporados, sempre com respeito às normas éticas.
Brasília, 29 de janeiro de 2019. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
O que os médicos pensam da nova resolução do CFM
O Conselho Federal de Medicina anunciará oficialmente no dia 7 de fevereiro, a Resolução 2.227/2018, que define e disciplina a telemedicina como forma de prestação de serviços médicos mediados por tecnologias. Entre outras novidades, os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de assistência à distância. A regulamentação entrará em vigor em três meses.
Especialistas de uma das maiores e mais representativas instituições médicas do Brasil, a Associação Paulista de Medicina (APM), e do Global Summit Telemedicine & Digital Health compreendem que a normativa do CFM traz avanços importantes para o atendimento em saúde, ao legitimar em nosso País soluções tecnológicas já fartamente utilizadas com sucesso na Europa, Estados Unidos e até em nações da África, só para citar exemplos.
O Brasil finalmente embarca no trem rumo ao futuro da Medicina, mas os avanços poderiam ser maiores, trazendo melhores perspectivas para a assistência remota. A exigência de uma consulta prévia presencial poderia muito bem ser dispensada em casos de consultas simples, conforme já ocorre internacionalmente.
A necessidade de consentimento livre esclarecido assinado ou gravado a ser guardado pelo médico acaba sendo uma garantia para comprovação de boa prática. O registro da teleconsulta tem sim relevância.
Por outro lado, com a Resolução, o Conselho perdeu a oportunidade de rever o Parecer nº 14/2017, que discorre sobre o uso do aplicativo WhatsApp para comunicação entre médicos, e também entre eles e seus pacientes. A despeito de ser bem eficientes para a resolução de questões profissionais distintas de outras áreas, o aplicativo não é ferramenta adequada para a prática médica.
O saldo da Resolução 2.227/18, entretanto, é bastante positivo e traz para o Brasil a possibilidade de consagrar a integralidade do Sistema Único e Saúde (SUS) para milhões de brasileiros, atualmente vítimas da negligência assistencial.
As normativas até então em vigor eram muito tímidas, atrasadas e mantinham o país à margem do desenvolvimento da telemedicina. Para ter uma ideia, se uma mulher estivesse grávida, em férias, em uma localidade distante, e tivesse um problema, um sangramento, não poderia fazer uma teleconsulta por celular, correndo o risco de perder o bebê e até morrer, pois havia proibição por parte da Resolução 1643 de 2012.
Em pesquisa realizada em dezembro de 2018 pela Associação Paulista de Medicina/Global Summit, com retorno espontâneo de 848 entrevistados, 84,67% dos médicos afirmaram usar ferramentas de TI para observação dos pacientes e para otimizar o tempo da consulta. O prontuário eletrônico é a ferramenta mais utilizada, com 76,75% das respostas entre os que já incorporaram a tecnologia na rotina.
Na Europa, 24 dos 28 países membros também possuem legislação sobre teleconsulta. Destes, 17 permitem a consulta remota de forma plena e apenas três com restrições (emergências, áreas com carência de médicos, necessidade de primeira consulta presencial). Alemanha, Eslováquia e Itália ainda não permitem a teleconsulta.
Já prevendo mudanças nas regras para consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de assistência à distância, assim como em virtude da inadiável necessidade de o Brasil dar um passo sem volta à medicina e a assistência em saúde do futuro, a Associação Paulista de Medicina, com o apoio do Transamerica Expo Center, prepara desde 2017 o maior evento da área já realizado em toda a América Latina.
É o Global Summit Telemedicine & Digital Health, que acontecerá de 3 a 6 de abril de 2019, com o objetivo de reunir, durante três dias, as principais referências mundiais nesta área do conhecimento, a programação prevê mais de 70 horas de conferências e fóruns com foco em conteúdo, negócios e inovações.
Entre as presenças confirmadas, estrelas como o doutor alemão Andreas Keck, que é fundador do Strategy Institute for eHealth, dr. Daniel Kraft (EUA), presidente de Medicina da SIngularity University e fundador e presidente do Exponential Medicine, dr. Frank Lievens (Bélgica), secretário executivo da International Society for Telemedicine & eHealth, dr. Robert Wah (EUA), diretor médico global da DXC Technology e ex-presidente da Associação Médica Americana.
Também confirmado no evento, o dr. Pini Ben-Elazar, especialista israelense, diretor executivo da Mor Research Applications, evidencia os benefícios da telemedicina. Ele afirma que a tecnologia em saúde já tem salvado incontáveis pacientes e proporcionado mais qualidade de vida por todo o planeta.
“Em linhas gerais, destaco os cuidados à distância, por um custo baixo. Assim, o paciente necessita menos ver o seu médico e ser diagnosticado em casos de atenção primária”, diz Elazar.
O presidente da Associação Paulista de Medicina, José Luiz Gomes do Amaral, ressalta a importância do Global Summit em ampliar o debate sobre como os avanços técnico-científicos na área médica conduzirão a humanidade em direção a um futuro melhor.
“A Medicina se apoia em três pilares. O primeiro é a vontade de aliviar o sofrimento do próximo; isso se fez há 2300 anos e será igual daqui a 200 anos. Segundo, caracteriza-se pelo comportamento ético, um juramento médico perante a sociedade. Por fim, trata-se da ciência, a qual imensas modificações, que não podemos prever, se fazem constantes em uma espiral que se move em velocidade exponencial”, assevera.
Fontes:

em 9 de Fevereiro de 2019
Raquel Regina , criou recentemente um novo canal no Youtube com foco em Hospitalidade. Clique aqui e assine o canal .
Já publicou 2 vídeos iniciais e chama estes momentos de “A Hora do Compartilhar”
Raquel atualmente é Diretoria Executiva da Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar DF e GO, é responsável por participar das decisões, organização dos eventos dos fóruns, debates, simpósios e jornadas de Hotelaria Hospitalar DF e GO; auxiliar a Presidente e Vice no que for necessário . É uma das fundadoras da Sociedade e foi a primeira Presidente. Também é a responsável pela supervisão de Hospitalidade do Hospital Alvorada Brasília.
No vídeo a seguir, Raquel dá 5 dicas para receber com Hospitalidade:
A seguir , temos o primeiro vídeo disponibilizado no canal, com o tema ” O que é Hospitalidade ? ”
Aqui no Blog, em alguns posts já tínhamos destacado o trabalho de Raquel:
Aproveite a oportunidade de receber o conteúdo diretamente no novo canal.
O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) acaba de publicar a Resolução 588/2018 (a qual cancela a antiga Resolução 376/2011), revisando a participação e o papel da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes dentro da instituição de saúde.
Segundo a publicação, a equipe de enfermagem precisa acompanhar e auxiliar os pacientes durante as transferências internas, uma vez que garante a segurança e assistência contínua dos mesmos.
O Conselho entende que é função da organização oferecer as condições necessárias para que estes profissionais possam desempenhar sua função, seja em pacientes em uso de maca ou de cadeira de rodas. O documento também estabelece o registro de todas as intercorrências e intervenções ocorridas ao longo do trajeto no prontuário do paciente, delegando o papel do enfermeiro e a quantidade mínima de profissionais para transportar o paciente, escolhida de acordo com a complexidade do caso.
Nós desenvolvemos uma solução de transporte Hospitalar que leva em conta, conceitos positivos da Logística Hospitalar e também atende os protocolos e normas da área de atendimento a pacientes.
Nosso sistema de Gerenciamento de transporte pode ajudar na garantia desta regulação. Nele é possível termos as solicitações de transporte, o gerenciamento e a alocação do melhor profissional disponível para aquele tipo de transporte.
O uso em nossos clientes trouxe uma evolução e maturidade do sistema para garantir todos os procedimentos. Os formulários de solicitação garantem que as solicitações venham completas e de acordo. A alocação dos profissionais pode ser realizada de acordo com a disponibilidade e perfil do profissional.
Um dos fatores de sucesso de nossa solução, é o mapeamento dos processos de transporte, para cada tipo de transporte temos um script definido (fluxo) e cada etapa é confirmada e medida.
Com os aparelhos móveis o transportador é perguntado sobre a efetivação de cada etapa. Assim todo o processo é gerenciado, monitorado e claro otimizado!
Ao lado temos um exemplo da visualização do transportador.
Cada tipo de transporte tem um fluxo pré determinado e nossa solução automatiza este controle e registra tudo on line. Assim esta reestruturação dos processos traz mais agilidade e eficiência.
No vídeo a seguir temos uma demonstração das interfaces de nosso sistema de transporte:
Temos outros posts sobre o tema:
Leia a Resolução 588/2018 a seguir:
O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012.
RESOLVE:
Art. 1º Aprovar a normatização de atuação da equipe de Enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde, nos termos do Anexo que é parte integrante da presente Resolução.
Parágrafo único. O Anexo de que trata o caput deste artigo contém as normas para atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde e está disponível no sítio de internet do Cofen (www.portalcofen.gov.br).
Art. 2º Os profissionais de Enfermagem participam do processo de transporte do paciente em ambiente interno aos serviços de saúde, obedecidas as recomendações insertas no anexo deste normativo.
Art. 3º O transporte do paciente hospitalizado faz parte das competências da equipe de enfermagem, devendo os serviços de saúde assegurar as condições necessárias para atuação do profissional responsável pela condução do meio (maca ou cadeira de rodas).
Art. 4º Todas as intercorrências e intervenções ocorridas durante o processo de transporte devem ser registradas no prontuário do paciente.
Art. 5º Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor após a sua publicação em Diário Oficial da União, revogando as disposições em contrário, em especial a Resolução Cofen nº 376/2011.
ANEXO DE RESOLUÇÃO COFEN Nº 0588/2018
NORMAS PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE TRANSPORTE DE PACIENTES EM AMBIENTE INTERNO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
- OBJETIVO
Estabelecer normas para a atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde, uma vez que a assistência de enfermagem faz-se necessária para garantir a segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde.
- REQUISITOS PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE TRANSPORTE SEGURO DE PACIENTES EM AMBIENTE INTERNO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
2.1. ETAPAS DO TRANSPORTE:
2.1.1. Fase preparatória – Envolve a comunicação entre os locais de origem e destino; avaliação da condição atual do paciente; escolha da equipe que irá acompanhar o paciente; preparo dos equipamentos para o transporte. Nesta fase, a comunicação entre os setores é muito importante, antes da saída do paciente da unidade de origem. Essa comunicação deve considerar as informações sobre a situação clínica do paciente, continuidade da assistência de Enfermagem e liberação do setor de destino para o recebimento do mesmo.
Incumbe ao Enfermeiro da Unidade de origem:
- avaliar o estado geral do paciente;
- antecipar possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
- conferir a provisão de equipamentos necessários à assistência durante o transporte;
- prever necessidade de vigilância e intervenção terapêutica durante o transporte;
- avaliar distância a percorrer, possíveis obstáculos e tempo a ser despendido até o destino;
- selecionar o meio de transporte que atenda as necessidades de segurança do paciente;
- definir o(s) profissional(is) de Enfermagem que assistirá(ão) o paciente durante o transporte;
- realizar comunicação entre a Unidade de origem e a Unidade receptora do paciente.
Incumbe ao Técnico e/ou Auxiliar de Enfermagem da Unidade de origem:
- prestar assistência de enfermagem durante o transporte do paciente, considerando a legislação em vigor e processo de assistência de enfermagem previstos pelo Enfermeiro;
- atuar na prevenção de possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
- comunicar ao Enfermeiro toda e qualquer intercorrência ou complicação ocorrida durante o transporte, assim como proceder com o registro no prontuário.
Incumbe ao Atendente de Enfermagem da Unidade de origem:
a) auxiliar a equipe de enfermagem no transporte de clientes de baixo risco;
b) preparar macas e cadeiras de rodas.
2.1.2. Fase de transferência – É o transporte propriamente dito. Objetiva manter a integridade do paciente até o retorno ao seu local de origem. Compreende desde a mobilização do paciente do leito da Unidade de origem para o meio de transporte, até sua retirada do meio de transporte para o leito da Unidade receptora, incluindo:
a) monitorar o nível de consciência e as funções vitais, de acordo com o estado geral do paciente;
b) manter a conexão de tubos endotraqueais, sondas vesicais e nasogástricas, drenos torácicos e cateteres endovenosos, garantindo o suporte hemodinâmico, ventilatório e medicamentoso ao paciente;
c) utilizar medidas de proteção (grades, cintos de segurança, entre outras) para assegurar a integridade física do paciente; e
d) redobrar a vigilância nos casos de transporte de pacientes instáveis, obesos, inquietos, idosos, prematuros, crianças, politraumatizados, sob sedação.
2.1.3. Fase de estabilização pós-transporte – Observação contínua, da estabilidade clínica do paciente transportado, considerando que instabilidades hemodinâmicas podem ocorrer entre 30 minutos a 1 hora após o final do transporte.
2.2. DEFINIÇÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
Por envolver a garantia da segurança do paciente, é mister compreender que o transporte do mesmo, carece de assistência contínua e que necessita da equipe de enfermagem, durante todo o seu processo. Para isso, deve-se assegurar a atuação de profissionais em quantitativo suficiente de acordo com o grau de complexidade que o caso requeira.
2.2.1. CONDUÇÃO DA MACA OU CADEIRA DE RODAS
Não compete aos profissionais de Enfermagem a condução do meio (maca e/ou cadeira de rodas) em que o paciente está sendo transportado.
2.2.2. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DURANTE O TRANSPORTE DO PACIENTE
A designação do profissional de enfermagem que prestará assistência ao paciente durante o transporte, deve considerar o nível de complexidade da assistência requerida:
I – Paciente de cuidados mínimos (PCM): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas;
II – Paciente de cuidados intermediários (PCI): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;
III – Paciente de cuidados de alta dependência (PCAD): paciente crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clinico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;
IV – Paciente de cuidados semi-intensivos (PCSI): paciente passível de instabilidade das funções vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada;
V – Paciente de cuidados intensivos (PCIt): paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
Para mais informações, acesse
Os ganhos operacionais já seriam argumento suficiente para a adoção de métodos automatizados que usem a facilidade de leitura de QRCode. Inicialmente somente o tempo ganho na economia de digitação de dados já poderia dar retorno em diversos processos.
Com o uso do QRcode combinado com aplicativos temos:
Já escrevemos aqui um post sobre como nossa solução de Checklist Hospitalar Automatizado pode explorar bem esta facilidade de leitura de QRcode.
Com estes dados coletados via leitura de QRcode, é possível identificar o lugar, o momento e fazer checagens ou atualizar status de em sistemas on line.
O QR Code também pode armazenar informações como:
E isso pode ser combinado com processos e controles on line.

Por exemplo, em nossa Solução a pessoa que aplicar o Checklist, não precisará abrir manualmente o número do quarto ou leito, e apenas aponta para o QRcode que tiver impresso no local.
Com este procedimento o ganho de confiabilidade dos registros aumentam muito, pois as informações são registradas no local e no momento da vistoria.

Veja também o depoimento de um cliente, na palestra de Thaísa Scheffer no Hospital Monte Sinai que aconteceu na III Fórum de Hotelaria Hospitalar do Vale do Paraíba.
Outra facilidade de nosso Checklist é a possibilidade do gerenciamento de lacres de leito.
Código QR (sigla do inglês Quick Response) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera. Esse código é convertido em texto (interativo), um endereço URI, um número de telefone, uma localização georreferenciada, um e-mail, um contato ou um SMS.
Inicialmente empregado para catalogar peças na produção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário e controle de estoque em indústrias e comércio. Desde 2003, foram desenvolvidas aplicações que ajudam usuários a inserir dados em telefone celular (telefone móvel) usando a câmera do aparelho. Os códigos QR são comuns também em revistas e propagandas, para registrar endereços e URLs, bem como informações pessoais detalhadas. Em cartões de visita, por exemplo, o código QR facilita muito a inserção desses dados em agendas de telefones celulares. Programas de captura ou PCs com interface RS-232C podem usar um escâner para capturar as imagens.
O evento é realizado pela SHHERJ (Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro) e em parceria com o INTO.
Será abordado temas relacionados ao envolvimento de pessoas atendendo pessoas, hospitalidade, humanização, comprometimento das equipes da Hotelaria Hospitalar nos fluxos nos processos.
Valor da inscrição: Colaboração de item de Higiene Pessoal, que será doado para o Projeto – Saúde Criança em Petrópolis (RJ)
Inscrição: https://doity.com.br/jornada-de-hotelaria-hospitalar
Vagas limitadas!
Programação:
8:30h CAFÉ DE BOAS VINDAS E CREDENCIAMENTO
9:00h Mesa de Abertura
Alexandra Reis Melo – Gerente de Administração e Infraestrutura AACD
Bianca Farizote – Gerente de Hotelaria do INTO
Leila Pena – Vice presidente da Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro
9:25h PLANETREE E AS AÇÕES COM FOCO NA EXPERIÊNCIA DO CLIENTE
Palestrante: Alexandra Reis Melo – AACD
10:00h
PROJETO “CASAMINHA”
Palestrante: Ivonete Mello – Casaminha
10 horas e 30 minutos
MELHORES PRÁTICAS NA INTERFACE CCIH X SERVIÇO DE HIGIENE
Palestrante: Sandra Terumi – Brasanitas
11 horas e 5 minutos
BRUNCH E VISITA AOS STANDS

12:00h
INOVANDO NA HOTELARIA HOSPITALAR COM O USO DE ROBÔS E NOVOS PROCESSOS LOGÍSTICOS
Palestrante: Ivan Franco Ferreira
12 horas e 25 minutos
LOGÍSTICA REVERSA DOS RESÍDUOS – QUAL A DIFERENÇA ENTRE “LIXO” E RESÍDUO?
Palestrante: Matheus Bonfim – UNIFESO
13:30h Encerramento
Reproduzimos aqui neste post trechos da palestra do Professor Marcelo Boeger na última feira Hospitalar. O texto é do Professor e o link original se encontra nas fontes.
Marcelo Boeger, Presidente da Sociedade Latino-Americana de Hotelaria Hospitalar (SLAHH) e consultor da Hospitalidade Consultoria
Melhoria de desempenho da equipe, redução de custos, prestação de serviço de primeira…
A otimização de resultados por meio de pessoas e processos é o sonho de consumo de todo e qualquer gestor, independentemente do tamanho e do ramo do negócio.
Sempre há ajustes que podem e devem ser feitos para fomentar a produtividade e a rentabilidade.
Inclusive de instituições particulares e públicas da área da saúde, como hospitais, prontos-socorros, clínicas etc., que passam por problemas sérios de “saúde financeira, reflexos da conjuntura econômica e crise política que assola o País.
A gestão das áreas de hotelaria e facilities a cada ano vem se aprimorando e agrega tecnologia, ciência, conforto e segurança na hospitalidade, oferecendo qualidade, valor e satisfação para o cliente. Este segmento tem a função de contribuir no aprimoramento do sistema hospitalar, que deve ser o resultado de processos, trabalho e valores.
Desde 1999, ano em que passei a atuar no setor de hotelaria e facilities, a reclamação mais recorrente do paciente refere-se à demora no atendimento e também à falta de leito, que muitas vezes é liberado com muita lentidão. Essas falhas geralmente são frutos de uma inércia operacional e administrativa que envolvem pessoas sem metas claras, rotinas de serviços em desarmonia, ambientes e fluxos de pacientes mal resolvidos. Resultado: todos saem perdendo: o cliente final, os colaboradores, os médicos e o hospital.
Do piso, passando pelas paredes e pelo mobiliário com dificuldade de higienização e secagem, até o horário em que são servidas as refeições, a maior parte da rotina de hotelaria interfere no “giro do leito”, isto é, quantas vezes o mesmo leito gira em um período, que é diretamente afetado pelo Tempo Médio de Permanência e pelo tempo entre a saída do paciente e a ocupação do mesmo leito por novo paciente. Alguns hospitais já conseguem reduzir esse tempo – o que reflete positivamente o faturamento no final do mês – conscientizando que todos os envolvidos fazem parte de um mesmo mecanismo: quando um trava, todo o time para, pois é uma meta compartilhada que deve envolver toda a equipe, fechando o elo.
Essa corrida contra o relógio vem ocorrendo principalmente nos últimos anos, quando as instituições de saúde perceberam que, quando a área de hotelaria e facilities atua de forma estratégica em diferentes níveis de serviço – da diretoria ao operacional, passando pela gerência e coordenação –, tudo flui de maneira mais rápida e eficiente, reduzindo o tempo de permanência no ambiente da saúde e, ao mesmo tempo, otimizando monetariamente todo o processo.
Os hospitais são instituições complexas de serem administradas e a despeito de seus esforços, carecem de uma estrutura física e humana menos traumática ao paciente, podendo tornar a hospitalidade como um agente fomentador de calor humano, acolhimento, em contraste com a frieza do ambiente hospitalar. É possível evitar, por exemplo, que pacientes clinicamente aptos para ter alta fiquem internados por burocracias ou má gestão das tarefas clínicas. Também se pode escolher o tipo de cirurgia que será feita em determinados horários e dias da semana visando à disponibilidade de leitos.
Tudo pode ser mais bem gerenciado observando-se atentamente o próprio fluxo do hospital para estabelecer novas rotinas que favoreçam a realização de todos os serviços – da troca de uma lâmpada à compra de lençóis, passando pela escala de cirurgias. Com os reais números de quanto custa cada setor do hospital na mão, é possível realizar estudos para propor a escala de folga dos funcionários, o momento adequado para fazer a manutenção de um quarto, participação nos resultados para aqueles que atendem essas metas, entre outras benfeitorias.
Quando toda a engrenagem funciona bem, o paciente, mesmo não percebendo todos os pormenores, “registra” que viveu uma experiência positiva, em que “tudo ocorreu bem”, pois se sentiu seguro e confortável diante do atendimento prestado – sobretudo pelas pessoas que o acompanharam durante a estadia – com competência e agilidade. E isso já é mais do que suficiente para fidelizá-lo e gerar um desfecho positivo ao mesmo.
Portanto, a hotelaria hospitalar é um conjunto de processos, serviços e procedimentos, desde a arquitetura, instalações, equipamentos até os recursos humanos.
Um bom projeto de arquitetura hospitalar é meio caminho andado para garantir que a logística de hotelaria e facilities funcione bem. Vai muito além da escolha de revestimentos, móveis e adornos. Começa com a criação de espaços, áreas de circulação e fluxos que sirvam de apoio no dia a dia clínico.
O depósito de material de limpeza, a copa, o expurgo, a rouparia, o abrigo de resíduos temporário, por exemplo, tem de estar estrategicamente alocado para não só atender normas e legislação, mas também para reduzir fluxos desnecessários, reduzir o uso de elevadores, gerenciar o fluxo de pacientes, seus acompanhantes, colaboradores e médicos.
Esse raciocínio vale para decidir onde manter um local para guardar o enxoval ou ainda montar uma miniestrutura na copa para abastecimento de utensílios e alimentos. Todos esses cuidados otimizam sobretudo o desempenho de todos os profissionais hoteleiros, que se sentem mais produtivos, porque conseguem concretizar as tarefas com mais assertividade – o retrabalho é sempre desmotivador e caro.
Uma arquitetura hospitalar, em harmonia com a área de facilities, entrega soluções mensuráveis, em médio e longo prazo, que refletem em todo e qualquer custo da operação diária de um hospital.
Recentemente, em parceria com a acr arquitetura, a Grau Engenharia e a Senzi Lighting, participei da 25ª edição da Hospitalar apresentando um apartamento de internação, que foi usado para demonstrar algumas dinâmicas relacionadas a facilities. Atores simularam situações cotidianas de um hospital que puderam ser acompanhadas pelos visitantes em uma arquibancada estrategicamente locada.
O projeto agregou o que há de mais moderno em design, conforto e tendências, inclusive tecnológicas, como na área de iluminação e na plataforma de comunicação. Teve aspectos realistas e outros conceituais, além de apresentar inovações em revestimentos. Na ocasião, fiz palestras sobre produtos que reduzem custos e melhoram a eficiência e a segurança do paciente em hospitais, clínicas e laboratórios.
Por meio desse estande, mostrou-se que o apartamento de internação é uma pequena e importante parte de um universo muito grande, uma vitrine que reflete se os processos internos de um hospital estão ou não funcionando de forma eficaz e produtiva em todos os setores.
As demonstrações aconteceram no Quarto Hospitalar Modelo.
“Projetamos um quarto hospitalar com o objetivo de ser o mais humanizado possível. O espaço é bem conceitual, o que possibilita que o público veja com clareza o que será demonstrado dentro dele, mas também é um local onde se pode observar diversas tendências em tecnologias, design, novos materiais e mobiliário, por exemplo”,
explicou Antônio Carlos Rodrigues,
arquiteto titular da ACR Arquitetura, escritório especializado em saúde.
em 10 de Novembro de 2018
Presidente da Sociedade Latino-Americana de Hotelaria Hospitalar (SLAHH) e consultor da Hospitalidade Consultoria
O site Bidu fez um excelente artigo onde apontou os melhores Hospitais do País. Este foi baseado em
o artigo monta uma tabela com os melhores segundo estes indicadores. (link do artigo original no fim deste post, em fontes)
Temos muito orgulho de nos depararmos com a lista e verificarmos que os grandes destaques são nossos cliente. Acreditamos que nossas soluções ajudam todos eles em eficiência, produtividade e garantia de processos mais efetivos.
São destaques do estudo artigo os seguintes Hospitais:
O artigo aponta diversas fontes que podem ser consultadas na hora de saber quais são os hospitais brasileiros considerados como referência. As acreditações e certificações são instrumentos que contribuem para a proteção do consumidor. Por isso, elas podem ser um diferencial para seu bem-estar e tranquilidade.
Três das mais importantes entidades em de qualidade que foram apontadas pelo artigo. Elas avaliam os estabelecimentos em quesitos alinhados à práticas como segurança do paciente, humanização, tecnologia, eficiência, entre outros.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga uma relação de hospitais que atendem os critérios de qualidade importantes na assistência prestada à população.
Acreditação também foi um dos pontos considerados no artigo. É apontado estabelecimentos que possuem certificação máxima de qualidade emitida por instituições acreditadoras de serviços de saúde. A acreditação é realizada a cada dois ou três anos e mede a qualidade da assistência através de um conjunto de padrões relacionados ao serviço prestado da instituição como um todo. Os estabelecimentos que participam dessa avaliação fazem isso de forma voluntária.
Veja aqui a relação completa dos hospitais com acreditação máxima.
Foi considerado também Índice de readmissão hospitalar, este indicador mede a capacidade do prestador em promover a recuperação dos pacientes de forma eficaz. Esse é um parâmetro comumente usados para a qualidade assistencial. Espera-se que o hospital promova melhorias para prover o cuidado efetivo ao paciente, dentro do menor tempo possível.
Aqui são avaliados quesitos como o gerenciamento do quadro clínico dos pacientes, o planejamento de alta, a capacitação da equipe do hospital e fluxos e protocolos de atendimento.
Acompanhe aqui a relação completa de hospitais que atenderam a taxa de readmissão hospitalar.
O Indicador de Segurança do paciente, foi um dos utilizados pelo artigo para escolher os melhores hospitais do Brasil. O motivo é a premissa de estimular a melhoria contínua dos processos de cuidado e do uso seguro de tecnologias da saúde.
O hospitais relacionados estão em acordo com a Resolução nº 36/2013 da Anvisa, que determina que todos os serviços de saúde devem constituir núcleos de segurança do paciente. Confira a lista completa de hospitais com núcleo de segurança do paciente cadastrado na Anvisa.
Todos os anos, a revista América Economía publica um ranking que reúne os melhores hospitais da América Latina. São considerados critérios que medem os esforços em relação ao melhor atendimento clínico e à percepção dos pacientes.
Pode participar do ranking qualquer hospital ou clínica de alta complexidade – entre públicas, privadas ou universitárias. Para participar, os hospitais devem fornecer múltiplos serviços em uma ampla gama de especialidades médicas.
A revista convida, em média, 200 entidades de países como Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, México, Panamá, Peru, Uruguai e Venezuela.
São consideradas no ranking as entidades que conseguiram obter um valor superior a 50 pontos no indicador final. Em 2017, 49 hospitais entraram na lista e dentre eles, 11 são brasileiros.
A pesquisa se baseia em um questionário. Ele reúne dados-chave que tratam de seis dimensões da qualidade do hospital:
A relação completa do ranking organizado pela revista pode ser conferida aqui.
Uma outra referência que mede a qualidade dos serviços prestados pelos hospitais é concedida pelo órgão americano Joint Commission International (JCI). O órgão é líder mundial em certificação de organizações de saúde e, no Brasil, é representado pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).
Os padrões da acreditação avaliam critérios de qualidade e de segurança tais como:
Por meio de visitas, entrevistas e análises de documentos, os avaliadores checam mais de 1.300 itens. A certificação pode ser solicitada por instituições públicas, privadas e centros médicos acadêmicos e, em média, a adaptação às exigências leva dois anos.
Veja a relação completa de estabelecimentos acreditados pelo JCI .
https://www.bidu.com.br/blog/melhores-hospitais-do-brasil/ em 10 de Setembro de 2018
Aconteceu em Recife (Pernambuco) o III Forum de Hotelaria Hospitalar do Norte e Nordeste do Brasil dentro da Feira HospitalMed, foi um sucesso contando com mais de 150 pessoas.
Na palestra de Inovações na Liberação de Leitos o Engenheiro Luiz Roberto (Beto) discursou por 30 minutos e detalhou as melhores práticas na liberação e giro de leito hospitalar. Em sua palestra, o Beto, falou desde as novas tecnologias como Robôs, Internet das Coisas, mas também como a melhor tecnologia (em sua visão) para girar um leito. Assista na íntegra a palestra abaixo:
O evento contou com grandes nomes da Hotelaria Hospitalar do Brasil, veja abaixo a programação completa do evento
Marcelo Boeger deu as boas vindas e explicou um pouco da evolução da Hotelaria Hospitalar no Brasil, destacou que em meados do ano 2000 poucas pessoas sabiam o que era Hotelaria Hospitalar, que não havia um cargo de gerência, que não tinham uma sala e que a Hotelaria não tinha voz, no entanto, passados 18 anos a Hotelaria se tornou uma grande área dentro da instituição e que agora participa da estratégia do Hospital.

Na sequência Lauro Miquelin – CEO da L+M, destacou as inovações na Hotelaria Hospitalar, comentou das mudanças recentes na composição dos Hospitais como por exemplo grandes grupos Hospitalares, diferentes formas de contratação como por exemplo, produtos comprados como serviços etc.
A palestra do Eng. Marcelo Tilio diretor da Evolutix foi baseada em Hospital Inteligente e apresentou uma ferramenta de automação do quarto voltado para o paciente, como por exemplo, controlar a TV, a cortina, o ar condicionado e chamar o time de enfermagem por um tablet.
Após as palestras iniciais, ocorreram 2 debates, o primeiro foi discutido a sustentabilidade e apresentando o case de sucesso de economia de água do Hospital Unimed Fortaleza pelo Sr. Huelington Rocha Sampaio e moderado pelo CEO da W-Energy Sr. Wagner Carvalho.
O segundo debate foi moderado pelo Eng. Mauricio Almendro Diretor do Grupo Verzani&Sandrini e apresentado o case de controle de acesso do Patrimônio de 2 grandes Hospitais, Unimed Americana e Unimed Recife.
Já a ultima palestra do dia foi conduzida pela Coordenadora de Operações do Hospital HCOR de SP a Sra. Katia de Assis. Sua fala foi baseada na Inovação e Redução de custos na Higiene Hospitalar. Katia demonstrou a aplicação de máquinas em substituição as limpezas convencionais e se mostrou super eficiente em alguns setores como por exemplo, nas áreas comuns. Um grande benefício destacado pela coordenadora é que a máquina carrega sua própria água e depois de lavar já seca, não sendo necessário balde e depois rodo para enxugar. Além de veloz a máquina trás o benefício ergonômico e econômico para a instituição, abaixo segue detalhe da máquina utilizada no Hospital HCOR.

Abaixo seguem algumas fotos do evento:
Aconteceu em Petrópolis (Rio de Janeiro) o VI Encontro de Hotelaria Hospitalar.
Nós da Voice participamos dando todo o apoio e ao evento e fomos um dos patrocinadores.
Os participantes foram agraciados com uma abertura da Cantora Petropolitana Larissa Viana , que é uma das participantes do programa The Voice e virou todas as cadeiras !
Após o Show da cantora, tivemos a formação da mesa de abertura do evento que foi composta pelas seguintes personalidades:
A seguir temos um trecho da abertura com a fala de Alexandra. Destacou que o esforço em hospitalidade da área de Hotelaria Hospitalar e também que a felicidade gera lucro!
Assumimos o papel do cuidado, quanto mais eficiente na Hotelaria Hospitalar, melhor é a assistência leito!
Alexandra Reis
O Dr. Paulo César Guimarães, Diretor da Faculdade de Medicina de Petrópolis – FASE em seu belo discurso de abertura, garantiu a continuidade do evento nos próximos anos no belíssimo auditório da Faculdade e já anunciou que o VII Encontro estava garantido !
Palestra de Gladys Antonioli
Trecho inicial:
Palestra:
GESTÃO DE LEITOS – COMO EU FAÇO?
EXPERIÊNCIA DE HOSPITAIS ASSOCIADOS À SHHERJ
inicio da palestra:
No video, Flávia da a importância do aprendizado inicial que teve, dos tempos os quais era assistente do posto de enfermagem, principalmente os conceitos básicos de hospitalidade.
No próximo vídeo, Flávia destaca a Hotelaria Hospitalar:
Clique aqui para ver em detalhes a palestra toda de Flávia
Palestra de Alexandra Reis
Tema da Palestra:
Gestão de acesso: Portaria e Estacionamento
A palestra de Alexandra foi importante pois demonstrou como a importância da gestão de acesso é impactante na Hospitalidade e segurança do paciente.
Palestra do Professor Marcelo Boeger:
Tema da Palestra
Novos modelos mentais para sustentar a inovação da Hotelaria dos Hospitais

Palestra de Marcia Caselato
Tema da palestra:
Experiência do Paciente – Case Beneficência Portuguesa de São Paulo
PALESTRANTE: SILVANA COELHO Escritora, Radialista e Apresentadora de TV
Tema:
Meu familiar adoeceu, e agor quem sou eu ?
Silvana encantou os presentes com sua palestra motivacional.
Segundo Silvana, tem sido uma das suas missões, motivar pessoas de modo inspirador, ao ponto de quererem se transformar em alguém que já existia, mas que por alguma razão, não sabia que estava bem ali dentro de si. Grandes mentes da humanidade como Aristóteles motivaram pessoas através da retórica. Além de ser uma excelente forma de nos motivar, ouvir personalidades inteligentes e bem articuladas falando nos traz conhecimento, energia e entusiasmo para seguir em frente com sonhos pessoais.

Ao lado temos a foto do post de Silvana em sua rede social.
Onde agradeceu Flavia Favero pelo convite e por acreditar no meu trabalho.
Agradeceu também o Dr. Rafael Gomes de Castro por enaltecer minha pessoa através de suas lindas palavras!

Andréa Moura – Gerente de Enfermagem do Hospital Unimed Petrópolis moderará um debate sobre o tema após palestra de Márcia
Mesa Redonda Multicidiplinar – Enfermagem, Medicina, Psicologia e Qualidade.
Tema:
Segurança do Paciente: Humanização, acolhimento e familiares na Terapia Intensiva
Integrantes da mesa:
Moderador da Mesa:
Victor Grabois Médico da SMS-Rio cedido à ENSP/FIOCRUZ, Coordenador Executivo do Proqualis/Icict, Doutorando em Saúde Pública Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca

MODERADORA Primeira mesa: Maria Helena Peraccini
Tema da Mesa:
Impacto do e-Social para Prestadores
Integrantes da Mesa:
Alexandre Lucas – Analista Senior de Recursos Humanos Soluzione Serviços Especializados
Beatriz Villela – Consultora em RH do Grupo Brasanitas
Pamela Lopes – Gerente de Unidade Sodexo

Durante o I Encontro de Hotelaria Hospitalar da Região Serrana, realizado em Petrópolis, Rio de Janeiro, numa conversa informal, Marcelo Boeger, Presidente da Sociedade Latino Americana de Hotelaria Hospitalar e a coordenadora do evento, Flávia Fávero, identificaram a necessidade de criação de uma entidade que representasse os interesses e atendesse as demandas dos profissionais da área no estado do Rio uma vez que muitos deles solicitavam que Marcelo viesse de São Paulo para realizar eventos científicos em cidades fluminenses.
A partir de então, foram realizadas reuniões que culminaram com a fundação da Sociedade de Hotelaria Hospitalar, numa solenidade realizada também na cidade de Petrópolis.

Fundada em 13/05/2011, a SHHERJ que tem como objetivos:
Grupo de Chefias e Supervisores do Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano, um dos hospitais associados da região serrana.
Teresa Maria Quintanilha Lopes,
Unimed Petrópolis:
