Compartilhamos aqui no Blog os 2 primeiros vídeos do canal no post: Novo canal de Hospitalidade no youtube se você não viu aproveite e clique…
Compartilhamos aqui no Blog os 2 primeiros vídeos do canal no post: Novo canal de Hospitalidade no youtube se você não viu aproveite e clique…
O Conselho Federal de Medicina anunciou oficialmente no dia 7 de fevereiro, a Resolução 2.227/2018, que define e disciplina a telemedicina como forma de prestação de serviços médicos mediados por tecnologias. Entre outras novidades, os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de assistência à distância. A regulamentação entrará em vigor em três meses.
A Agência Brasil divulgou alguns tópicos da resolução, cujo texto estabelece a telemedicina como exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde, podendo ser realizada em tempo real ou off-line.
Por meio de nota, o conselho avaliou que as possibilidades que se abrem com a mudança normativa são “substanciais”, mas precisam ser utilizadas por médicos, pacientes e gestores “com obediência plena” às recomendações. No âmbito da saúde pública, o órgão considera a inovação “revolucionária” ao permitir a construção de linhas de cuidado remoto, por meio de plataformas digitais.
“Além de levar saúde de qualidade a cidades do interior do Brasil, que nem sempre conseguem atrair médicos, a telemedicina também beneficia grandes centros, pois reduz o estrangulamento no sistema convencional causado pela grande demanda, ocasionada pela migração de pacientes em busca de tratamento”,
destacou o CFM.
A resolução deve ser publicada esta semana no Diário Oficial da União.
Sigilo médico
Para assegurar o sigilo médico, o texto estabelece que todos os atendimentos deverão ser gravados e guardados, com envio de um relatório ao paciente. Outro ponto destacado é a concordância e autorização expressa do paciente ou representante legal − por meio de consentimento informado, livre e esclarecido, por escrito e assinado – sobre a transmissão ou gravação de imagens e dados.
Teleconsulta
A teleconsulta é definida pela norma como consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos. A primeira consulta deve ser presencial, mas, no caso de comunidades geograficamente remotas, como florestas e plataformas de petróleo, pode ser virtual, desde que o paciente seja acompanhado por um profissional de saúde.
Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada a realização de consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias. No caso de prescrição médica à distância, a resolução fixa que o documento deverá conter identificação do médico, incluindo nome, número do registro e endereço, identificação e dados do paciente, além de data, hora e assinatura digital do médico.
Telediagnóstico
A emissão de laudo ou parecer de exames, por meio de gráficos, imagens e dados enviados pela internet é definida pela resolução como telediagnóstico. O procedimento deve ser realizado por médico com Registro de Qualificação de Especialista na área relacionada ao procedimento.
Teleinterconsulta
A teleinterconsulta ocorre quando há troca de informações e opiniões entre médicos, com ou sem a presença do paciente, para auxílio diagnóstico ou terapêutico, clínico ou cirúrgico. É muito comum, segundo o CFM, quando um médico de Família e Comunidade precisa ouvir a opinião de outro especialista sobre determinado problema do paciente.
Telecirurgia
Na telecirurgia, o procedimento é feito por um robô, manipulado por um médico que está em outro local. A resolução estabelece, no entanto, que um médico, com a mesma habilitação do cirurgião remoto, participe do procedimento no local, ao lado do paciente, para garantir que a cirurgia tenha continuidade caso haja alguma intercorrência, como uma queda de energia.
A teleconferência de ato cirúrgico, por videotransmissão síncrona, também é permitida pela norma, desde que o grupo receptor das imagens, dados e áudios seja formado por médicos.
Teletriagem
A teletriagem médica acontece quando o médico faz uma avaliação, à distância, dos sintomas apresentados para a definição e o direcionamento do paciente ao tipo adequado de assistência necessária.
Teleorientação e teleconsultoria
A teleorientação permite a declaração de saúde para a contratação ou adesão a plano de saúde. Já na teleconsultoria, médicos, gestores e profissionais de saúde poderão trocar informações sobre procedimentos e ações de saúde.
Telemonitoramento
Por fim, o telemonitoramento, muito comum, de acordo com o conselho, em casas de repouso para idosos, vai permitir que um médico avalie as condições de saúde dos residentes, evitando idas desnecessárias a unidades de pronto-socorro. O médico remoto poderá, por exemplo, averiguar se uma febre de um paciente que já é acompanhada por ele merece uma ida ao hospital.
Segurança
Para garantir a segurança das informações, o texto estabelece que os dados e imagens dos pacientes devem trafegar na internet com infraestrutura que assegure guarda, manuseio, integridade, veracidade, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional das informações.
Empresas voltadas a atividades na área de telemedicina, seja de assistência ou educação continuada a distância, também deverão cumprir os termos da resolução. Será obrigatório o registro da empresa no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina da jurisdição, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico regularmente inscrito.
Quando se tratar de prestador de serviços pessoa física, deve se tratar de médico devidamente habilitado junto ao conselho e caberá a ele estabelecer vigilância constante e avaliação das técnicas de telemedicina no que se refere à qualidade da atenção, relação médico-paciente e preservação do sigilo profissional.
Nota oficial
Até então prevalece a recomendação do CFM divulgado no site da entidade, que reproduzimos abaixo:
Com o objetivo de esclarecer informações publicadas recentemente nas redes sociais, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nota em que enfatiza ser “vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente”.
A íntegra da nota pode ser lida abaixo.
NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE ATENDIMENTO A DISTÂNCIA
Com relação a informações que têm circulado em redes sociais, o Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público esclarecer que:
1- O atendimento presencial e direto do médico em relação ao paciente é regra para a boa prática médica, conforme dispõe o artigo 37 do Código de Ética Médica: “É vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente após cessar o impedimento”.
2- O CFM, como ente autorizado a disciplinar o exercício da medicina, entende que o exame médico presencial é a forma eficaz e segura de se realizar o diagnóstico e o tratamento de doenças;
3- Sob qualquer circunstância, o CFM reitera que denúncias de desrespeito às suas normas serão apuradas e, se confirmadas as irregularidades, os médicos implicados podem ser submetidos a processo ético-profissional.
Atento a sua responsabilidade, o Plenário do CFM, com o suporte de especialistas, monitora a evolução da ciência na perspectiva de que eventuais avanços sejam incorporados, sempre com respeito às normas éticas.
Brasília, 29 de janeiro de 2019. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
O que os médicos pensam da nova resolução do CFM
O Conselho Federal de Medicina anunciará oficialmente no dia 7 de fevereiro, a Resolução 2.227/2018, que define e disciplina a telemedicina como forma de prestação de serviços médicos mediados por tecnologias. Entre outras novidades, os médicos brasileiros poderão realizar consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de assistência à distância. A regulamentação entrará em vigor em três meses.
Especialistas de uma das maiores e mais representativas instituições médicas do Brasil, a Associação Paulista de Medicina (APM), e do Global Summit Telemedicine & Digital Health compreendem que a normativa do CFM traz avanços importantes para o atendimento em saúde, ao legitimar em nosso País soluções tecnológicas já fartamente utilizadas com sucesso na Europa, Estados Unidos e até em nações da África, só para citar exemplos.
O Brasil finalmente embarca no trem rumo ao futuro da Medicina, mas os avanços poderiam ser maiores, trazendo melhores perspectivas para a assistência remota. A exigência de uma consulta prévia presencial poderia muito bem ser dispensada em casos de consultas simples, conforme já ocorre internacionalmente.
A necessidade de consentimento livre esclarecido assinado ou gravado a ser guardado pelo médico acaba sendo uma garantia para comprovação de boa prática. O registro da teleconsulta tem sim relevância.
Por outro lado, com a Resolução, o Conselho perdeu a oportunidade de rever o Parecer nº 14/2017, que discorre sobre o uso do aplicativo WhatsApp para comunicação entre médicos, e também entre eles e seus pacientes. A despeito de ser bem eficientes para a resolução de questões profissionais distintas de outras áreas, o aplicativo não é ferramenta adequada para a prática médica.
O saldo da Resolução 2.227/18, entretanto, é bastante positivo e traz para o Brasil a possibilidade de consagrar a integralidade do Sistema Único e Saúde (SUS) para milhões de brasileiros, atualmente vítimas da negligência assistencial.
As normativas até então em vigor eram muito tímidas, atrasadas e mantinham o país à margem do desenvolvimento da telemedicina. Para ter uma ideia, se uma mulher estivesse grávida, em férias, em uma localidade distante, e tivesse um problema, um sangramento, não poderia fazer uma teleconsulta por celular, correndo o risco de perder o bebê e até morrer, pois havia proibição por parte da Resolução 1643 de 2012.
Em pesquisa realizada em dezembro de 2018 pela Associação Paulista de Medicina/Global Summit, com retorno espontâneo de 848 entrevistados, 84,67% dos médicos afirmaram usar ferramentas de TI para observação dos pacientes e para otimizar o tempo da consulta. O prontuário eletrônico é a ferramenta mais utilizada, com 76,75% das respostas entre os que já incorporaram a tecnologia na rotina.
Na Europa, 24 dos 28 países membros também possuem legislação sobre teleconsulta. Destes, 17 permitem a consulta remota de forma plena e apenas três com restrições (emergências, áreas com carência de médicos, necessidade de primeira consulta presencial). Alemanha, Eslováquia e Itália ainda não permitem a teleconsulta.
Já prevendo mudanças nas regras para consultas online, assim como telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de assistência à distância, assim como em virtude da inadiável necessidade de o Brasil dar um passo sem volta à medicina e a assistência em saúde do futuro, a Associação Paulista de Medicina, com o apoio do Transamerica Expo Center, prepara desde 2017 o maior evento da área já realizado em toda a América Latina.
É o Global Summit Telemedicine & Digital Health, que acontecerá de 3 a 6 de abril de 2019, com o objetivo de reunir, durante três dias, as principais referências mundiais nesta área do conhecimento, a programação prevê mais de 70 horas de conferências e fóruns com foco em conteúdo, negócios e inovações.
Entre as presenças confirmadas, estrelas como o doutor alemão Andreas Keck, que é fundador do Strategy Institute for eHealth, dr. Daniel Kraft (EUA), presidente de Medicina da SIngularity University e fundador e presidente do Exponential Medicine, dr. Frank Lievens (Bélgica), secretário executivo da International Society for Telemedicine & eHealth, dr. Robert Wah (EUA), diretor médico global da DXC Technology e ex-presidente da Associação Médica Americana.
Também confirmado no evento, o dr. Pini Ben-Elazar, especialista israelense, diretor executivo da Mor Research Applications, evidencia os benefícios da telemedicina. Ele afirma que a tecnologia em saúde já tem salvado incontáveis pacientes e proporcionado mais qualidade de vida por todo o planeta.
“Em linhas gerais, destaco os cuidados à distância, por um custo baixo. Assim, o paciente necessita menos ver o seu médico e ser diagnosticado em casos de atenção primária”, diz Elazar.
O presidente da Associação Paulista de Medicina, José Luiz Gomes do Amaral, ressalta a importância do Global Summit em ampliar o debate sobre como os avanços técnico-científicos na área médica conduzirão a humanidade em direção a um futuro melhor.
“A Medicina se apoia em três pilares. O primeiro é a vontade de aliviar o sofrimento do próximo; isso se fez há 2300 anos e será igual daqui a 200 anos. Segundo, caracteriza-se pelo comportamento ético, um juramento médico perante a sociedade. Por fim, trata-se da ciência, a qual imensas modificações, que não podemos prever, se fazem constantes em uma espiral que se move em velocidade exponencial”, assevera.
Fontes:

em 9 de Fevereiro de 2019
Raquel Regina , criou recentemente um novo canal no Youtube com foco em Hospitalidade. Clique aqui e assine o canal .
Já publicou 2 vídeos iniciais e chama estes momentos de “A Hora do Compartilhar”
Raquel atualmente é Diretoria Executiva da Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar DF e GO, é responsável por participar das decisões, organização dos eventos dos fóruns, debates, simpósios e jornadas de Hotelaria Hospitalar DF e GO; auxiliar a Presidente e Vice no que for necessário . É uma das fundadoras da Sociedade e foi a primeira Presidente. Também é a responsável pela supervisão de Hospitalidade do Hospital Alvorada Brasília.
No vídeo a seguir, Raquel dá 5 dicas para receber com Hospitalidade:
A seguir , temos o primeiro vídeo disponibilizado no canal, com o tema ” O que é Hospitalidade ? ”
Aqui no Blog, em alguns posts já tínhamos destacado o trabalho de Raquel:
Aproveite a oportunidade de receber o conteúdo diretamente no novo canal.

Acontecerá em Porto Alegre no dia 22 de Janeiro de 2019 às 9 horas o encontro Xcontact Partners 2019.
O evento é realizado pela X5 Soluções e Khomp.
Neste evento teremos a palestra de nosso Sócio Marcius Wada.
Para se inscrever, envie um e-mail para: comercial@x5s.com.br
O Xcontact Partners chega com vários objetivos este ano, entre eles, destaques para a divulgação da estratégia comercial para 2019, apresentação de novas funcionalidades que estarão disponíveis ainda no primeiro semestre e muitas outras novidades interessantes.
O Xcontact está presente em diversos clientes entre Brasil e Chile, Sempre em evolução, o produto vem fazendo novas integrações e resolvendo cada dia mais os problemas dos clientes.
Traz bons resultados para nossos parceiros comercias e foca na satisfação do cliente final.
Este evento vem compartilhar a expectativa de um excelente ano para os negócios, e mostrar a todos que temos que estar preparado.
Adriano Ferreira – Diretor da X5 Soluções
Outro destaque do evento é a participação e presença da Khomp, o Xcontact é totalmente homologado com os produtos Khomp, trazendo enorme agilidade em nossos projetos e uma imensa competitividade técnica e comercial, é aproveitado nos projetos o fato da Khomp ser a líder de mercado no segmento de devices de Telecom.
Ainda teremos boas surpresas ! Participem e se encantem com o Xcontact!
Adriano Ferreira – Diretor da X5 Soluções
Mais Sobre a X5 Soluções:
Uma Startup do segmento de tecnologia constituída a partir da união de 5 profissionais referenciais do mercado brasileiro de TI&C e investidores. Atua no fornecimento de projetos 360º, voltados para soluções integradas e customizadas de telefonia corporativa, conectividade, segurança e desenvolvimento de software. Nossos profissionais representam mais de 20 anos de experiência em projetos e soluções, trazendo consigo um expertise moldado em criação de valor, confiança e qualidade.
Em nossos sistemas, constantemente implementamos melhorias que a operação de nossos clientes demonstram serem necessárias e úteis. A cada dia conseguimos implementar desde pequenas sinalizações, a conceitos e processos e observamos que o desempenho das operações de nossos clientes evoluem.
Aproveitamos o conhecimento tácito de nossos clientes como uma fonte de inspiração e uma grande oportunidade de receber feed backs que transformam os processos e conseguimos dar melhores resultados ou mesmo garantir que uma atividade seja realizada.
Recentemente tivemos uma palestra no TED de Erez Yoeli sobre “Como motivar as pessoas a fazer o bem pelos outros” (How to motivate people to do good for others) e identificamos que usamos os conceitos indicados em todas nossas soluções.
Muitos dos bons princípios que aí estão…
Fazem parte dos produtos da Voice Technology…
O Ponto Forte dos nossos Sistemas é o de incentivar o colaborador a fazer o certo a fazer o bem… Através da publicidade dos dados… Todos conseguem enxergar como seu trabalho é importares e como podem ajudar o grupo…
Na apresentação acima, alguns pontos foram destacados:
Podemos aqui citar alguns exemplos onde aplicamos estes conceitos:
Um dos grandes fatores de sucesso de nossos projetos é dar visibilidade aos dados. Envolver as equipes e todos o envolvidos. No post Gestão a vista! E o poder da publicidade dos dados exploramos bastantes este fator.
Exemplos de como o fator visibilidade é bem aplicado em nossos sistemas são nossas soluções de Gerenciamento de leitos e Controle do Setup das salas cirúrgicas. Temos exemplos nos quais nossos clientes colocam Televisores espalhados pelo Hospital com o Dashboard de controle. Assim fica explícito o trabalho do médico que deu a alta hospitalar, do enfermeiro quando dá liberação ao paciente e libera o leito, das higienizadoras, camareiras e supervisoras em todos processo de higiene e o de leito disponível.
Um exemplo de eliminar desculpas que nosso sistema proporciona aos Gestores, É poder evidenciar a produtividade por cada colaborador. Poder mostrar a seu colaborador ou até equipe a produtividade. A seguir temos um gráfico onde é possível selecionar o período (de horas, dias ou meses… ) e mostramos a comparação de serviço realizado por cada um.

Este tipo de informação é disponível em todas as nossas soluções. Recebemos um depoimento de um cliente que pode reeducar alguns transportadores baseado nos
Este gestor acompanha os tempos, em nosso sistema de Transporte, e sempre que há algum colaborador que sai da média ela aplica o treinamento específico daquela etapa do serviço .
Geramos registros on line das as atividades e temos diversas telas de acompanhamento, acredito que a mais explicita o aumento do acompanhamento é a tela de controle de execução das limpezas concorrentes. A seguir temos uma exemplo:

Na tela acima é possível verificar se em quais leitos foram executadas as limpezas concorrentes. É possível acompanhar as execuções das limpezas concorrentes, quais não foram ainda realizados, quais não são para serem realizados pois estão em processo de desocupação. E todos os dados destas estão disponíveis em relatórios.
Em todos os sistemas, nos preocupamos em informar a referência de como aquela etapa deve ser realizada.
Um dos exemplos mais marcantes, é nosso painel de acompanhamento do giro de leito:

Nele a cada etapa sinalizamos com alarmes,
Todos estes fatores ajudam a indicar o caminho de como fazer corretamente as atividades. Parâmetros on line e disponíveis a todos os envolvidos além de engajarem a equipe no objetivo, repartem a responsabilidade da execução.
Fica explicitado o andamento da produtividade equipe, a realização dos resultados esperados e o envolvimento de todos.
Ajudamos com tecnologia que os recursos humanos sejam aplicados da forma mais inteligente, e assim os processos ficam mais simples e o entendimento de os porquê de cada atividade fica bem evidenciado.
Pesquisador associado da Sloan School of Management do MIT , onde dirige a Equipe de Cooperação Aplicada (ACT). Sua pesquisa se concentra no altruísmo: entender como ele funciona e como promovê-lo. Ele colabora com governos, organizações sem fins lucrativos e empresas para aplicar as lições desta pesquisa para enfrentar desafios do mundo real, como aumentar a conservação de energia, melhorar a adesão aos antibióticos, reduzir o fumo em locais públicos e promover a filantropia.
Parabéns Rosângela Sampaio pela matéria publicada no Jornal do CODESE em Brasília sobre Hotelaria Hospitalar.

Entramos em contato com Rosângela e pedimos para publicar a matéria e ela foi muito generosa e nos enviou o seguinte texto adicional sobre a Importância da Hotelaria Hospitalar:
A importância da Hotelaria Hospitalar.
A Hotelaria Hospitalar pode ser um diferencial no setor de saúde, na atualidade, tratando da hospitalidade e dando maior atenção aos clientes de saúde, tais como: ao cliente externo e seus familiares, cliente interno, profissionais de saúde, administradores e todas as empresas de facilites que agregam serviços às instituições.
Com o avanço da tecnologia o grau de exigência do cliente de saúde, está cada vez mais aguçada. A tecnologia traz a facilidade da informação e da comunicação, principalmente em um momento de insatisfação. Com tantas exigências e facilidades de exposição em mídias sociais os hospitais públicos e privados estão a cada dia buscando melhoria na qualidade dos serviços e a excelência no atendimento. A busca em diminuir custos, melhorar a capacitação dos recursos humano, uniformizar os processos e automatizar estratégias administrativas para conquistar a acreditação que proporciona cada vez mais a segurança do cliente tanto nos processos como no atendimento assistencial, traz a necessidade tanto da implantação da hotelaria como do profissional que ira gestar estes setores garantindo uma gestão de qualidade com foco em resultados, visão estratégica de aproveitamento e adaptação dos espaços, respeitando as limitações das estruturas, garantindo um maior engajamento do cliente interno, segurança nos processos, aferição dos indicadores para identificar falhas nos processos e num tempo de resolução menor para alcançar patamares competitivos em todos os setores e serviços envolvidos.
Neste contexto, o papel do gestor da Hotelaria é o de gerenciar todos os setores de apoio como a higienização, desinfeção, lavanderia, rouparia, internação e gestão de leitos, telefonia, recepção, segurança, nutrição, GRSS, entre outros.
A implantação da Hotelaria convencional no cenário dos serviços específicos do segmento da saúde contribui para uma hospitalidade mais humana e atenta as necessidades dos clientes internos e externos, acompanhantes e visitantes. Oferecendo ferramentas estratégicas para o auxilio da assistência em seus processos e interfaces, por meio de técnicas de atendimento humanizados e voltadas para a total satisfação, bem estar e conforto do cliente de saúde.
Com a Hotelaria implantada se faz necessário a presença de profissionais com perfis flexíveis, adaptáveis as mudanças constates.
A Hotelaria agrega tecnologia, segurança, conforto, qualidade nas prestações de todos os serviços com foco na excelência do atendimento ao cliente de saúde independente de ser um hospital publico ou privado. Alinhado a algumas ferramentas como a metodologia Lean tem a função otimizar custos e tempo, reduz o desperdício e agrega valor a todos os processos implantados.
Rosangela Sampaio
Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar DF-GO
Vice Presidente Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar DF-GO – Uma das três idealizadoras da Sociedade Brasileira de Hotelaria Hospitalar DF/GO 2014. Busca continua de ajudar na humanização e conscientização dos verdadeiros benefícios da implantação da Hotelaria Hospitalar, assim visando um atendimento humanizado e acolhedor para o cliente interno e externo.
Membro da Camara da Saúde / Camara do Turismo e Gastronomia – CODESE – Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do DF.
Assessoria e Consultoria e Bares e restaurantes a 8 anos
Pós graduação em Hotelaria Hospitalar – Centro de Ensino e pesquisa Albert Einstein
Administração em hotelaria pelo – IESB
O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) acaba de publicar a Resolução 588/2018 (a qual cancela a antiga Resolução 376/2011), revisando a participação e o papel da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes dentro da instituição de saúde.
Segundo a publicação, a equipe de enfermagem precisa acompanhar e auxiliar os pacientes durante as transferências internas, uma vez que garante a segurança e assistência contínua dos mesmos.
O Conselho entende que é função da organização oferecer as condições necessárias para que estes profissionais possam desempenhar sua função, seja em pacientes em uso de maca ou de cadeira de rodas. O documento também estabelece o registro de todas as intercorrências e intervenções ocorridas ao longo do trajeto no prontuário do paciente, delegando o papel do enfermeiro e a quantidade mínima de profissionais para transportar o paciente, escolhida de acordo com a complexidade do caso.
Nós desenvolvemos uma solução de transporte Hospitalar que leva em conta, conceitos positivos da Logística Hospitalar e também atende os protocolos e normas da área de atendimento a pacientes.
Nosso sistema de Gerenciamento de transporte pode ajudar na garantia desta regulação. Nele é possível termos as solicitações de transporte, o gerenciamento e a alocação do melhor profissional disponível para aquele tipo de transporte.
O uso em nossos clientes trouxe uma evolução e maturidade do sistema para garantir todos os procedimentos. Os formulários de solicitação garantem que as solicitações venham completas e de acordo. A alocação dos profissionais pode ser realizada de acordo com a disponibilidade e perfil do profissional.
Um dos fatores de sucesso de nossa solução, é o mapeamento dos processos de transporte, para cada tipo de transporte temos um script definido (fluxo) e cada etapa é confirmada e medida.
Com os aparelhos móveis o transportador é perguntado sobre a efetivação de cada etapa. Assim todo o processo é gerenciado, monitorado e claro otimizado!
Ao lado temos um exemplo da visualização do transportador.
Cada tipo de transporte tem um fluxo pré determinado e nossa solução automatiza este controle e registra tudo on line. Assim esta reestruturação dos processos traz mais agilidade e eficiência.
No vídeo a seguir temos uma demonstração das interfaces de nosso sistema de transporte:
Temos outros posts sobre o tema:
Leia a Resolução 588/2018 a seguir:
O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012.
RESOLVE:
Art. 1º Aprovar a normatização de atuação da equipe de Enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde, nos termos do Anexo que é parte integrante da presente Resolução.
Parágrafo único. O Anexo de que trata o caput deste artigo contém as normas para atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde e está disponível no sítio de internet do Cofen (www.portalcofen.gov.br).
Art. 2º Os profissionais de Enfermagem participam do processo de transporte do paciente em ambiente interno aos serviços de saúde, obedecidas as recomendações insertas no anexo deste normativo.
Art. 3º O transporte do paciente hospitalizado faz parte das competências da equipe de enfermagem, devendo os serviços de saúde assegurar as condições necessárias para atuação do profissional responsável pela condução do meio (maca ou cadeira de rodas).
Art. 4º Todas as intercorrências e intervenções ocorridas durante o processo de transporte devem ser registradas no prontuário do paciente.
Art. 5º Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Federal de Enfermagem.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor após a sua publicação em Diário Oficial da União, revogando as disposições em contrário, em especial a Resolução Cofen nº 376/2011.
ANEXO DE RESOLUÇÃO COFEN Nº 0588/2018
NORMAS PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE TRANSPORTE DE PACIENTES EM AMBIENTE INTERNO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
- OBJETIVO
Estabelecer normas para a atuação da equipe de enfermagem no processo de transporte de pacientes em ambiente interno aos serviços de saúde, uma vez que a assistência de enfermagem faz-se necessária para garantir a segurança do paciente e a melhoria da qualidade nos serviços de saúde.
- REQUISITOS PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO PROCESSO DE TRANSPORTE SEGURO DE PACIENTES EM AMBIENTE INTERNO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
2.1. ETAPAS DO TRANSPORTE:
2.1.1. Fase preparatória – Envolve a comunicação entre os locais de origem e destino; avaliação da condição atual do paciente; escolha da equipe que irá acompanhar o paciente; preparo dos equipamentos para o transporte. Nesta fase, a comunicação entre os setores é muito importante, antes da saída do paciente da unidade de origem. Essa comunicação deve considerar as informações sobre a situação clínica do paciente, continuidade da assistência de Enfermagem e liberação do setor de destino para o recebimento do mesmo.
Incumbe ao Enfermeiro da Unidade de origem:
- avaliar o estado geral do paciente;
- antecipar possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
- conferir a provisão de equipamentos necessários à assistência durante o transporte;
- prever necessidade de vigilância e intervenção terapêutica durante o transporte;
- avaliar distância a percorrer, possíveis obstáculos e tempo a ser despendido até o destino;
- selecionar o meio de transporte que atenda as necessidades de segurança do paciente;
- definir o(s) profissional(is) de Enfermagem que assistirá(ão) o paciente durante o transporte;
- realizar comunicação entre a Unidade de origem e a Unidade receptora do paciente.
Incumbe ao Técnico e/ou Auxiliar de Enfermagem da Unidade de origem:
- prestar assistência de enfermagem durante o transporte do paciente, considerando a legislação em vigor e processo de assistência de enfermagem previstos pelo Enfermeiro;
- atuar na prevenção de possíveis instabilidades e complicações no estado geral do paciente;
- comunicar ao Enfermeiro toda e qualquer intercorrência ou complicação ocorrida durante o transporte, assim como proceder com o registro no prontuário.
Incumbe ao Atendente de Enfermagem da Unidade de origem:
a) auxiliar a equipe de enfermagem no transporte de clientes de baixo risco;
b) preparar macas e cadeiras de rodas.
2.1.2. Fase de transferência – É o transporte propriamente dito. Objetiva manter a integridade do paciente até o retorno ao seu local de origem. Compreende desde a mobilização do paciente do leito da Unidade de origem para o meio de transporte, até sua retirada do meio de transporte para o leito da Unidade receptora, incluindo:
a) monitorar o nível de consciência e as funções vitais, de acordo com o estado geral do paciente;
b) manter a conexão de tubos endotraqueais, sondas vesicais e nasogástricas, drenos torácicos e cateteres endovenosos, garantindo o suporte hemodinâmico, ventilatório e medicamentoso ao paciente;
c) utilizar medidas de proteção (grades, cintos de segurança, entre outras) para assegurar a integridade física do paciente; e
d) redobrar a vigilância nos casos de transporte de pacientes instáveis, obesos, inquietos, idosos, prematuros, crianças, politraumatizados, sob sedação.
2.1.3. Fase de estabilização pós-transporte – Observação contínua, da estabilidade clínica do paciente transportado, considerando que instabilidades hemodinâmicas podem ocorrer entre 30 minutos a 1 hora após o final do transporte.
2.2. DEFINIÇÃO DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM
Por envolver a garantia da segurança do paciente, é mister compreender que o transporte do mesmo, carece de assistência contínua e que necessita da equipe de enfermagem, durante todo o seu processo. Para isso, deve-se assegurar a atuação de profissionais em quantitativo suficiente de acordo com o grau de complexidade que o caso requeira.
2.2.1. CONDUÇÃO DA MACA OU CADEIRA DE RODAS
Não compete aos profissionais de Enfermagem a condução do meio (maca e/ou cadeira de rodas) em que o paciente está sendo transportado.
2.2.2. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DURANTE O TRANSPORTE DO PACIENTE
A designação do profissional de enfermagem que prestará assistência ao paciente durante o transporte, deve considerar o nível de complexidade da assistência requerida:
I – Paciente de cuidados mínimos (PCM): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem e autossuficiente quanto ao atendimento das necessidades humanas básicas;
II – Paciente de cuidados intermediários (PCI): paciente estável sob o ponto de vista clínico e de enfermagem, com parcial dependência dos profissionais de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;
III – Paciente de cuidados de alta dependência (PCAD): paciente crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável sob o ponto de vista clinico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas;
IV – Paciente de cuidados semi-intensivos (PCSI): paciente passível de instabilidade das funções vitais, recuperável, sem risco iminente de morte, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada;
V – Paciente de cuidados intensivos (PCIt): paciente grave e recuperável, com risco iminente de morte, sujeito à instabilidade das funções vitais, requerendo assistência de enfermagem e médica permanente e especializada.
Para mais informações, acesse
Os ganhos operacionais já seriam argumento suficiente para a adoção de métodos automatizados que usem a facilidade de leitura de QRCode. Inicialmente somente o tempo ganho na economia de digitação de dados já poderia dar retorno em diversos processos.
Com o uso do QRcode combinado com aplicativos temos:
Já escrevemos aqui um post sobre como nossa solução de Checklist Hospitalar Automatizado pode explorar bem esta facilidade de leitura de QRcode.
Com estes dados coletados via leitura de QRcode, é possível identificar o lugar, o momento e fazer checagens ou atualizar status de em sistemas on line.
O QR Code também pode armazenar informações como:
E isso pode ser combinado com processos e controles on line.

Por exemplo, em nossa Solução a pessoa que aplicar o Checklist, não precisará abrir manualmente o número do quarto ou leito, e apenas aponta para o QRcode que tiver impresso no local.
Com este procedimento o ganho de confiabilidade dos registros aumentam muito, pois as informações são registradas no local e no momento da vistoria.

Veja também o depoimento de um cliente, na palestra de Thaísa Scheffer no Hospital Monte Sinai que aconteceu na III Fórum de Hotelaria Hospitalar do Vale do Paraíba.
Outra facilidade de nosso Checklist é a possibilidade do gerenciamento de lacres de leito.
Código QR (sigla do inglês Quick Response) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera. Esse código é convertido em texto (interativo), um endereço URI, um número de telefone, uma localização georreferenciada, um e-mail, um contato ou um SMS.
Inicialmente empregado para catalogar peças na produção de veículos, hoje o QR Code é usado no gerenciamento de inventário e controle de estoque em indústrias e comércio. Desde 2003, foram desenvolvidas aplicações que ajudam usuários a inserir dados em telefone celular (telefone móvel) usando a câmera do aparelho. Os códigos QR são comuns também em revistas e propagandas, para registrar endereços e URLs, bem como informações pessoais detalhadas. Em cartões de visita, por exemplo, o código QR facilita muito a inserção desses dados em agendas de telefones celulares. Programas de captura ou PCs com interface RS-232C podem usar um escâner para capturar as imagens.
O VII Encontro de Administração em Saúde do CRA-RJ abordou o tema
“A contribuição da Administração na área de saúde para os processos de Segurança do Paciente”.
Organizado pela Comissão Especial de Administração de Serviços em Saúde do Conselho, o evento contou com a participação das Administradoras Maria de Fatima Ribeiro dos Santos, coordenadora da comissão, Rita de Cassia Garcia, coordenadora adjunta, e do Prof. Leonardo Justin Carap.
O assunto central foi dividido em quatro palestras:
“A Segurança do paciente e os aspectos relevantes para a assistência segura e a garantia da qualidade no cuidado”,
com Bárbara do Nascimento Caldas, do Instituto Nacional de Cardiologia;
“A gestão do ambiente e dos processos de hotelaria hospitalar na segurança do paciente”, com a Adm. Flavia Fávero, presidente da Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro;
“A importância do Plano de Segurança do Paciente”, abordado pela Adm. Rosilene Aparecida dos Santos, do Hospital Federal de Ipanema; e
“O papel do gestor para a garantia do sucesso do Plano de Segurança do paciente”, trabalhado por Victor Grabois, presidente da Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente.
Depois das apresentações, os palestrantes participaram de uma mesa redonda, onde responderam perguntas do público presente sobre os assuntos abordados. Sobretudo, o evento deixou clara a necessidade de se inserir o Profissional da Administração na Gestão Hospitalar para que os serviços prestados se tornem mais eficientes, tanto para as unidades de saúde, quanto para os pacientes/clientes.
O Encontro teve transmissão ao vivo e em breve estará disponível na CRA-RJ Play e na Rádio ADM RJ.
Confira algumas das declarações feitas durante as explanações de cada assunto.
“Antes que ocorra um incidente, a gente tem a circunstância notificável […]. Por exemplo, você vai olhar um carrinho, faz alguma conferência nele e vê que a roda está quebrada ou que o ambu [reanimador] não está funcionando. Naquele momento, não aconteceu nada, mas e se estivesse acontecido uma parada [cardíaca], você teria um problema com aquele equipamento. Essas circunstâncias também podem disparar processos de melhorias, para ajustarmos os nossos sistemas de barreiras”, Bárbara do Nascimento Caldas.
“Uma outra área importantíssima na Hotelaria Hospitalar é a questão da higiene. […] Na higiene hospitalar, precisa haver um procedimento operacional padrão, rotina, cronograma, treinamento? Sim. Mas de que adianta ter processo, rotina definida e não ter acompanhamento? O profissional de higiene precisa ser acompanhado. Ele está treinado, mas, na ponta, será que ele consegue aplicar a técnica na limpeza terminal? A gente precisa ter alguém para monitorar essa atividade”, Adm. Flavia Fávero.

“A perspectiva do olhar do Administrador é muito em função da nossa formação. Então, dentro da atividade do profissional da Administração, a gente está sempre preocupada com planejamento, definição de objetivos, metas, etapas, ações; nós nos preocupamos com organização de processos, materiais, meios, instrumentos. Temos um olhar sempre voltado para resultados que tenham um nível de qualidade aceitável e que sobretudo maximize a satisfação de pacientes, profissionais de saúde e da própria instituição”, Adm. Rosilene Aparecida dos Santos.
“Eu acredito muito na profissionalização da Gestão Hospitalar. E crer nisso, para mim, tem uma decorrência muito prática, que é um nível de valorização e investimento na figura do Administrador em Saúde muito superior ao que a gente possui hoje. Eu acho que o Profissional da Administração tem um papel verdadeiramente estratégico, do ponto de vista do funcionamento das instituições de saúde e tem conhecimentos que os outros profissionais não têm, e que fazem falta nesse amadorismo reinante”, Victor Grabois.

https://www.cra-rj.adm.br/seguranca-do-paciente-na-gestao-hospitalar-e-tema-do-vii-encad-de-saude-do-cra-rj/ em 30 de Novembro de 2018
O evento é realizado pela SHHERJ (Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro) e em parceria com o INTO.
Será abordado temas relacionados ao envolvimento de pessoas atendendo pessoas, hospitalidade, humanização, comprometimento das equipes da Hotelaria Hospitalar nos fluxos nos processos.
Valor da inscrição: Colaboração de item de Higiene Pessoal, que será doado para o Projeto – Saúde Criança em Petrópolis (RJ)
Inscrição: https://doity.com.br/jornada-de-hotelaria-hospitalar
Vagas limitadas!
Programação:
8:30h CAFÉ DE BOAS VINDAS E CREDENCIAMENTO
9:00h Mesa de Abertura
Alexandra Reis Melo – Gerente de Administração e Infraestrutura AACD
Bianca Farizote – Gerente de Hotelaria do INTO
Leila Pena – Vice presidente da Sociedade de Hotelaria Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro
9:25h PLANETREE E AS AÇÕES COM FOCO NA EXPERIÊNCIA DO CLIENTE
Palestrante: Alexandra Reis Melo – AACD
10:00h
PROJETO “CASAMINHA”
Palestrante: Ivonete Mello – Casaminha
10 horas e 30 minutos
MELHORES PRÁTICAS NA INTERFACE CCIH X SERVIÇO DE HIGIENE
Palestrante: Sandra Terumi – Brasanitas
11 horas e 5 minutos
BRUNCH E VISITA AOS STANDS

12:00h
INOVANDO NA HOTELARIA HOSPITALAR COM O USO DE ROBÔS E NOVOS PROCESSOS LOGÍSTICOS
Palestrante: Ivan Franco Ferreira
12 horas e 25 minutos
LOGÍSTICA REVERSA DOS RESÍDUOS – QUAL A DIFERENÇA ENTRE “LIXO” E RESÍDUO?
Palestrante: Matheus Bonfim – UNIFESO
13:30h Encerramento