O Conselho Regional de Administração da Bahia (CRA-BA) criou Núcleos de Estudos, que tem como finalidade promover uma maior integração com empresários e com o público acadêmico que atua na área temática específica constituída, com o intuito precípuo de alcançar os seguintes objetivos:
Discutir aspectos de inovação tecnológica nas várias áreas da Administração;
Promover debates sobre problemáticas organizacionais vividas;
Incentivar a constante atualização dos profissionais da Administração, desenvolvendo conhecimentos
necessários à sua empregabilidade no ambiente organizacional;
Produzir artigos científicos a respeito das temáticas de cada grupo.
Núcleos de Estudos:
NÚCLEO
COORDENAÇÃO
Administração de Empresas Familiares
Profª. Admª. Maria da Graça Pitiá Barreto
Administração Financeira
Prof. Adm. João Marcelo Pitiá Barreto
Gestão das Organizações (TGA)
Prof. Adm. Sandro Coelho Moreira Pinto
Gestão Sustentável
Profª. Admª. Tatiana Carvalho de Oliveira
Gestão Universitária
Prof. Adm.ª Maria das Graças Sodré Fraga Maia
Gestão de Pessoas
Profª. Admª. Maria de Fátima Belchior
Governança Pública
Profª. Admª. Maria Isabel Vitória de Carvalho
Ecossistemas de Empreendedorismo e Inovação
Profª. Admª. Rosilene Maria Cruz
Administração da Produção
Prof.ª Adm.ª Noemia Carneiro de Araújo Resende
Administração Hospitalar
Profª. Admª. Ana Virgínia Gomes Di Tullio
Os Núcleos de Estudos funcionam no auditório do Centro de Desenvolvimento do CRA-BA e são compostos por no máximo 30 membros que deverão, necessariamente, ser profissionais registrados e com suas obrigações em dia com o CRA-BA, bem como acadêmicos nas áreas da Administração (Curso de Bacharelado em Administração e Curso Superior de Tecnologia nas Áreas da Administração).
Com o Diretor de Formação Profissional : Adm. Edilson Souto Freire e em alinhamento coma Presidente Adm.ª Tânia Maria da Cunha Dias , aconteceu no último dia 13 de junho o Iº Seminário de Administração Hospitalar do CRA-BA, com apresentação do Coral Novos Cantos sob a Regência Carlos Veiga Filho.
Após a brilhante apresentação do Coral e com encerramento saudando o glorioso Santo Antônio em função do seu dia.
Em seguida o Adm José Saturnino Rodrigues proferiu palestra sobre O papel do Administrador na Gestão Hospitalar e apresentou o CASE do Hospital Santa Izabel. A apresentação enriqueceu muito a todos os presentes.
Palestra de Vírginia
Em seguida a palestra foi da Adm Virginia Di Tullio apresentou A importância da Hotelaria Hospitalar e Facilitiesnos Hospitais.
No encerramento a palestrante convidou a todos a saudarem as festas juninas e o meio ambiente e partiu para dançar o Xote Ecológico de Luiz Gonzaga, onde vivenciamos uma descontração e consciência ambiental.
Participamos da Hospitalar 2019 (maior feira do setor da América Latina). Ficamos no Stand temático da própria organização, o Facilities Innovation.
Levamos o Robô para demonstrar o potencial de absorvermos atividades nos Hospitais possibilitando mais disponibilidade e eficiência em diversos processos atuais.
No vídeo a seguir o Professor Marcelo Boeger, explica um pouco sobre este espaço da Feira Hospitalar e um dos próprios Robôs (neste caso a Plug) falando um pouco de seu potencial na área de saúde:
No Stand a Plug, sabia informar sobre tudo que estava exposto, os visitantes poderiam perguntar sobre qualquer item ou solução, segue respondendo sobre Gerenciamento de leitos.
Saímos de Feira Hospitalar com solicitações de Hospitais de todo país. Cada projeto, exigirá integrações e automações diferentes. Uma aplicação que foi solicitada por alguns e acreditamos que tem grande potencial, que é fazer o “checkin” para procedimentos agendados. Muito parecido com o papel o qual estes Robos já estão praticando nos Hotéis (de Concierge). No vídeo a seguir temos uma reportagem do Jornal da Cultura que mostra um destes em ação:
Durante a feira, levamos um segundo Robô, o Double.
Que permite o controle remoto de todas suas funções: andar, virar, filmar e transmitir. Com ele é possível efetuar uma telepresença. Queremos usá-lo para aumentar o acompanhamento dos médicos aos pacientes, aumentando as oportunidades de interação e não limitando apenas aos momentos de presença física.
Outra utilidade que vislumbramos é o uso deste para possibilitar uma telepresença dos familiares em unidades de isolamento. Através de qualquer interface web, é possível comandar o Double e navegar. Demonstramos durante a feira o uso dele, e visitamos os stands vizinhos e comandamos passeios deste Robô a distância.
Atenção até das Televisões:
A participação da Plug foi um dos destaques do Facilities Innovation, durante a feira alguns veículos de mídia tradicional se interessaram . Dentre eles recebemos equipes das Televisões Record e Globo.
Ao lado temos um dos sócios da Voice, Marcius Wada concedendo uma entrevista para TV Globo. Durante a matéria gravada a Plug obedeceu comandos, respondeu informações e ajudou nos deslocamento do Stand.
Nas mídias sociais
Muita gente pedia uma foto com a Plug. No instagram vimos diversas fotos da Plug. A própria organização da feira publicou o seguinte post:
Qualidade é geralmente considerada um conceito subjetivo que não poderia ser definida concretamente, mensurada, ou avaliada.
Mas, no mundo dos negócios, e no ramo hospitalar principalmente, qualidade é considerada um valor. Já a busca por qualidade é considerada um processo. Com múltiplas tarefas, dinâmico e contínuo. Ele necessita de indicadores , medidas e de parâmetros que permitam mensurar os resultados e ajustar as áreas que necessitem de atenção.
Instituições que comprovam estar melhorando sua qualidade de atendimento, processos e tecnologia tem os melhores desempenhos do mercado, e trazem mais resultados para seus investidores.
Certificações Hospitalares
As ferramentas de avaliação dos níveis de qualidade são as Certificações e as Acreditações.
Elas nada mais são do que conjuntos de regulamentações e regras oficiais definidos que garantem que aquela instituição atende aos mais altos padrões de qualidade e segurança nos serviços e processos.
Para isso, existem ferramentas de avaliação que vão garantir que uma instituição está no caminho certo na busca pela qualidade.
Acreditação: reconhecimento formal (por uma autoridade acreditada) acerca da competência de um hospital para desenvolver tarefas específicas, de acordo com critério pré-definidos. São, em geral, fruto de um intenso envolvimento da comunidade científica, técnica ou clínica,que busca definir as melhores práticas na gestão da qualidade e na segurança do paciente. Na Acreditação o escopo é definido pela Norma de Acreditação. As acreditações possuem caráter mais técnico e menos procedimental do que as certificações. São feitas por profissionais que conhecem a área médica em profundidade.
Algumas das principais acreditações na área de saúde são:
Certificação: procedimento por meio do qual um organismo imparcial de notório reconhecimento público atesta por escrito que os produtos, processos ou sistemas de qualidade de uma instituição estão de acordo com requisitos especificados (Exemplo: normas de certificação ISO). É a empresa que define o escopo do que será mensurado (ou seja, se serão todos os processos da empresa submetidos à valoração ou apenas parte deles).
Presidente da Sociedade Latino Americana de Hotelaria Hospitalar e Vice-Presidente da AMTSBE – Associação Mundial de Turismo de Saúde e Bem-Estar.
– Mestre em Planejamento Ambiental pela Universidade Ibero Americana
– Mestre em Gestão da Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi.
– Coordenador e professor do curso de especialização do Hospital
Albert Einstein e professor convidado nos cursos de MBA em Gestão da
Saúde e Infecção Hospitalar (INESP) e Fundação UNIMED.
– Líder e fundador do Grupo de Excelência em Hotelaria do Conselho Regional de Administração de São Paulo;
– Sócio e Consultor da Empresa Hospitallidade Consultoria e autor de
diversos livros, entre eles:
· Liderança em 5 Atos, Editora Yendis, 2012 (co-autor) 2a. edição.
· Manual de Especialização em Hotelaria Hospitalar do Hospital Albert
Einstein, Ed.Manole,2011 (organizador)
· Hotelaria Hospitalar, Gestão em Hospitalidade e Humanização- 3ª.
edição – ed. Senac, 2011 (autor).
Artigo publicado no Jornal TodoDia, de Americana/Campinas – SP, sobre o verdadeiro papel dos líderes nas instituições de saúde.
Por Marcelo Boeger* (repost da matéria da Revista Infra) Conteúdo publicado em 25 de março de 2019
As instituições hospitalares já conhecem os resultados da Síndrome de Burnout, na eficiência e na falta de humanização dos serviços, principalmente entre as equipes assistenciais. Ela caracteriza-se pela exaustão emocional, despersonalização e esgotamento gerado por forte estresse causado pela natureza do próprio trabalho que desempenha associado às condições em que suas atividades se desenvolvem.
O que poucos falam é sobre uma outra síndrome, que acomete as instituições de forma invisível e onerosa, a chamada “Síndrome de Boreout”, em que o colaborador não se identifica com aquilo que faz, atua mal e vagarosamente, apresentando resultados de baixo desempenho, usando seu tempo para assuntos pessoais – de forma discreta para garantir seu status quo, não ser identificado e manter a estabilidade de seu emprego, embora deteste as tarefas a serem desempenhadas -, quando possível, se escondendo atrás de reuniões intermináveis, comissões que o mantem longe de suas atividades originais e prefere atuar dentro das tarefas desenhadas sem metas e sem resultados claros ou mensuráveis.
O Boreout, pode ser caracterizado pelo sentimento de subutilização do colaborador, sua indiferença em relação aos resultados corporativos e enorme aborrecimento ao executar as tarefas de sua responsabilidade. As consequências são sempre sérias para a empresa. Pode afetar toda sua equipe de trabalho e até o cliente, devido à baixa produtividade, chegando em alguns casos mais extremos à sabotagem aos processos, atenção seletiva, absenteísmo e desumanização.
Alguns sintomas são clássicos: desânimo, depressão, ansiedade, tendências de isolamento, sensação de esgotamento físico e emocional, sabotagem ao processo, sofrimento e ansiedade diária antes de ir ao trabalho. A euforia em esperar diariamente o horário de fim da jornada e a escolha em não ser lembrado por sua liderança para realização de suas atividades, uma preguiça constante e a fuga de suas responsabilidades são facilmente identificáveis a um olhar mais atento.
Para reconhecer os sintomas e criar atividades mais desafiadoras e motivadoras, a liderança necessita mapear seus processos e criar parâmetros de mensuração de desempenho para que possa identificar baixa produtividade, problemas no ambiente de trabalho e tomar providências junto as suas equipes. São eles:
Reconhecer o clima existente entre todos e monitorar o desempenho individual de cada colaborador.
Criar um canal de comunicação entre os colaboradores e seus gestores ou mesmo com a área de Recursos Humanos (RH) pode ser um bom instrumento de captação e obtenção de informações sobre o clima organizacional. O RH pode, sem dúvida, ajudar na instrumentalização deste desempenho, mas este ainda é de responsabilidade da liderança imediata, que está junto, diariamente, de sua equipe e atua de forma direta.
Sensibilizar essas lideranças para os sintomas, suas causas e consequências pode ser útil para os resultados.
Ajudá-los a ter uma leitura do ambiente de trabalho, por meio de indicadores comportamentais pode ajudar a reconhecer estes problemas mais rapidamente para tomar providências, antes que sejam irreversíveis e se incorpore na cultura de toda uma equipe de trabalho.
Sentimento de baixo reconhecimento ou de não pertencimento são emblemáticos e um combustível excelente para que a Boreout exista. Quando a Boreout afeta profissionais de contato direto com o cliente, cuja atividade exige maior dedicação emocional e abnegação, normalmente os resultados são sentidos na avaliação do próprio cliente. Na área de Saúde, pode ser visto como aspectos de desumanização, baixo interesse nas atividades, morosidade na realização das tarefas e procrastinação.
A Boreout é resultado de um distanciamento do colaborador com o trabalho, por não ver mais sentido naquela ocupação, ou as vezes, pode acontecer por se sentir superqualificado para aquelas tarefas ou por não se identificar com aquilo que a empresa desenvolve ou produz – em suas metas e visões corporativas. Pode também se sentir pouco valorizado pelo baixo salário que recebe, quando comparado com o potencial que imagina ter, frustrando-se por ter que se submeter a atividades tão pouco desafiadoras.
Marcelo Boeger
Consultor e Gestor em Hotelaria e Facilities na Hospitalidade Consultoria
Administrador de Empresas, Coordenador e Professor do curso de especialização em hotelaria hospitalar do Hospital Albert Einstein (IIEPAE). Mestre em Planejamento em Gestão Ambiental pelo Centro Universitário Ibero Americano (Unibero), Mestre em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi. Sócio e Consultor da empresa Hospitallidade Consultoria. Autor de diversos livros, entre eles: Liderança em 5 atos – ferramentas práticas para gestores em instituições de saúde (Yendis, 2012); Hotelaria hospitalar – Manuais de especialização Hospital Albert Einstein (Manole, 2011); e Hotelaria hospitalar – gestão em hospitalidade e humanização (2ª ed., Senac, 2012).
O ICOS – Instituto Coalizão Saúde é formado por representantes da cadeia produtiva do setor de saúde e pretende contribuir, de forma propositiva e pluralista, para o debate e a busca de novos avanços na área, em resposta às demandas da população e às necessidades do país.
Dentre os diversos Relatórios propositivos, temos um focado na agenda de transformação da saúde. O arquivo está disponível:
Nossa tecnologia está ajudando o Hospital Monte Sinai a engajar diversos profissionais no Giro de Leito. Desde Executivos, Médicos, Enfermeiros até a lavanderia…
Após os primeiros ganhos operacionais que nosso sistema proporcionou, os profissionais de Hotelaria focaram em oportunidades que envolviam e engajavam outras áreas na melhoria do Giro do leito.
Segundo Saulo Moura, Supervisor de Hotelaria do Hospital, para poder ter este foco foi realizado a contratação de um profissional focado na melhoria dos processos. Com a chegada de Mila Vaccarini foi possível explorar as informações dos relatórios, visualizações e painéis on line.
Já estávamos com o trabalho do pessoal da Higiene e limpeza e camareiras com excelente desempenho, mas precisávamos evoluir em alguns gargalos que envolviam outros profissionais, e alguns destes nem sabiam o impacto que tinham no giro do leito.
Com o engajamento destes outros profissionais o trabalho da higiene e limpeza e camareiras teve uma maior exposição e um excelente resultado no Giro do leito.
Mila Vaccarini – Analista de Hotelaria
Assim as oportunidades e gargalos foram sendo explorados uma a uma.
O segredo do sucesso é envolver todos os personagens que compõem o giro do leito…
médicos, enfermeiros, internação, camareiras e profissionais de higiene e limpeza…
Saulo Moura – Supervisor de Hotelaria
Os primeiros profissionais incluídos neste engajamento foram da Enfermagem. O enfermeiro no momento que retira o paciente, dentro do próprio quarto pega o telefone e registra saída real do paciente. Assim o leito já entra na fila da limpeza terminal e os enfermeiros ganham um tempo extra para poder realizar os registros no sistema hospitalar, no caso deles o Totvs.
O engajamento da enfermagem é um dos fatores de maior impacto. Eles visualizam os leitos em alta médica e tem como meta agilizar a saída dos pacientes. Isso deu um dinamismo na rotatividade e giro dos leitos. Em todos os andares do Hospital há TVs com o painel do giro de leito.
Fica registrado e público para todos ! É público para todos os envolvidos desde a hora em que os Médicos já deram alta hospitalar e todos se enxergam no processo e em conhecem todas as fases.
Os executivos do Hospital (Diretores e Gerentes) em suas salas, tem acompanhamento on line do giro de leito.
Na foto ao lado temos um exemplo de como estes executivos acompanham:
todo o andamento do giro de leito,
as limpezas terminais,
as limpezas concorrentes
e também do Dashboard de ocupação on line do Hospital.
Foi identificado que em alguns momentos, o gargalo no giro do leito era no momento da montagem do enxoval.
As camareiras subiam com um carrinho abastecido com os kits e quando estes acabavam tinham que se deslocar até a lavanderia para abastecer de novos kits.
Por motivos de controle o Hospital não optou por ter estoques satélites ou intermediários e optou por colocar um monitor do fluxo do giro de leito dentro da lavanderia (foto ao lado).
Assim o próprio pessoal da lavanderia acompanha on line o trabalho das Camareiras e quando elas vão chegando no limite de abastecimento eles mesmos sobem com um novo carrinho abastecido. Esse engajamento eliminou tempo precioso no giro de leito e deu ao Hospital um ganho muito expressivo.
Abaixo segue algumas fotos da lavanderia e a tela de acompanhamento on line.
Os novos ganhos em números
Segundo Saulo, o trabalho da hotelaria está proporcionando reduções de custo e uma melhor eficiência.
Neste período o Hospital está em um processo de reforma e modernização das instalações. Antes do início das reformas, o Hospital estava com 160 apartamentos em operação, e eles não estavam conseguindo atender toda a demanda .
Após as ações de engajamento e aproveitamento das oportunidades, e com apenas 117 apartamentos operacionais, o Hospital está com uma eficiência muito maior. Mesmo com a redução dos leitos, foi mantido a média de cirurgias e o número total de internações aumentou (principalmente nas emergências).
A taxa de ocupação está entre 85 e 95% durante a semana com picos de 100% ao longo do dia
Saulo Moura – Supervisor de Hotelaria
Melhorias no Hospital não param !
Todo este trabalho foi realizado durante a entrega de novos recursos e instalações . Foi inaugurada a nova maternidade.
O Segundo e terceiro andares estão em reforma, estes somam 44 leitos e o ganho do giro de leito está garantindo ao Hospital a mesma capacidade de atendimento.
Sobre o Hospital:
Referência para 150 municípios inclusive de outros estados, hoje, o Monte Sinai é um hospital moderno. Conceito máximo em estrutura física. Pioneiro em recursos avançados na área de diagnóstico e procedimentos médico-hospitalares.
A estrutura arquitetônica tem características marcantes. As áreas destinadas aos serviços de assistência à saúde e de apoio diagnóstico e terapia, atendem totalmente às normas técnicas para projetos de estabelecimentos de saúde. O prédio que abriga o setor de internação, dispõe de área de circulação exclusiva para visitantes, interligando todos os andares. Além de conforto aos visitantes, o modelo mantém privacidade para o trabalho de médicos e funcionários, que circulam por área de serviço exclusiva, minimizando riscos de infecção e agilizando o atendimento.
São 300 leitos, entre apartamentos, suítes e alojamentos conjuntos para atendimento a planos de enfermaria individualizados. Unidades de Terapia Intensiva Adulto e NeoNatal e Unidade Coronariana somando 53 leitos, o Hospital ainda conta com Emergência, com plantão nas especialidades de Clínica Médica, Ortopedia/Traumatologia, Pediatria e Cardiologia.
ACESSOS AO HOSPITAL
Pacientes e visitantes do atendimento eletivo passaram a ter acesso ao Hospital Monte Sinai pelo Lobby da portaria localizada na Avenida Presidente Itamar Franco (antiga Av. Independência).
O Lobby comporta o Sinai Conforto, o setor de admissão e check out. Uma cafeteria também compõe o espaço.
Quer saber mais do Hospital ? Veja o vídeo institucional deles:
A cadeia da saúde suplementar impulsionou o mercado de trabalho em 2018. Segundo o “Relatório de Emprego na Cadeira da Saúde Suplementar”, realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o setor criou 106,6 mil novas vagas de trabalho formal entre outubro do ano passado e o mesmo mês, em 2017.
Uma alta de 3,1%, passando a empregar 3,5 milhões de pessoas. Com isso, o segmento representa hoje 8,1% da força de trabalho empregada no país (43,5 milhões de pessoas). Saiba mais no site do IESS
O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) é uma organização sem fins lucrativos que tem por objetivo promover e realizar estudos de aspectos conceituais e técnicos que sirvam de embasamento para implementação de políticas e introdução de melhores práticas voltadas para a saúde suplementar.