Robôs Autônomos na Limpeza Hospitalar: Uma Parceria com a Força de Trabalho Humana

Ao iniciarmos o novo ano, deparamo-nos com um desafio crucial: como suprir a crescente demanda por serviços de higiene hospitalar. Mesmo com a terceirização em prática, muitos hospitais enfrentam dificuldades para preencher seus quadros de funcionários, resultando em lacunas significativas. As equipes encarregadas das operações de higiene hospitalar, ao tentarem realizar suas responsabilidades, veem-se submetidas a jornadas de trabalho muito aquém do ideal. Este panorama não só destaca a urgência de abordar a escassez de mão de obra, mas também ressalta a necessidade iminente de reavaliar as práticas operacionais para assegurar a eficácia e sustentabilidade das operações de limpeza hospitalar.

No cenário dinâmico da inovação tecnológica, os robôs autônomos emergem como aliados promissores na busca por ambientes hospitalares mais limpos e seguros. Contrariando preocupações comuns, a introdução dessas maravilhas tecnológicas não se trata de substituir, mas sim de complementar a força de trabalho humana. Neste artigo, exploraremos como os robôs autônomos na limpeza hospitalar podem ser a resposta não apenas para a eficiência, mas também para suprir lacunas significativas nas equipes de higiene, preenchendo espaços onde empresas terceirizadas e hospitais lutam para completar seus quadros de funcionários.

Exemplo de solução autônoma

Algumas Instituições e empresas já buscaram nossa colaboração, e, por meio da parceria com a Pluginbot já estamos trazendo para o Brasil alguns modelos para fazer testes em ambientes hospitalares.

Explorando Diversas Iniciativas: De Projetos com um Único Robô a Implementações com 100 Unidades

Neste momento, estamos envolvidos em projetos que começam com propostas mais específicas, contemplando a presença de um robô por hospital. Essas iniciativas pioneiras são um reflexo do nosso compromisso em personalizar soluções para atender às necessidades únicas de cada instituição de saúde. Além disso, estamos progredindo em projetos de maior envergadura, incluindo a empolgante implementação de até 100 robôs em uma única iniciativa. Essa abordagem ascendente destaca não apenas a diversidade, mas também a escalabilidade das nossas soluções, adaptando-se perfeitamente ao tamanho e aos requisitos específicos de cada projeto hospitalar.

Acima temos um vídeo de Wallace Lima, CEO da Pluginbot , demonstrando o uso do Robô voltando a sua base para abastecer de produto químico, água e energia. Este vídeo foi gravado na viagem onde acertamos a parceria para trazer os Robos para o Brasil.

Impacto Cambial

Mesmo diante de um cenário de câmbio desfavorável, é gratificante constatar que as operações continuam a ser não apenas sustentáveis, mas também viáveis.

Nosso Gerenciamento

É importante ressaltar que continuamos a Gerenciar as Higienizações com nossas plataformas como o Voice Leitos e Gerenciamento de áreas comuns. Já estamos preparados para este gerenciamento, e os clientes com o Voice Leitos por exemplo, já estão preparados para receber a ajuda dos Robôs autônomos.

áreas externas poderão ser bem exploradas

Complementando, Não Substituindo:
Ao contrário do temor comum de que a automação levará à perda de empregos, os robôs autônomos de limpeza hospitalar são projetados para trabalhar em conjunto com a equipe humana. Essa colaboração não apenas aumenta a eficiência geral, mas também permite que os profissionais humanos se concentrem em tarefas mais especializadas e estratégicas. Neste ponto o Gerenciamento do Voice Leitos é um fator importantíssimo para garantir a qualidade.

Preenchendo Lacunas na Força de Trabalho:
A escassez de mão de obra nas equipes de higiene é uma realidade enfrentada por muitas empresas terceirizadas e hospitais. Os robôs autônomos surgem como uma solução eficaz para preencher essas lacunas, assumindo as responsabilidades de limpeza regulares e permitindo que os trabalhadores humanos se concentrem em tarefas mais complexas e orientadas para o cuidado.

Aumentando a Eficiência Operacional:
Empresas terceirizadas de higiene e hospitais muitas vezes se deparam com a dificuldade de completar seus quadros de funcionários, o que pode resultar em atrasos na prestação de serviços essenciais. A introdução de robôs autônomos proporciona uma solução eficiente, permitindo uma cobertura contínua de tarefas de limpeza, independentemente das flutuações na disponibilidade de mão de obra humana.

Foco em Tarefas Estratégicas:
Ao liberar os profissionais de higiene para se concentrarem em tarefas mais estratégicas e especializadas, os robôs autônomos não apenas otimizam a eficiência operacional, mas também contribuem para um ambiente hospitalar mais seguro e higiênico. Essa parceria permite que as habilidades humanas sejam direcionadas para áreas que exigem empatia, criatividade e decisões complexas.

Resposta à Demanda Crescente:
Com o aumento da demanda por serviços de limpeza hospitalar, a colaboração entre robôs autônomos e trabalhadores humanos torna-se essencial para garantir que os padrões de higiene sejam mantidos. Essa abordagem inovadora não só atende à crescente necessidade de limpeza, mas também cria um ambiente de trabalho mais equilibrado e eficiente.

Em vez de ameaçar empregos, a introdução de robôs autônomos na limpeza hospitalar destaca-se como uma estratégia inteligente para enfrentar os desafios da escassez de mão de obra e da crescente demanda por serviços de higiene. Essa colaboração entre tecnologia e força de trabalho humana não apenas fortalece a eficiência operacional, mas também contribui para ambientes hospitalares mais seguros e saudáveis. É uma revolução que não apenas melhora a limpeza, mas também a qualidade geral dos cuidados de saúde.

Ficou interessado ? Nos procure para entendermos seus desafios.

Quanto custa a desvalorização do setor de higienização?

Artigo de Renata Baleotti

Para começar esse artigo é preciso entender sobre a Profissão Higienizador Hospitalar. 

Sim. Higienizador Hospitalar é uma profissão. E como qualquer outra profissão, a pessoa que atua na área precisa de estudo, conhecimento e treinamento. Precisa se profissionalizar.

Logo uma pergunta pode vir em mente… mas não há cursos profissionalizantes suficientes no mercado. Não temos profissionais capacitados. Por isso, as contratações de mão de obra para a área não envolvem tantas exigências de qualificação. Cabe ao hospital ou a prestadora de serviço, após a contratação realizar essa capacitação em tempo recorde já que a necessidade de atuação, geralmente, é urgente. O que coloca em risco a vida do paciente e do próprio colaborador. Não estou apontando o dedo e nem culpando ninguém. Apenas relatando o cenário real e atual em que estamos vivendo.

Seja você o precursor da profissionalização dele. Treine, desenvolva-o, invista em cursos. Ahh.. mas ele “aproveitar” tudo o que eu proporciono e depois arrumar outro emprego. É um risco. Mas enquanto ele estava prestando serviço para seu hospital/empresa ele desempenhou um bom trabalho. Sua empresa entregou um bom trabalho para o seu cliente. Mas se você souber valorizá-lo você tem grandes chances dele ficar.

Mudanças exigem esforços e eu assumo, neste momento, um compromisso de realização de treinamentos acessíveis online e presenciais para a área. Quero fazer minha parte. 

Renata Baleotti

Eu atuei durante alguns anos como encarregada, supervisora e coordenadora do Serviço de Higienização em hospitais. Hoje atuo como consultora e palestrante e realizo treinamentos e eventos na área de Hotelaria Hospitalar e tenho observado muito a evolução ou não evolução do setor. Passa ano, entra ano e o setor atingiu pouquíssimas conquistas.

O setor de higienização por si só é desvalorizado. Você pode não perceber ou pode não entender dessa forma. Mas, no geral é. No decorrer do texto vou explicar sobre minha visão.

Vamos à realidade nua e crua: é um setor onde os colaboradores “não tem estudo” ou “não precisam ter estudo”. Afinal, qualquer pessoa sabe limpar. Por exemplo: “A pessoa que trabalha na minha casa é excelente! No hospital também vai ser!”! Errado. Ela vai precisar estudar e aprender as técnicas seguras de higienização em ambiente hospitalar. Daí sim. Ela pode ser excelente. Estou relatando isso porque já vivi esse cenário.

Mas fazendo um parênteses: muitos colaboradores têm algum tipo de estudo, sim. Porém sem ter oportunidade de trabalho acabam optando por um caminho “mais fácil”. Um setor que nem todos escolheram estar lá. Estão por necessidade. Conheci profissionais que amavam a higienização e outros que estavam lá pra poder sustentar a família ou estudos, mas logo iriam para uma outra oportunidade assim que surgisse.. Um setor de passagem. Mas isso não os fazia profissionais ruins. Alguns até eram porque não amavam o que faziam e entre outras razões que vou abordando ao longo deste artigo.

O setor de higienização é um setor que tem o piso salarial mais baixo do hospital, um setor que sente que o que eles realizam não tem grande importância porque muitas vezes não sabem a real importância. Ninguém falou e não fala pra eles.  Afinal, O “pessoal de branco” tem valor. Um setor que muitas vezes abaixa a cabeça para todos. Que não se sentem bem-vindos. Que se sentem rejeitados. Que são invisíveis.

Afinal, como valorizar a Equipe de Higienização? Essa é uma pergunta que já me fiz e que me fazem também. Isso porque valorizar equipes independente do setor é uma necessidade urgente para a melhorar a experiência de cada colaborador e consequentemente do paciente. A equipe do setor de Higienização por muitas vezes é frágil emocionalmente e financeiramente, percorrem distâncias enormes para chegar no trabalho, dedicam pouco tempo ao lazer e a família por causa disso, que não sabem os reais objetivos e importância imensa do seu trabalho não só para o paciente mas para todos os usuários do hospital. 

E não estou aqui somente para relatar um cenário que muitos que estão lendo esse artigo já sabem. Vim aqui pra trazer soluções. Propor caminhos para mudanças. 

Minha primeira sugestão é a Realoc.ai para empresas prestadoras de serviços.

Uma solução que usa algoritmos inteligentes na otimização dos recursos da força de trabalho. Uma solução que otimiza os custos com transporte da mão de obra, proporciona maior bem-estar nos deslocamentos casa-trabalho-casa já que essa solução faz uma análise dos endereços dos colaboradores e sugerem realocações para locais mais próximos de suas residências promovendo um desgaste menor de deslocamento propiciando maior tempo de descanso, o que afeta diretamente na qualidade de vida do colaborador junto sua rotina familiar além de ajudar a se apresentar no trabalho com menos fadiga. Outro resultado positivo é o impacto nos índices de absenteísmo e turnover. 

Valorizar uma equipe não é somente elogiar e falar que todos são importantes. Elogiar, reconhecer, homenagear deve fazer parte da rotina. Mas a valorização e a motivação vão além das palavras. Atinge algo bem maior que são as atitudes.

O que estamos fazendo pelo setor de higienização? 

Eu fico extremamente triste e preocupada quando vejo em muitos locais o setor abandonado. É muito grave. Fica a pergunta para reflexão: Quanto custa uma vida? O setor de higienização atua e tem responsabilidade no controle de infecção.

Atualmente vejo equipes de higienização “sangrando”. Com pouco investimento!  Afinal gastar com produtos químicos e equipamentos? Gastar com pessoas sem qualificação? O salário tá ótimo, afinal.  Quando o hospital precisa cortar verba, economizar… o setor de higienização frequentemente é afetado com cortes significativos no orçamento. Higienizar um hospital não é só jogar água e sabão e puxar com rodo como realizamos na varanda de casa. Profissionalizar o setor de higienização vai além de profissionalizar pessoas também.

Valorizar o setor de higienização é um custo ou um investimento? 

A resposta correta é: Valorizar o setor de higienização é um grande investimento.

Vou citar agora alguns exemplos de falhas que ocorrem no setor de higienização: falta de treinamentos resultando em colaborador sem qualificação e sem capacitação profissional, número insuficiente de colaboradores, falta de equipamentos ou falta de investimento em equipamentos e produtos químicos adequados, falta de planejamento do setor: fluxos e processos inadequados, cultura organizacional: falta de lideranças que criem um ambiente saudável, que escute o colaborador e que seja a voz deles.

Os resultados são muito ruins como: colaboradores pressionados e desmotivados (muitas vezes não sabem o porquê estão sendo pressionados, afinal, não foram treinados, não sabem a real função e seus objetivos, trabalho mal executado, aumento da taxa de absenteísmo, aumento e da taxa de turnover (Sim!! Trabalhador desmotivado e pressionando falta do trabalho, adoece ou arruma outro emprego), risco de acidente de trabalho, lentidão no giro do leito, cliente insatisfeito, hospital sujo, comprometimento da qualidade percebida, aumento da taxa de Infecção hospitalar.

Todas essas consequências de falta de investimento no setor é o verdadeiro custo alto para o hospital .

Sobre a questão salarial é necessário citar também. Os salários são muito baixos. Daí alguém pode falar: “ahh mas pago o piso. Não estou fora da lei. Não está mesmo”. Contudo, com os investimentos e ganhos nos quais relatei acima, o hospital/ empresa podem calcular valores melhores para os colaboradores.

Aproveitando o gancho, empresas prestadoras de serviços (facilities) não realizam milagres. Cada vez mais vejo hospitais querendo orçamentos cada vez mais baixos. Por melhor que seja a empresa, ela não vai conseguir entregar um trabalho de qualidade e com segurança. 

Quais, então, são minhas sugestões dentro desse contexto: 

Investir em treinamentos internos e externos:

O gestor deve criar e cumprir cronogramas de treinamentos internos. O hospital deve incentivar a participação em congressos, simpósios e feiras. Educação e informação levam tanto ao crescimento pessoal e profissional quanto da instituição.

Investir em tempo de escuta: 

O colaborador é um grande observador do comportamento do cliente. Ele sabe o que o cliente quer. O gestor ter uma escuta ativa auxilia muito no planejamento dos serviços oferecidos e adequação do setor às necessidades e expectativas do cliente. 

Vale lembrar que dar retorno ao colaborar sobre seu desempenho é de extrema importância também.

Investir em tecnologia:

Quando eu comecei na Hotelaria Hospitalar em 2009, a agilidade da comunicação era muito menor do que atualmente. Hoje temos recursos preciosos de comunicação, registros e controles em tempo real. Naquela época, a comunicação era feita por rádios, telefones mas sobretudo no boca a boca nos corredores do hospital. As anotações sobre as demandas de higienização eram realizadas em papel. Eu não tinha cem por cento de informações reais e em tempo real do que estava acontecendo. Muito menos quão ágil estava o giro do leito para medidas serem tomadas. No final do mês para eu conseguir analisar um indicador precisava pegar uma pilha de papéis muitas vezes sem preenchidos para gerar um número de indicador para eu ter uma noção das melhorias que eu precisava implantar no setor. Com isso a qualidade dos serviços do mês anterior já havia sido comprometida. Por mais planejamento que houvesse, eu não tinha recursos para tomadas rápidas de decisões para atender melhor e com mais agilidade às demandas do setor de higienização. Eu percorria o hospital durante as 8h de trabalho tentando observar o máximo o que estava acontecendo para apresentar o melhor serviço possível.

Em 2023, já vivemos outra realidade. Temos soluções inovadoras e consolidadas no mercado que permitem que o gestor saiba o que está acontecendo simultaneamente em relação a todas as solicitações de higienização e pode agir e/ou corrigir deficiências para atender demandas e demandas de urgência. Sobretudo devido à geração de indicadores em tempo real.

 A Voice Technology é uma empresa de tecnologia que possui, entre outros, um sistema chamado Voice Leitos. Esse sistema é absurdamente eficiente na gestão dos leitos. A comunicação efetiva e veloz entre os setores é extremamente necessária para o giro do leito eficaz. Com ela, os colaboradores tendo a informação de uma demanda em tempo hábil são menos pressionados já que eles têm a possibilidade de realizar o serviço no tempo previsto cumprindo as SLAs. E como ótima consequência temos serviços entregues com qualidade e segurança além de possibilitar ao paciente um tempo menor de espera por leito. 

Investir em produtos químicos de qualidade e eficazes nos processos aos quais são aplicados:

Não é uma tarefa fácil.

Atualmente podemos presenciar, no Brasil, a preocupação quanto ao ambiente hospitalar, como um grande desafio para a evolução na higienização hospitalar. 

Porém graças a ciência e a tecnologia estamos evoluindo também a área dos saneantes hospitalares.

Quando falamos em processos de higienização buscamos sempre aqueles que são mais eficientes para gerar a agilidade que necessitamos dentro da rotina exaustiva e dinâmica do ambiente hospitalar. Mas a agilidade deve estar associada à qualidade e segurança tanto para o ambiente como para os pacientes e colaboradores.

Há diversos fatores que causam morosidade na entrega de um serviço de higienização para liberação de leitos, salas cirúrgicas, box de pronto atendimento etc…Entre eles a eficiência do produto químico, sobretudo na remoção de sujidade. Onde o produto faz a diferença para a execução e finalização dos processos. Quanto tempo perdido eu já vi. Higienizadores hospitalares esfregando superfícies. Ou tendo que utilizar 02 ou mais produtos para completar todo o processo de limpeza e desinfecção. É um desgaste absurdo para todas as partes: paciente esperando, gestor e colaborador pressionado e, no final o quarto/leito/sala, por exemplo, ainda podem ser entregues com um serviço mal executado colocando em risco a qualidade percebida e a vida do paciente. Eu penso que o mundo avançou e evoluiu e já temos no mercado muitos recursos para melhorar nosso tempo de higienização. 

Vale destacar o saneante hospitalar Estera Power Plus HC com a ultra tecnologia a fórmula de quaternário de amônia de 5 ª geração + prata coloidal tendo um grande poder de limpeza além da desinfecção. Com ele é possível realizar uma limpeza terminal em 25 minutos. Sim. Isso é real. É ultra tecnologia já disponível no setor de higienização.

Proporciona maior segurança nos processos com sua capacidade de deixar a superfície inteligente, vem com mais um aliado para contribuir com a diminuição das infecções hospitalares relacionadas aos microrganismos do ambiente hospitalar melhoria na qualidade de condições de trabalho pois a eficiência do produto exige menos desgaste nos processos para os colaboradores.

Impactando na taxa de absenteísmo e turnover, giro do leito muito mais veloz, diminuição do tempo de espera por leito, maior qualidade dos serviços prestados e melhor e mais segura experiência do paciente.

Investir em equipamentos que agilizam a limpeza e melhora a qualidade de condições de trabalho. No mercado há diversos equipamentos que exigem menos desgaste físico do colaborador, impactando positivamente no desempenho de do colaborador, na taxa de absenteísmo e turnover, giro do leito muito mais veloz devido agilidade nos processos de higienização, diminuição do tempo de espera por leito, maior qualidade dos serviços prestados e melhor e mais segura experiência do paciente. 

Valorizar uma equipe é pensar no dia a dia do colaborador, dando condições de trabalho e pensando também no seu bem-estar tanto dentro quanto fora do hospital.

Não é mudando o nome do cargo de higienizador hospitalar para  assistente de Hotelaria, por exemplo, que vamos valorizar a profissão. Não temos que mascarar ou esconder a real função. Temos, sim, que valorizá-la em todo o seu cenário.

Investir no setor de higienização não custa caro. Sabe o que é caro?

  • Caro é leito parado
  • Caro é paciente esperando
  • Caro é cliente insatisfeito 
  • Caro é paciente inseguro
  • Caro é paciente sem conforto
  • Caro é colaborador desmotivado 
  • Caro é colaborador doente, afastado
  • Caro é perder vidas.

Sobre Renata

Renata é especialista em Hotelaria Hospitalar, Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados. Formada em Hotelaria e Turismo, trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Autora do Livro “Descomplicando a Hotelaria Hositalar”

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

Outros artigos de Renata:

Abacaxi: o maior símbolo da hospitalidade. Ou seria o café, a água ou o urso?

Repost de artigo de nossa querida parceira Renata Baleotti

Quem nunca falou ou ouviu as seguintes frases: 

“Segura este abacaxi” 

ou 

“Descascar um abacaxi”. 

Essas expressões fazem referências a uma situação que envolve um problema. 

Há uma outra expressão 

“Você ganhou um abacaxi”, 

que nos dias de hoje, pode significar “Você ganhou um problema” ou você foi ruim no concurso, por exemplo e não ganhou nada, apenas um abacaxi. 

Mas você sabia que o abacaxi foi um símbolo de riqueza, status e hospitalidade na Europa do século XVIII? 

Os colonizadores, impressionados pela aparência exótica e sabor, levaram a fruta pra lá. E, por ser uma fruta extremamente cara devido sua escassez na Europa, haviam pessoas que chegaram a alugar abacaxis para exibi-los em forma de ostentação e do poder do anfitrião. 

Ele era muito usado em decorações dentro e fora das casas. A fruta também era oferecida aos visitantes como forma de bom acolhimento nas festas de jantares dos mais afortunados da época. 

Mas há quem acredite que a água e o café são os maiores símbolos da hospitalidade atualmente. 

Você já ouviu a frase? Não me ofereceram nem um copo d’água que dirá um café. Ou “Não me ofereceram nem um café”. 

Esse é um sentimento de não ser bem recebido. Normalmente, quando recebemos uma pessoa em casa ou no trabalho, oferecemos água e café como forma de primeiro acolhimento. Os símbolos de hospitalidade, normalmente estão associados à alimentação. 

Segundo Boff (2006), a partir do momento que o homem aprendeu a cozinhar e a realçar o sabor dos alimentos, a refeição tornou-se um rito comunitário e, que comer é uma forma de comunhão com as pessoas, sendo que esta comunhão está vinculada essencialmente à hospitalidade, pois não se acolhe alguém como hóspede sem convidá-lo à mesa e fazê-lo comensal. 

 A HH Cuidar e Servir possui um mascote: “o Hurso”. (esse é o nome dele) 

O símbolo da Hospitalidade da empresa é o urso, saindo um pouco da associação com alimentação. Mas porque ele foi escolhido? 

O urso possui diversas simbologias pelo mundo: força, coragem, afetuosidade, gentileza, nobreza, receptividade, tranquilidade, paciência, resiliência, senso de proteção, segurança, autoridade, capacidade de renovação e transformação interior, ressurreição. 

Junto de toda essa simbologia vem o “abraço de urso”. Há diversos estudos que apontam os benefícios de uma abraço. O abraço de urso é aquele que cria uma conexão, que envolve recepção, proteção, segurança, bem-estar, conforto, empatia, afeição, dedicação e compaixão. 

Algumas dessas características compõem a hospitalidade. Espero que tenha gostado dessa curiosidade! 

 “Abraço do Hurso”

Sobre Renata

Renata é especialista em Hotelaria Hospitalar,

Interessada em Humanização hospitalar, realizou trabalhos em Hospitais públicos e privados.

Formada em Hotelaria e Turismo na UNAERP.

Trabalhou em grandes Hospitais como a Santa Casa de Sertãozinho e o Hospital CopaD’or (Rio de Janeiro).

Autora do Livro “Descomplicando a Hotelaria Hositalar”

Acredito que seja interessante para inspirar gestores. Mostrar que a humanização dentro de hospitais é possível. E que não precisa de grandes investimentos. Pra Humanizar, basta SER humano.

Renata Baleotti

Outros artigos de Renata:

Métodos de Validação da Higiene Hospitalar

Você já parou para pensar na importância da higiene das mãos?

É algo tão simples e eficaz na prevenção de doenças! No entanto, é surpreendente a quantidade de pessoas que saem de banheiros públicos, como aeroportos, shopping centers e universidades, sem lavar as mãos.

Estudos mostram que ambientes contaminados estão diretamente relacionados ao aumento do risco de infecções, devido à presença de microrganismos resistentes em superfícies. É necessário que sejam tomadas medidas adequadas para a higiene em unidades de internação.

De acordo com um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, estima-se que cerca de 15% das infecções hospitalares estejam relacionadas à contaminação ambiental. Além disso, pesquisas recentes apontam que a presença de patógenos multirresistentes em superfícies de unidades de internação pode aumentar em até 20 vezes o risco de infecção nos pacientes. Esses dados reforçam a importância de medidas efetivas de limpeza e desinfecção para garantir um ambiente seguro em ambientes de saúde.

Por vezes, a equipe de limpeza hospitalar apresenta baixo nível de conhecimento sobre higiene, o que pode influenciar na eficácia da higienização das superfícies. Além disso, altas taxas de absenteísmo e rotatividade podem impactar negativamente nos resultados.

É fundamental conscientizar sobre a importância da higiene das mãos e garantir uma equipe de limpeza devidamente capacitada, para que as superfícies sejam higienizadas corretamente, contribuindo para a saúde e bem-estar de todos.

A hotelaria hospitalar desempenha um papel crucial no cuidado e na segurança dos pacientes. Ao colaborar estreitamente com a equipe de controle de infecção hospitalar, a hotelaria hospitalar tem um impacto significativo na prevenção e no controle de infecções, garantindo um ambiente limpo e livre de germes. Essa colaboração efetiva resulta em métodos de trabalho mais eficientes e soluções mais eficazes para as necessidades de limpeza e higiene, promovendo assim a saúde e o bem-estar dos pacientes.

Em um post anterior, falamos um pouco sobre o impacto da Higienização Hospitalar no Controle de Infecção.

Métodos de Validação de Higiene Hospitalar

Existem diversos métodos conhecidos de validação de higiene hospitalar que permitem verificar se as medidas de limpeza e desinfecção estão sendo efetivamente realizadas. Alguns exemplos são:

  1. Testes microbiológicos de superfícies: Consiste na coleta de amostras das superfícies de interesse, como mesas, pias, maçanetas, entre outras, e posterior análise laboratorial para identificar a presença de microrganismos patogênicos ou indicadores de falta de higiene.
  2. Testes de adenosina trifosfato (ATP): O ATP é uma molécula encontrada em todos os seres vivos e é utilizado como indicador de sujidade orgânica. Esse método envolve a coleta de amostras com um swab e a análise do nível de ATP presente nas superfícies, fornecendo uma medida quantitativa da eficácia da limpeza.
  3. Inspeção visual: Realização de inspeções periódicas para observar a limpeza das superfícies, identificar áreas com acúmulo de sujeira e garantir que os protocolos de higiene estão sendo seguidos corretamente.
  4. Auditoria interna: Utilização de um sistema de auditoria que inclui checklists e visitas regulares para avaliar a qualidade da limpeza, verificar o cumprimento dos protocolos e identificar áreas de melhoria.
  5. Indicadores químicos: Uso de substâncias químicas indicadoras, como marcadores fluorescentes, para garantir a cobertura adequada das superfícies durante o processo de limpeza.

Esses métodos de validação são importantes para monitorar a eficácia da higiene hospitalar e identificar possíveis falhas, permitindo ações corretivas imediatas para garantir um ambiente limpo e seguro para pacientes, profissionais de saúde e demais pessoas envolvidas.

A Hotelaria Hospitalar, além da homologação, deve apoiar na validação dos procedimentos operacionais, onde normas e rotinas devem ser aprovadas pelo CCIH e deve contemplar o passo a passo da atividade, a periodicidade, a correta diluição dos produtos até uso de equipamentos e utensílios dentro das instruções de trabalho normatizadas.

Ter isto toda realização das atividades sistematizadas é importante.

No Voice Leitos, temos a medição das áreas higienizadas por metragem.

Podemos ter a medição de quantos metros quadrados são higienizados nos Leitos (tanto terminais, concorrentes ou avulsas) assim como nas áreas comuns. Inclusive há diversos filtros para análises mais profundas.

Ao lado temos um print, de um gráfico em modo ranking mostrando a metragem de cada colaboradora do time da Higiene.

Temos um post destacando com mais detalhes o indicador de eficiência da Higiene Hospitalar por Metro quadrado.

Outra característica do Voice Leitos é dele abraçar outros processos e a cada dia ajudando outras novas áreas. Uma das recentes inclusões foi o Gerenciamento das Infecções Simuladas ou validação da limpeza por Luz Negra.

No vídeo acima, temos uma rápida demonstração de como é simples, seguro e rápido registrar os dados das validações de limpezas. E o melhor, garantido que o teste pode ser realizado no melhor momento, ou seja na etapa de espera da higienizadora.

Os relatórios estão disponíveis on line. O que é um grande ganho de produtividade e eficiência no método, pois adiantamos uma fase, deixando-a em paralelo, disponível e sempre pronta.

Outro ponto interessante deste ganho de tempo, é que proporcionamos o acompanhamento on line e damos a possibilidade de respostas mais ágeis para a CCIH..

Damos uma economia drástica de tempo aos profissionais gerenciais que não mais perdem tempo compilando informações do passado. Pois agora além do histórico pronto, se focam no trabalho no presente

Muitos de nossos clientes já realizavam estes testes, mas não tinham a confiança nos dados apresentados pois estavam fora do processo do giro de leito. O que o Voice leitos garante a execução e verificação no momento e local correto.

Cadastramos no Voice as áreas de maior contato ou de possibilidade de maior de infecções cruzadas (maçanetas, torneiras, cadeiras, mesas etc.). Aproveitamos o conceito (SCAT), além de existir áreas mais e menos críticas nos ambientes da saúde, existem superfícies mais e menos tocadas. Sendo que algumas são mais críticas pelo fato de serem muito mais tocadas que outras. Um exemplo são as maçanetas, portas, torneiras, grades de camas e assim por diante. São também chamadas de SCAT.

Para os clientes que ainda não tem o Voice Leitos, fizemos uma parceria com a Indeba para oferecer um sistema Digital para Sistematizar e disponibilizar os dados on line .

O Produto Chama: Letah Lumi Digital

O Sistema de Transporte integrado ao processo de Higiene acelera o Giro de leitos

Alguns de nossos clientes estão aproveitando o registro eletrônico da saída do paciente no momento o qual o transportador o retira do leito, para automaticamente acionar o time de Higiene.

Quando temos o cenário onde nosso cliente possui tanto o Sistema de Transporte, tanto o Voice Leitos, o processo fica transparente e conectado.

Nos Hospitais os quais possuem o Sistema de Transporte mais ainda não o Voice Leitos, notificamos o time de Higiene com os recursos que estiverem disponíveis. Como por exemplo Whatsapp, Aplicativo próprio de notificação, telefones etc.

Os transportadores (ou simplesmente maqueiros) desempenham um papel fundamental. São responsáveis por garantir a segurança e o conforto dos pacientes durante o transporte. Além disso, eles têm uma função crucial no controle de infecções e no cumprimento das normas de higiene.

Após um paciente receber alta médica ou ser transferido para outro local dentro do hospital, é essencial que o maqueiro notifique ou acione imediatamente o time de higiene. Com nosso Sistema viabilizamos isso, pois a própria realização da atividade serve para o acionamento da Higiene.

Os leitos hospitalares precisam ser prontamente limpos e desinfetados para receber um novo paciente. Esta comunicação sendo eficiente e automática garantem o recebimento desta informação ao time de higiene, garantindo assim que os procedimentos de limpeza sejam iniciados o mais rápido possível.

O controle de infecções é um aspecto crítico em ambientes hospitalares, pois as infecções adquiridas durante a internação podem ter graves consequências para a saúde dos pacientes. A rápida remoção de um paciente do leito e a notificação imediata ao time de higiene ajudam a minimizar os riscos de contaminação e a disseminação de doenças. Isso contribui para manter um ambiente limpo e seguro para todos os pacientes, visitantes e profissionais de saúde.

Além disso, a atuação eficiente do maqueiro com este acionamento automático ao time de higiene permite uma melhor organização e planejamento das atividades de limpeza. Os colaboradores responsáveis pela higienização dos leitos podem se programar de acordo com a demanda, otimizando seus recursos e garantindo uma resposta rápida e eficaz.

Assim colocamos uma inteligência no próprio processo e a simples realização das atividades já servem para acionar outras. Além disso o gerenciamento dos tempos e SLAs ficam na palma da mão de maneira on line e qualquer desvio é alertado.

Em resumo, a importância de um maqueiro em um hospital vai além do transporte de pacientes. Eles desempenham um papel crucial na prevenção de infecções e na manutenção de um ambiente seguro e higiênico. Ao avisar ou acionar o time de higiene assim que retiram um paciente do leito após ele estar liberado, os maqueiros contribuem diretamente para a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos no ambiente hospitalar.

Sistema Datalav possui integração com Voice

A integração de sistemas na Hotelaria Hospitalar é fundamental para garantir um atendimento eficiente, de qualidade e personalizado aos pacientes, além de otimizar os recursos e materiais do hospital.

Nós da Voice disponibilizamos para o pessoal da Datalav todas as conexões as quais já temos integrações e abrimos dezenas de possibilidades para eles. Assim o Datalav conseguirá integrar suas áreas atendidas, em especial Lavanderias, Gerenciamento de Resíduos, suprimentos, recursos como água e luz etc. com o Macro ambiente Hospitalar.

Na Hotelaria Hospitalar é essencial garantir um atendimento eficiente e de qualidade aos pacientes. A hospitalidade é uma das principais características, que busca proporcionar uma experiência positiva ao paciente durante o período de internação, além de oferecer conforto e bem-estar.

A integração de sistemas permite que as informações dos pacientes sejam compartilhadas entre diferentes áreas do hospital, tornando o atendimento mais rápido e eficiente. Com a integração, é possível que o histórico do paciente esteja disponível em tempo real para todos os profissionais de saúde envolvidos no seu tratamento, permitindo uma comunicação mais eficaz e uma tomada de decisão mais assertiva.

Como já temos os Sistemas de Gestão Hospitalares integrados (MV, Tasy, Totvs, Cerner, WPD entre outros) a inclusão do Datalav em todos os clientes Voice é facilitada. E nos possíveis novos clientes da Datalav, poderemos fornecer apenas o Midleware integrador.

Além disso, a integração de sistemas pode ajudar na gestão de recursos e materiais, como estoque, equipamentos e principalmente na atenção aos custos. Com a automatização desses processos, é possível reduzir custos e evitar desperdícios, garantindo que o hospital esteja sempre preparado para atender às necessidades dos pacientes.

Por fim, a integração de sistemas também pode ajudar na gestão da experiência do paciente, oferecendo serviços personalizados e adaptados às suas necessidades. Com o uso de tecnologias como aplicativos móveis e sistemas de feedback, é possível obter um feedback constante dos pacientes e aprimorar continuamente a qualidade do atendimento.

Professor Roberto Farias

Segundo nosso mestre “A hotelaria hospitalar é a soma dos serviços de apoio”. (Marcelo Boeger)
Para contribuir com a gestão dos serviços de apoio na hotelaria hospitalar, desenvolvemos o software Datalav Gestão de Hotelaria e Lavanderia que permite que os dados gerados pelos serviços de apoio possam ser gerenciados por meio de indicadores em tempo real. O Datalav pode ser integrado com o Voice Technology , Balanças e outros levando informações rápidas e precisas. O Datalav contribui controle de enxovais, resíduos e insumos das unidades hospitalares gerando indicadores de desempenho, controle e custos dos setores. Velocidade na tomada de decisões.

Roberto Farias

Além do papel de integração estamos trabalhando bastante em colaboração como por exemplo as conexões com DIspositivos IOT.

Uma das novidades, a qual já postamos aqui no Blog é o uso de Balanças conectadas.

Balança Conectada

Outro ponto muito relevante para os usuários Datalav, no Voice Leitos temos o Gerenciamento do Fluxo de trabalho de todo o tipo de Higienizações, desde o processo de giro de leito até concorrentes e programadas de áreas comuns. Receber Eventos do Datalav e gerenciar um processo novo dentro do Voice leitos é uma questão de apenas configuração. Com isso muitos fluxos de trabalhos que não são monitorados e medidos poderão ser Gerenciados .

Indicadores Datalav

Lavanderia:

  • Histórico e distribuição de roupa por setores abertos e fechados;
  • Histórico de retenção, danos e descartes de roupa;
  • Indicadores de consumo de enxoval por leito e paciente;
  • Indicadores de quilos de roupa por procedimento cirúrgico;
  • Inventários.

Higiene e Limpeza

  • Produtividade na higiene e limpeza;
  • Consumo de insumos e descartáveis por tipo e por setores.
    Gestão de resíduos
  • Indicadores de resíduos de saúde por tipo e setores;
    Gestão de custo e produtividade geral
  • Absenteísmo, turnover;
  • Indicadores consumo de energia e água;
  • Outros indicadores

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Tudo que é pesado em balanças em um Hospital, pode ser automatizado

Estamos em um trabalho de pesquisa e implantação de novos dispositivos para melhorar a eficiência dos Hospitais. Estamos aproveitando os dispositivos IOT disponíveis e encaixando eles para resolver algumas deficiências ou gargalos logísticos que tem muito impacto.

O vídeo a seguir , temos um exemplo de uma balança que não necessita de conectividade e infraestrutura dos Hospitais. Ela possui a conectividade de baixo consumo e longo alcance da Rede Inteligente Brasileira que utiliza Lorawan. Além disso ela utiliza baterias e não necessita de ponto de alimentação.

Balança Inteligente com conectividade IOT

Aqui no Blog, no post: Lavanderias Hospitalares, novos dispositivos IoT estão chegando para ajudar… já adiantamos que alguns gargalos de lavanderia nos Hospitais podem ser resolvidos com dispositivos como este da Balança conectada.

Para resolver o problema das lavanderias com problemas de infraestrutura , que não tenham a possibilidade de cabeamento de dados ou cobertura de internet … Já estamos a disposição com balanças que se comunicam com IoT e não necessitam mais daquele retrabalho de anotações …

do Post Lavanderias Hospitalares, novos dispositivos IoT estão chegando para ajudar

Outra atividade em um Hospital que podemos ajudar com este novo Dispositivo, a Balança conectada, é na atividade de Coleta de Resíduos.

Até já tivemos aqui no Blog outra post sobre implementação de IOT nesta atividade Uso do Botão Voice na operação de coletores de resíduos.

Sobre Resíduos Hospitalares

residuo hospitalar

No Brasil, a coleta de resíduos hospitalares é regulamentada pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 306/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Essa norma estabelece as diretrizes e procedimentos básicos para a coleta, armazenamento, transporte e disposição final de resíduos dos serviços de saúde.

De acordo com a RDC 306/2004, os resíduos hospitalares são classificados em cinco grupos, com base em suas características e riscos à saúde:

  1. Grupo A: Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que apresentam risco de infecção, como restos de tecidos, órgãos, peças anatômicas e materiais perfurocortantes.
  2. Grupo B: Resíduos contendo substâncias químicas que apresentam risco à saúde pública ou ao meio ambiente, como medicamentos vencidos e rejeitos de laboratórios.
  3. Grupo C: Resíduos comuns, semelhantes aos resíduos domiciliares, como papéis, plásticos, vidros e metais.
  4. Grupo D: Resíduos radioativos, como os provenientes de diagnóstico por imagem e terapia radiológica.
  5. Grupo E: Resíduos perfurocortantes, como agulhas, lâminas de bisturi e outros materiais cortantes.

A RDC 306/2004 estabelece ainda que os resíduos dos serviços de saúde devem ser segregados na fonte de geração, acondicionados em recipientes específicos e identificados de acordo com sua classificação. O transporte desses resíduos deve ser feito em veículos exclusivos, identificados e autorizados pelos órgãos competentes.

A disposição final dos resíduos hospitalares deve ser realizada em locais específicos, como aterros sanitários ou instalações de incineração, seguindo as normas estabelecidas pelos órgãos ambientais competentes. A RDC 306/2004 prevê também a necessidade de treinamento e capacitação dos profissionais envolvidos na coleta e transporte desses resíduos, além de medidas de segurança para evitar acidentes e contaminação.

Uso de KPIs nos Serviços Operacionais dentro de um Hospital

Foto por Mike B em Pexels.com

KPI é a sigla em inglês para Key Performance Indicator, ou Indicador-Chave de Desempenho, em português.

Os KPIs indicam os valores quantitativos fundamentais que medem os seus principais processos internos, possibilitando o acompanhamento e o melhor gerenciamento do nível de desempenho e sucesso das estratégias.

Os KPIs podem desempenhar um papel importante em um Hospital — avaliando o desempenho do giro de leito, do Setup do Centro Cirúrgico, rastreando a Jornada dos pacientes, como está o Transporte-intra Hospitalar e monitorando a eficiência de seu atendimento. Embora tudo isso seja essencial, é hora de ir mais fundo.

Pondere suas métricas. Em vez de criar novos indicadores, novos desenvolvimentos, concentre-se nos KPIs mais perspicazes que se alinham com seus objetivos de negócios.

O uso deste tipo de indicador, deve guiar sua operação, todos os profissionais engajados podem alavancar bons resultados. Dar a publicidade ao KPI é fundamental. Utilize conceitos da Gestão a vista em seus indicadores.

Já escrevemos diversos posts sobre indicadores aqui no Blog, segue alguns bem recentes:

Em um hospital, a eficiência pode ser medida através de diversos indicadores, tais como tempo médio de espera por atendimento, taxa de ocupação de leitos, taxa de infecção hospitalar, taxa de readmissão de pacientes, entre outros. Esses indicadores são fundamentais para avaliar a qualidade dos serviços prestados pelo hospital e identificar oportunidades de melhoria.

Já em um serviço terceirizado de facilities, os indicadores de eficiência podem estar relacionados a diversos aspectos, tais como a disponibilidade e manutenção de equipamentos, a limpeza e conservação das instalações, a gestão de resíduos, entre outros. Esses indicadores são importantes para garantir que o ambiente hospitalar esteja sempre em boas condições para receber pacientes e oferecer um atendimento de qualidade.

Além disso, a mensuração dos indicadores de eficiência permite que sejam estabelecidas metas claras e objetivas para a equipe responsável pela gestão do hospital ou do serviço terceirizado de facilities. Com metas bem definidas, é possível direcionar esforços para a melhoria contínua dos serviços e para o alcance de resultados cada vez mais satisfatórios.

Por fim, é importante destacar que a medição de indicadores de eficiência em hospitais e serviços terceirizados de facilities deve ser feita de forma sistemática e contínua, para que seja possível monitorar o desempenho ao longo do tempo e identificar eventuais desvios em relação às metas estabelecidas. Somente dessa forma é possível garantir a eficiência e a qualidade na prestação dos serviços de saúde.

A garantia de um bom Setup do Centro Cirúrgico e sua importância na lucratividade de um Hospital

um centro cirúrgico moderno vazio e limpo

Um bom giro das salas cirúrgicas é essencial para o sucesso de um hospital, tanto do ponto de vista financeiro quanto do ponto de vista da qualidade dos serviços prestados.

A sala cirúrgica é um dos centros de custo mais importantes de um hospital, representando até 40% da produção direta em alguns casos, e seu desempenho tem um impacto significativo no IBITDA (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

Nos hospitais, o Centro Cirúrgico pode representar até 40% da produção direta, e em alguns casos, de acordo com a visão do hospital, mais 15 a 30% de produção indireta. Portanto, é evidente o impacto desse importante Centro de Custos no IBITDA.

Dr. Marcus Paulo Barbosa post Hospitais em Destaque

Para manter um bom giro das salas cirúrgicas, é necessário que elas sejam utilizadas de forma eficiente e eficaz. Isso significa que as equipes de cirurgia, anestesia e instrumentação devem estar bem treinadas e prontas para agir com rapidez e precisão. Além disso, é fundamental que as salas sejam higienizadas corretamente entre um procedimento e outro, a fim de evitar infecções hospitalares e garantir a segurança dos pacientes.

Tela do Setup do Centro Cirúrgico Voice

Um bom giro das salas cirúrgicas também contribui para aumentar a receita do hospital, uma vez que quanto mais procedimentos são realizados, maior é o faturamento. Porém, é importante ressaltar que a qualidade dos serviços prestados deve sempre ser priorizada em relação à quantidade. Um hospital que realiza muitos procedimentos, mas com baixa qualidade, pode colocar em risco a saúde dos pacientes e prejudicar a reputação da instituição.

Por esses motivos, um bom giro das salas cirúrgicas é fundamental para garantir a satisfação dos cirurgiões, dos pacientes e dos colaboradores envolvidos nos procedimentos, além de contribuir para a saúde financeira do hospital e para a qualidade dos serviços prestados. Uma das novidades que temos é a inclusão da segurança e confiabilidade no Setup do Centro Cirúrgico com Biometria Facial.

Para aumentar a receita e alcançar as metas de produção, é necessário aumentar o volume cirúrgico. O que atrai um cirurgião ao hospital é ter pacientes certos, na hora certa, com os instrumentais certos, na sala certa, com os instrumentadores certos, anestesista certo, agilidade e pró-atividade presentes, além da ausência de infecção no pós-operatório.

Para obter um Centro Cirúrgico bem movimentado, com cirurgiões satisfeitos e pacientes bem tratados, é preciso ter grande expertise, eficiência e eficácia nos indicadores de tempo de desinfecção da sala cirúrgica e taxa de infecção geral no Centro Cirúrgico.

Medir o desempenho da unidade de CC passa a ser extremamente importante para obter melhores resultados nos processos de trabalho, reduzindo, assim, custos operacionais e promovendo a satisfação dos clientes médico e pacientes.

Luiz Roberto – Beto da Voice

Ao final de um procedimento cirúrgico, o tempo gasto pelos colaboradores higienizadores para desinfetar a sala é fundamental para a liberação da mesma e a realização de um novo procedimento.

Quanto mais procedimentos na mesma sala, mais faturamento e mais próximos das metas financeiras a instituição estará. Além disso, a taxa de infecção global de um Centro Cirúrgico é um ponto crucial para cirurgiões e operadoras de saúde, pois essa taxa está diretamente relacionada com a má higienização da sala e o surgimento de infecções de sítio cirúrgico. Colaboradores da higienização treinados e eficazes contribuem para reduzir as taxas de infecção global do Centro Cirúrgico. E nosso sistema garante o gerenciamento das metas de higiene e de qualquer outra etapa.

Como funciona o Setup do Centro Cirúrgico Voice?

A entrada e saída das atividades são realizadas na porta de cada sala. Uma vez  o serviço já iniciado dentro da sala cirúrgica, o gerenciamento web permite a visualização e das equipes e o tempo decorrido como um todo.

Todas as equipes devem obrigatoriamente fazer um “Checkin” e depois um “Checkout” para finalização das atividades.

Tela de controle de equipes do centro cirúrgico

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Giro de Leitos Hospitalares, qual sua importância e como um Bom Software é decisivo!

Qual a importância de se ter um bom gerenciamento de leitos em um Hospital ?

O gerenciamento de leitos é uma parte essencial do planejamento e operação de um hospital. Ele envolve a gestão de todos os aspectos relacionados à ocupação de leitos hospitalares, desde a admissão de pacientes até a alta ou transferência para outros serviços de saúde.

Em nosso post: Fluxo de pacientes e Gerenciamento de leitos. temos um vídeo utilizando animação onde ilustramos bem o fluxo do paciente em uma internação, neste também podemos perceber que nossa solução de Gerenciamento do transporte intra-hospitalar também é essencial.

Otimizar a ocupação de leitos é uma jogada inteligente para os hospitais. Um bom gerenciamento de leitos significa usar os espaços de forma eficiente e garantir que os pacientes sejam admitidos e liberados no momento certo. Assim, eles não precisam esperar horas para serem atendidos e a qualidade do atendimento melhora.

Ah, e os custos operacionais também caem!

Mas não é só isso! Quando o gerenciamento de leitos está em dia, o hospital garante que os pacientes recebam o tratamento adequado, com os recursos necessários e na hora certa. Dessa forma, a qualidade do atendimento aumenta, o paciente fica feliz e os riscos de complicações e infecções hospitalares diminuem.

Além disso, um bom gerenciamento de leitos ajuda a reduzir os custos operacionais do hospital, maximizando o uso de recursos e minimizando o desperdício. Isso é especialmente importante em tempos difíceis, quando o dinheiro e os recursos são escassos.

E, por último, mas não menos importante, o gerenciamento de leitos eficiente ajuda a otimizar o fluxo de pacientes no hospital. E isso significa que eles são admitidos e liberados na hora certa, sem congestionar as áreas de internação e melhorando a eficiência do atendimento.

Em resumo, um bom gerenciamento de leitos é essencial para garantir a eficiência operacional e a qualidade do atendimento em um hospital. Ele pode ajudar a reduzir os custos, melhorar a satisfação do paciente e garantir que os recursos sejam utilizados de forma adequada e eficiente.

Do Ponto de vista da Lucratividade ao Hospital

O gerenciamento eficiente de leitos é fundamental para a lucratividade dos hospitais, uma vez que os leitos representam uma das principais fontes de receita dessas instituições. Quando a ocupação dos leitos é gerenciada de forma inadequada, o hospital pode enfrentar uma série de problemas financeiros, como:

  1. Aumento dos custos operacionais: Quando os leitos são mal gerenciados, o hospital pode gastar mais com recursos humanos, materiais e equipamentos do que o necessário, o que pode impactar negativamente a lucratividade da instituição.
  2. Redução da taxa de ocupação: Quando os pacientes ficam esperando por leitos por muito tempo ou quando os leitos não estão disponíveis quando necessário, a taxa de ocupação do hospital pode diminuir, o que pode afetar a lucratividade da instituição.
  3. Aumento do tempo de internação: Quando os pacientes ficam internados por mais tempo do que o necessário, isso pode aumentar os custos do hospital e reduzir sua lucratividade. Além disso, pode prejudicar a experiência do paciente e a imagem da instituição.
  4. Perda de pacientes e receita: Quando os pacientes são transferidos para outros hospitais devido à falta de leitos ou à má gestão, o hospital pode perder pacientes e, consequentemente, receita.

Por outro lado, um gerenciamento eficiente de leitos pode contribuir significativamente para a lucratividade do hospital, ao garantir a ocupação adequada dos leitos e a utilização eficiente dos recursos. Com uma gestão eficiente de leitos, o hospital pode:

  1. Reduzir os custos operacionais: Ao otimizar a ocupação dos leitos, o hospital pode reduzir seus custos operacionais, aumentando sua eficiência e sua rentabilidade.
  2. Aumentar a taxa de ocupação: Quando os leitos são gerenciados de forma adequada, a taxa de ocupação do hospital pode aumentar, o que pode melhorar sua rentabilidade.
  3. Reduzir o tempo de internação: Com uma gestão adequada dos leitos, o hospital pode reduzir o tempo de internação dos pacientes, o que pode reduzir seus custos e aumentar sua eficiência.
  4. Aumentar a satisfação do paciente: Quando os leitos são gerenciados de forma adequada, os pacientes tendem a receber um melhor atendimento e a ter uma experiência mais satisfatória, o que pode contribuir para a fidelização e indicação de pacientes, aumentando a receita do hospital.

Portanto, é essencial que os hospitais implementem um bom gerenciamento de leitos como parte de sua estratégia de negócios, a fim de garantir sua lucratividade e sua sustentabilidade financeira a longo prazo.

No post Quanto custa um leito hospitalar ocioso? destacamos o impacto do Giro de leito na lucratividade de um Hospital.

Como o Voice Leitos ajuda ?

O Sistema pode ser uma forma importante de alavancar o engajamento. No post: Engajamento dos profissionais ajudam no Giro de leito relatamos um case do Hospital Monte Sinai de Juiz de Fora que em volta do sistema Voice Leitos, conseguiu engajar diversos profissionais diferentes.

Um bom gerenciamento de leitos depende de ferramentas gerenciais precisas para garantir uma gestão eficiente dos recursos e uma tomada de decisão embasada em dados confiáveis. Algumas das ferramentas gerenciais mais importantes para o gerenciamento de leitos incluem:

  1. é possível monitorar a ocupação dos leitos, planejar a alocação de recursos e identificar oportunidades de melhoria.
  2. O sistema permite a visualização em tempo real da disponibilidade dos leitos, possibilitando uma alocação eficiente dos recursos. Com essa ferramenta, é possível acompanhar a demanda por leitos, identificar gargalos e tomar decisões para otimizar a ocupação dos leitos.
  3. Indicadores de desempenho: Os indicadores de desempenho são métricas que permitem avaliar a eficiência do gerenciamento de leitos, como a taxa de ocupação, o tempo de internação e a taxa de rotatividade. Com esses indicadores, é possível identificar oportunidades de melhoria e ajustar as estratégias para alcançar melhores resultados.
  4. Modelos de previsão de demanda: Os modelos de previsão de demanda permitem prever a demanda por leitos com base em dados históricos e tendências futuras, permitindo um planejamento mais eficiente e uma gestão mais proativa dos recursos.

A importância de ter ferramentas gerenciais precisas para o gerenciamento de leitos é fundamental para garantir uma gestão eficiente e uma tomada de decisão bem informada. Com essas ferramentas, é possível reduzir os custos operacionais, aumentar a eficiência e a rentabilidade do hospital, melhorar a experiência do paciente e garantir a sustentabilidade financeira a longo prazo da instituição.

Um software de gerenciamento de leitos pode ajudar hospitais e outras instituições de saúde a gerenciar efetivamente a capacidade de seus leitos, facilitando o acesso dos pacientes aos serviços médicos necessários. Ao automatizar a alocação de leitos, acompanhar a ocupação e prever a demanda, um software de gerenciamento de leitos pode ajudar a melhorar a eficiência operacional e a reduzir custos.

Ao escolher um software de gerenciamento de leitos, é importante considerar se ele é fácil de usar e integrar com outros sistemas de gerenciamento de pacientes e de saúde, além de ter recursos que atendam às necessidades específicas de sua instituição. Também é importante avaliar a segurança de dados e a conformidade com as regulamentações locais.